<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775</id><updated>2012-01-17T16:04:06.690-02:00</updated><category term='show'/><category term='down'/><category term='visconde'/><category term='gutter twins'/><category term='emicida'/><category term='fresno'/><category term='faith no more'/><category term='the name'/><category term='garotas suecas'/><category term='marcelo D2'/><category term='groove armada'/><category term='gastão moreira'/><category term='zé ricardo'/><category term='shadowside'/><category term='molejo'/><category term='white lies'/><category term='rpm'/><category term='resenha'/><category term='nirvana'/><category term='foo fighters'/><category term='planeta terra festival'/><category term='tedeschi trucks band'/><category term='entrevista'/><category term='swu 2011'/><category term='tiê'/><category term='system of a down'/><category term='vídeos'/><category term='Beady Eye'/><category term='PJ Harvey'/><category term='sirsir'/><category term='michael jackson'/><category term='lucas silveira'/><category term='greg dulli'/><category term='mark lanegan'/><category term='holger'/><category term='tears for fears'/><category term='20 anos de nevermind'/><category term='klb'/><category term='foals'/><category term='jon spencer blues explosion'/><category term='sepultura'/><category term='sonic youth'/><category term='rock in rio'/><category term='aerosmith'/><category term='red hot chili peppers'/><category term='selvagens a procura de lei'/><category term='luiza possi'/><category term='snoop dogg'/><category term='ok go'/><category term='stone temple pilots'/><category term='nx zero'/><category term='beeshop'/><category term='some community'/><category term='peter gabriel'/><category term='o rappa'/><title type='text'>Ócio Cretino</title><subtitle type='html'>Escritos relevantes sobre assuntos irrelevantes por um escriba irritante.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-7284755735830255465</id><published>2011-11-28T08:00:00.002-02:00</published><updated>2012-01-17T15:56:40.603-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rpm'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>"Foi muita burrice o RPM ter parado", diz Paulo Ricardo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/28/289105-foi-muita-burrice-o-rpm-ter-parado-diz-paulo-ricardo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-p0MCDiDRI58/TxWwVOq3lBI/AAAAAAAABTg/_uIqUp03v1o/s1600/rpm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-p0MCDiDRI58/TxWwVOq3lBI/AAAAAAAABTg/_uIqUp03v1o/s400/rpm.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;RPM&lt;/b&gt; está de volta – de novo. Famoso na década de 80 por clássicos como "Loiras Geladas", "Olhar 43" e "Rádio Pirata", o grupo formado por &lt;b&gt;Paulo Ricardo&lt;/b&gt; (voz e baixo), &lt;b&gt;Luiz Schiavon&lt;/b&gt; (teclados), &lt;b&gt;Fernando Deluqui&lt;/b&gt; (guitarra) e &lt;b&gt;P.A.&lt;/b&gt; (bateria) promete voltar aos holofotes com o novo álbum &lt;i&gt;Elektra&lt;/i&gt;, lançado em 20 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não fazia música há dois anos e estava com medo de passar por um certo bloqueio", explicou Paulo Ricardo, rasgando seda para o parceiro de composições Luiz Schiavon. "É lindo e inexplicável o que tenho com ele. Escrevemos umas 4 ou 5 letras na mesma noite. Foi uma burrice a gente ter parado", lamentou o vocalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RPM já passou por cinco reuniões anteriormente – em 1993, 1994, 2001,2003 e 2008 – mas somente agora que o grupo retorna com material novo, após 23 anos sem lançar músicas inéditas com a formação clássica. O grupo começou a ensaiar uma volta definitiva em 2002 quando gravou CD e DVD ao vivo pela MTV, mas logo se separaram novamente. De acordo com o vocalista, o requisito principal para esta nova volta era um trabalho ímpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A escolha do repertório partiu do zero. A prioridade era realizar um trabalho com músicas novas. Para isso, começamos o processo de composição em dezembro de 2010", explicou Schiavon. Em seguida, o grupo iniciou uma turnê em maio de 2011, no Credicard Hall, em São Paulo. Após cerca de 60 shows que pretendiam fazer jus às megaproduções características do grupo durante os anos 80 (contando com tela transparente em frente ao palco e projeções de luz), o RPM veio com um disco um pouco mais dançante, com forte presença de elementos eletrônicos. Parte dessa nova fase também se reflete no álbum contar com um CD extra, contendo sete remixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não estamos numa seara nova, estamos explorando com mais recursos coisas que já tínhamos, usando elementos eletrônicos com outras tecnologias", ressaltou Schiavon. Paulo Ricardo explicou que os remixes são "mais voltados para as pistas de dança e rádio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Virgula Música, o grupo contou mais detalhes sobre o novo disco, como está correndo esta nova volta do RPM, entre outros assuntos. Leia abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/0CMBp5ae4J8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;﻿Virgula Música - O RPM já parou e voltou algumas vezes. O que vocês acham que está diferente neste novo retorno?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; O relacionamento pessoal, o respeito recíproco, a tolerância, a alegria de tocar junto, o amadurecimento, a evolução pessoal. Não só do plano espiritual, mas também como músicos. Isso tudo dá uma segurança, pegamos a estrada de maneira alegre. Hoje subimos no palco para nos divertir. E isso contagia o público. E não é porque estamos no começo da turnê, porque já fizemos uns sessenta shows...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E já chegou em um nível que vocês não se sentiam mais animados em fazer isso? Quando foi o ápice disso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Deluqui –&lt;/b&gt; Quando demos as paradas anteriores. Em alguns momentos os interesses já não eram os mesmos, e isso é o que geralmente acontece com as bandas e os casamentos. Os casamentos acabam porque as pessoas já não têm os mesmos objetivos. Quando isso aconteceu com a gente, também paramos. Isso aconteceu com os Beatles, os Stones, várias bandas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; Pois é isso, das últimas vezes fomos até onde deu e paramos. Tivemos várias razões, mas no geral era sempre ligado à conceituação musical: o que fazer, para onde ir, como tocar a banda para a frente. Talvez tenhamos parado por não ter uma pessoa que nos indicasse o valor que temos juntos, de como é difícil tocar e fazer sucesso como fizemos um dia. Hoje vemos que paramos com a banda por bobagem, coisa que não faríamos hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paulo Ricardo -&lt;/b&gt; É engraçado, porque antes eu estava passando por um período sem compor, cerca de uns dois anos sem escrever nada. Daí de repente quando nos juntamos, surgiram umas 4 ou 5 letras em uma só noite. Tocar e compor com o RPM é um privilégio, foi muita burrice nossa ter parado com tudo isso por tanto tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – O novo disco tem características bem fortes de toques eletrônicos. Como surgiu esse direcionamento?﻿&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paulo Ricardo –&lt;/b&gt; ﻿Não é exatamente algo que nunca fizemos antes. Surgimos em uma época na qual o eletrônico começou a tomar conta da cena, com grupos como &lt;b&gt;Kraftwerk&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;New Order&lt;/b&gt;.  Além disso, fomos pioneiros no remix no Brasil, com uma versão para "Loiras Geladas". ﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; Não estamos numa seara nova, estamos explorando com mais recursos coisas que já tínhamos, usando elementos eletrônicos com outras tecnologias﻿﻿. Acho que temos influências muito semelhantes em relação ao que está rolando por aí hoje. O DJ atualmente é um artista que cumpre o seu papel como atração principal. O &lt;b&gt;David Guetta&lt;/b&gt;, por exemplo, é um show completo, o cara é um rockstar. Neste trabalho misturamos a facilidade dançante do eletrônico sem descaracterizar o som da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paulo Ricardo -&lt;/b&gt; Isso, os remixes são mais voltados para as pistas de dança e rádio. Mas o nosso rock característico ainda está ali.﻿﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Vocês já comentaram várias vezes que tiveram grande influência de rock progressivo no início. Mas quais são as influências de agora?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Deluqui – &lt;/b&gt;Hoje temos bem menos a coisa do progressivo. Eu praticamente não tenho escutado música de outros artistas. Pra você ter uma ideia, no meu Ipod eu tenho umas 600 músicas, e acho isso muito pouco, sou muito seletivo. Eu prefiro o silêncio. Eu escuto o &lt;b&gt;Muse&lt;/b&gt;, mas não sou um pesquisador de música. O que eu acho super bacana do RPM é que não copiamos as bandas de fora. Fazemos o que gostamos, nos reunimos, tocamos e sai legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; Especificamente sobre o progressivo, tínhamos mais influência no início da carreira. Nos distanciamos disso ao longo do tempo e hoje temos muito claro que música está muito ligada a celebração. Não é aquela coisa contemplativa como era na década de 70, como era no auge do progressivo. Nosso show é uma festa, o pessoal dança e pula. Mas isso não impede que a música tenha conteúdo; pode ser uma música boa de dançar, ter um bom arranjo, uma boa letra, ser bem construída e bem tocada. Acho que estamos bem para esse lado e assimilamos um pouco de motown, de dance, música eletrônica atual. Acho que estamos mais influenciados por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Uma estrofe da música "Muito Tudo diz 'é muita informação e pouco conteúdo'. Parece uma crítica, mas sobre o que isso se refere, exatamente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Paulo Ricardo – &lt;/b&gt;É uma comparação aos tempos de quando começamos com o que temos agora, com a internet. Quando começamos, a informação era muito escassa. Não tínhamos internet e nem MTV, então para ouvirmos coisas novas tínhamos um verdadeiro contrabando de informações: era revista, troca de cartas. Hoje em dia, isso mudou muito, está tudo à disposição na internet. Pra gente, é uma ferramenta útil. Colocamos as faixas novas no site e as pessoas já podem ouvir. Mas nós não achamos que essa revolução tecnológica representou necessariamente um upgrade para a música na questão da criatividade. Prova disso são as bandas dos anos 80 que são consideradas clássicos (tanto nacionais quanto internacionais) e a internet facilita o acesso para a garotada. Hoje em dia com programas como o Garage Band é fácil gravar um disco em casa, mas isso não quer dizer que a qualidade tenha aumentado. Existe um pouco de uma cobrança, principalmente em cima de mim, para que tenhamos letras políticas. Já fizemos coisas assim antes, porque tínhamos recém saído de uma ditadura e aquilo na época era pertinente. Hoje em dia o foco é outro, acho muito delicado criticar um governo que já teve mais de 80% de aprovação. Hoje os questionamentos são mais internos, questões éticas de cada um. Só porque se tem muita informação não significa que tem muito conteúdo. É muita coisa, você não tem tempo de filtrar o que tem mais profundidade. Não tem condição um cara sair da faculdade e não saber escrever direito. Vocês jornalistas devem estar presenciando este triste e trágico evento; houve demissão do pessoal de mais tempo de carreira e que tinham salários mais caros para contratação de uma garotada com linguagem de internet. Então essa música toca também nesse tipo de assunto. Eu não tenho mais saco pra política, mas eu tenho que dizer que o mundo tem que ter qualidade e foco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - O que vocês acham que vale a pena na música nacional agora?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; Eu vou ser bem sincero: eu acho que esse boom tecnológico todo abriu a porteira para um monte de lixo também. Mas o mercado se auto-ajusta. De repente você vê uma surpresa como o da &lt;b&gt;Maria Gadu&lt;/b&gt;, que é difícil, complexo, não tem nada a ver com sertanejo. É extremamente bem-elaborado e um sucesso de público. Isso me indica essa visão, me dá a sensação de que temos muita bobagem, mas que quando aparece alguma coisa de qualidade, acaba se sobressaindo e tendo um destaque natural. Acho que isso também aconteceu com o &lt;b&gt;Diogo Nogueira&lt;/b&gt;, que não é realmente novo, mas é um grande cantor.  No meio dessa bagunça da ebulição da internet, o que é ruim esfria. Mas não podemos ser preconceituosos e considerar que só música de elite é boa. Dentro do universo sertanejo tem muita coisa de qualidade também. Sem falar da música e do gênero, mas acho o &lt;b&gt;Luan Santana&lt;/b&gt; um tremendo performer. Já vi um show dele uns três anos atrás e ele tem um domínio de palco de gente experiente. E tudo isso de uma maneira bem instintiva: ele canta com absoluta perfeição, corre pelo palco inteiro e não se cansa. Não é porque não gostamos do gênero que vamos jogar pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Falando em 'jogar pedras', a polêmica da vez é o Lobão versus Lollapalooza Brasil. Vocês já foram convidados pra tocar em um festival com atrações internacionais e passaram por essa situação de tocar em horários considerados desprivilegiados?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; Esse caso do Lobão eu não tenho completa noção de como ocorreu. Mas nos grandes festivais lá da década de 60, como Ilha de Wright, Woodstock, teve gente que começou à tocar às 9 da manhã. O &lt;b&gt;Jimi Hendrix&lt;/b&gt; tocou às 11h! Qual o problema? Tudo bem, o Lobão não quer tocar às 10 da manhã porque dorme tarde e não quer acordar cedo. Será que é isso mesmo? É difícil saber o real motivo. Talvez ele não tivesse concordado com a atração que tocaria depois dele, algo assim. Fazer um julgamento agora sobre isso seria uma coisa leviana. O Lobão é um cara inteligente pra cacete, é meu amigo, e imagino que ele tenha os motivos dele pra recusar. Mas acredito que aqui no Brasil o pessoal é muito preconceituoso com essa história da sequência das apresentações. Na época da morte do &lt;b&gt;Freddie Mercury&lt;/b&gt;, em homenagem ao &lt;b&gt;Queen&lt;/b&gt;, fizeram um show especial e o &lt;b&gt;Rod Stewart&lt;/b&gt; entrou no palco às 15h. E quem foi tocar às 21h nem era tão conhecido. Acho que quem faz estes eventos está mais preocupado com a sequência de produtos, de eventos, do que se o artista merece tocar naquele horário ou não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Com o RPM então não teria problema tocar no mesmo horário proposto ao Lobão, por exemplo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon – &lt;/b&gt;Pelo horário não. Pelo contrato, talvez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Deluqui –&lt;/b&gt; Nos adaptaríamos. Mas se houvesse condições injustas, também não daria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Schiavon –&lt;/b&gt; Pra mim tá muito mais relacionado às condições do que pode ser feito do que pelo horário. Não vejo problema em tocar às 10h, eu costumo acordar às 7h (risos)!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-7284755735830255465?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/7284755735830255465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=7284755735830255465&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7284755735830255465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7284755735830255465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/foi-muita-burrice-o-rpm-ter-parado-diz.html' title='&quot;Foi muita burrice o RPM ter parado&quot;, diz Paulo Ricardo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-p0MCDiDRI58/TxWwVOq3lBI/AAAAAAAABTg/_uIqUp03v1o/s72-c/rpm.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-728417699435833678</id><published>2011-11-21T08:00:00.002-02:00</published><updated>2012-01-17T15:57:13.374-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ok go'/><title type='text'>OK Go toca de graça pelas ruas de São Paulo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/21/288662-ok-go-toca-de-graca-pelas-ruas-de-sao-paulo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RCHEoaID6l0/TxWzpWAMMoI/AAAAAAAABTs/VlCUfPG7Pls/s1600/okgo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-RCHEoaID6l0/TxWzpWAMMoI/AAAAAAAABTs/VlCUfPG7Pls/s400/okgo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;OK Go&lt;/b&gt; é uma banda americana especialista em criar clipes bombados na internet com baixo orçamento e ideias simples. Prova disso é o vídeo de "Here It Goes Again", que mostrava &lt;b&gt;Damian Kulash&lt;/b&gt; (vocal, guitarra), &lt;b&gt;Tim Nordwind&lt;/b&gt; (baixo, vocais), &lt;b&gt;Dan Konopka&lt;/b&gt; (bateria) e &lt;b&gt;Andy Ross&lt;/b&gt; (guitarra, teclados, voz) fazendo uma coreografia em cima de esteiras de corrida, e foi visualizado por cerca de um milhão de pessoas no YouTube em somente seis dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De olho no potencial viral do grupo, a marca de tequila Jose Cuervo contratou os rapazes para uma ação especial, com o intuito de divulgar o novo drink Cuervo Cold. Com isso, a marca está promovendo uma série de shows gratuitos da banda pelas ruas de São Paulo e Rio de Janeiro entre os dias 19 e 25 de novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é distribuir o OK GO em pequenas doses, com apresentações itinerantes em um caminhão de bebidas. A ação envolve ainda a gravação no Brasil de um vídeo participativo inédito para uma das músicas novas do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Virgula Música foi checar uma dessas apresentações relâmpago em São Paulo neste domingo (dia 20) e puxou Damian e Tim para um bate papo sobre os shows no Brasil, a relação da banda com as gravadoras e os próximos passos do OK Go. Leia abaixo a entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/20HZJn6Na2Y" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Vocês estão fazendo vários shows em um caminhão em um único dia. Já fizeram algo assim antes?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian -&lt;/b&gt; Nunca fizemos algo exatamente assim, mas já tivemos mais de um show em um único dia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;Certa vez tivemos alguns shows no Canadá, e um dia tocamos em um lado de uma cidade, entramos em uma van que não tinha pneus próprios para neve e seguimos para tocar em Halifax no mesmo dia... Não foi algo muito seguro de se fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Nenhum desses show foi em ‘terra firme’, foram todos em cima da neve. Isso foi incrível e ao mesmo tempo um pouco assustador. Depois disso eu jurei pra mim mesmo que nunca faria algo assim novamente. E agora estamos aqui (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;É, mas aqui no Brasil é bem mais divertido de tocar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Sim, com certeza! Mas nós já fizemos algumas apresentações estranhas, Já tentamos tocar debaixo d’água, e funcionou. Não foi muito confortável; eu estava usando um traje no qual meu corpo todo estava mais solto que o do resto dos integrantes, era quase como um tanque. Os outros tinham snorkels. Eu achei bem legal, mas Andy odiou isso. Acho que não poderíamos fazer isso de novo, porque ele nos mataria (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;Nós já tocamos no alto do Museu Guggenheim Bilbao, em Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian –&lt;/b&gt; Sim, e lá tentamos tocar na altura de 30 pés acima do solo, mas só conseguimos a 26 pés. Além disso, nós fizemos um desfile de oito horas em Los Angeles com cerca de cem pessoas. Nesse dia nós tocamos todas as músicas que sabíamos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Então foi fácil para vocês subir no caminhão e fazer essa série de shows...&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Claro! A parte mais difícil desse trabalho realmente é a para as pessoas que montam tudo, entram e saem daquele caminhão rapidamente. Toda a energia para os instrumentos tem que vir de geradores, e deve ser desgastante preparar tudo isso. É logisticamente muito difícil para a eles, mas para nós é bem fácil, pois é um show bem mais curto que o normal. Não temos muito espaço, mas é divertido pelo fato de captarmos energias diferentes do público de cada lugar. Tem pessoas que são pegas de surpresa andando pela rua e também fãs dedicados que vão a todos os concertos. É como se fosse uma 'caça ao tesouro' combinado com um show. Tem alguns garotos que eu já vi nas últimas três apresnetações e você se sente como se fosse amigo dessas pessoas... É uma sensação ótima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Como vocês foram convidados para fazer isso? Vocês tiveram que seguir um roteiro estabelecido ou puderam opinar nas ações?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;O pessoal da Jose Cuervo entrou em contato e disse basicamente 'nós queremos fazer este tipo de campanha e de uma forma que fique divertida e diferente'. A partir daí, nós trocamos umas ideias e chegamos a este formato experimental. Para nós é melhor manter um bom relacionamento com essas companhias que trabalham de um modo mais transparente do que entrar para uma grande gravadora, na qual teríamos compromissos que não pudéssemos controlar. Se estivéssemos em uma grande gravadora, não acho que faríamos algo assim. Acho legal que possamos fazer parcerias desta forma e ainda assim fazer um show de rock com experiências culturais e artísticas, não apenas reles propaganda. E a Cuervo foi bem legal a respeito disso tudo, eles querem que as pessoas apareçam e se divirtam, assim como nós. Me parece que esse tipo de ação entende melhor isso tudo do que a indústria da música. Não regramos nosso trabalho ou nossa vida pelas paradas do rádio: nós queremos tocar nossos projetos de acordo com nossas ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Você quase 'matou' minha próxima pergunta: vocês alcançaram sucesso com seus vídeos divulgados pelo YouTube, sem grandes produções e com ideias simples. Como a banda enxerga estes padrões de gravadoras e da indústria da música?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian –&lt;/b&gt; Eu me sinto péssimo pelas gravadoras, porque não é como se nelas só trabalhassem pessoas más – a maioria delas não é assim – mas vamos colocar da seguinte forma: nós temos que achar soluções para apenas uma banda, e eles têm que pensar em soluções para vários grupos. Então, eles precisam de sistemas que funcionem, não importa para quais bandas, mas que funcione e vire sucesso. Nosso sistema não funcionaria com outra banda qualquer, mas dá certo por causa das coisas específicas que fazemos: vídeos, discos e coisas diferentes para nos desafiarmos. Acho que, em uma gravadora normal, não dá para você contratar bandas que agem dessa forma. E este tipo de sistema que elas usam está morrendo, tudo está ficando cada vez mais experimental novamente. Por vários anos, era como um produto. Se eu disser 'Thriller, do &lt;b&gt;Michael Jackson&lt;/b&gt;', você se lembrará do álbum, do encarte do disco, coisas assim. Agora, se eu falar de 'Fuck You do &lt;b&gt;Cee-Lo Green&lt;/b&gt;', do que você vai lembrar? Eu lembro do vídeo e da música. Acho que hoje em dia certas coisas estão mais ligadas à experiência das pessoas com aquilo do que por uma imagem já pré-concebida pelo artista, um pedaço de plástico. E as coisas não devem mais voltar àquele modelo. É como se as gravadoras estivessem vendendo aparelhos de fax na década errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;Como fazem com o &lt;b&gt;Justin Bieber&lt;/b&gt; (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Sim! Nós temos nosso próprio selo e também tentaremos lançar nossas próprias bandas, nossos amigos, e talvez tenhamos exatamente o mesmo problema que as gravadoras normais enfrentam. Mas duvido que vamos fazer sistemas iguais, visto que vamos trabalhar apenas com amigos e projetos que sejam apaixonantes para nós, coisas que nos interessem de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Falando em música que lhe interessa, quais popstars que vocês acham que valem a pena hoje em dia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;Sempre terá boa música pop por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Eu não ouço de verdade muitas rádios pop por aí. Mas é interessante saber que o indie rock fez sucesso, com bandas pequenas crescendo em popularidade. Como o &lt;b&gt;Foster the People&lt;/b&gt;, que virou uma banda maior para o público grande. É bom ver que coisas assim viraram o pop por causa da internet. Eu não acho que o &lt;b&gt;Arcade Fire&lt;/b&gt; poderia ser um grande sucesso antes da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;Existem alguns artistas pop que trabalham com pessoas interessantes. Eu gosto do &lt;b&gt;Justin Timberlake&lt;/b&gt;, por exemplo. Ele é demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian –&lt;/b&gt; Eu adoro o Justin Timberlake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim - &lt;/b&gt;Ele já fez discos bons, a produção dele é ótima. Tem pessoas como &lt;b&gt;Pharrel&lt;/b&gt;, e outros artistas do hip hop, como o &lt;b&gt;Jay-Z&lt;/b&gt; e coisas assim. A produção deles é interessante e excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Os discos do Jay-Z soam muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Andy Ross está na banda desde 2005. O que mudou desde a saída de Andy Duncan, o guitarrista anterior?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim –&lt;/b&gt; Bom, tudo. A indústria musical mudou! (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Sim, a indústria musical desmoronou. Todos os vídeos que fizemos aconteceram depois que ele saiu, e isso obviamente deu uma grande diferença. Nós somos pessoas criativas que gostam de fazer várias coisas, por isso achamos legal continuar em uma gravadora independente. E quando os vídeos começaram a chamar atenção e nos abrir a realidade de que seria possível fazer realmente o que gostássemos... isso mudou bastante. Mas não estou dizendo que isso aconteceu porque &lt;b&gt;Andy Duncan&lt;/b&gt; saiu, isso pode ter sido uma coincidência. Não conseguimos isso somente por conta de Andy Ross.  Mas existem algumas diferenças: nosso som mudou bastante e se Andy Duncan ainda estivesse conosco, provavelmente nossa sonoridade teria seguido por uma outra direção. O jeito de Andy Ross tocar é realmente único, e se ele não estivesse na banda, não teríamos feito este último disco desta forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tim – &lt;/b&gt;Ele tem alguns solos bem especiais, ele gosta desse tipo de coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E depois que essa loucura de shows relâmpago terminar, quais os planos? Vocês já tem músicas novas na manga para um próximo disco?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damian – &lt;/b&gt;Estamos no meio da produção de um novo vídeo nos Estados Unidos. Começamos na semana passada, mas pausamos tudo e vamos terminar assim que retornarmos. Esperamos voltar a gravar novas canções no próximo semestre, mas não temos muita coisa escrita ainda. O jeito que compomos funciona como se tocássemos uma progressão de acordes junto com uma batida. Em seguida, improvisamos em cima e escolhemos o que dá para aproveitar. Então já temos alguns elementos, mas sem músicas completas ainda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-728417699435833678?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/728417699435833678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=728417699435833678&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/728417699435833678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/728417699435833678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/ok-go-toca-de-graca-pelas-ruas-de-sao.html' title='OK Go toca de graça pelas ruas de São Paulo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-RCHEoaID6l0/TxWzpWAMMoI/AAAAAAAABTs/VlCUfPG7Pls/s72-c/okgo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-981064013566482700</id><published>2011-11-15T19:54:00.002-02:00</published><updated>2011-11-19T12:40:00.475-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sonic youth'/><title type='text'>Sonic Youth tenta superar clima de despedida no SWU</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/15/288345-sonic-youth-tenta-superar-clima-de-despedida-no-swu"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0VCwfSquN8M/TsUgDtuUQ-I/AAAAAAAABS8/u5gTHQITxb8/s1600/sy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-0VCwfSquN8M/TsUgDtuUQ-I/AAAAAAAABS8/u5gTHQITxb8/s400/sy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O grupo novaiorquino &lt;b&gt;Sonic Youth&lt;/b&gt; subiu ao palco Consciência às 19h08, debaixo de uma chuva que pretendia estragar os ânimos da plateia. Mas dadas as circunstâncias adversas - por conta do divórcio do guitarrista &lt;b&gt;Thurston Moore&lt;/b&gt; e a baixista &lt;b&gt;Kim Gordon&lt;/b&gt; após quase trinta anos de relacionamento, este pode ser o último show da carreira da banda - nenhum fã quis arredar o pé do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que um pesado clima de despedida tenha marcado a apresentação, o set list do Sonic Youth não sofreu alterações radicais em relação aos shows anteriores da turnê. Thurston e o baixista &lt;b&gt;Mark Ibold&lt;/b&gt; surgiram sorridentes no palco, ao passo que o guitarrista &lt;b&gt;Lee Ranaldo&lt;/b&gt; fez questão de dar um "olá" no microfone, antes de iniciarem o show com "Brave Men Run (In My Family)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação começou em um ritmo regular, mas depois esquentou com a visceral "Death Valley 69". A tensão da música parece ter ganhado um outro significado para a plateia, pois nesta música Thurston e Kim dividem simultaneamente os vocais. O show inteiro foi permeado pelo frenesi de que este pode vir a ser o show derradeiro do grupo. Mas nada disso transparecia entre os dois rockstars no palco; seria injustiça dizer que estavam se tratando com frieza, pois os dois nunca foram de trocar afagos em público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar deste clima pouco propício, não era difícil enxergar o baterista &lt;b&gt;Steve Shelley&lt;/b&gt; e Mark Ibold sorrindo durante a apresentação. Talvez justamente para apaziguar os ânimos dos presentes, Thurston se dirigiu à plateia após a épica "'Cross The Breeze", apresentando a banda. "Senhoras e senhores, nossa banda se chama Sonic Youth e somos de New York City. É uma honra estar de volta no Brasil, aqui juntos mais uma vez com todos os nossos lindos irmãos e irmãs brasileiras". Em seguida, o grupo tocou "Schizophrenia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para espectadores desavisados, um show do Sonic Youth pode ser uma verdadeira tortura sonora sem sentido, pois a banda tem predileção por esticar suas músicas com longos improvisos de puro barulho guitarrístico. Quem não gosta, foi pra arquibancada se proteger da chuva. Quem gosta, teve um prato cheio com os crescendos de "Flower", "Starfield Road" – construída totalmente em cima de cacofonias e microfonias – e a parte final de Mote, na qual o grupo promoveu uma grande viagem sonora, com Thurston maltratando sua guitarra e amplificador até largar o instrumento em cima de uma câmera da produção do SWU.﻿&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;No final de "Sugar Kane", Thurston mais uma vez foi ao microfone, desta vez para agradecer ao público por ter suportado a forte chuva. "Vocês foram lindos e excepcionais, mal posso esperar para vê-los novamente", disse, dando uma pista que talvez possamos contar com novos shows do Sonic Youth no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo finalizou seu set com o hino alternativo "Teenage Riot", emendando também com mais uma sessão noise que durou cerca de 5 minutos. Ao final do barulho, Thurston se sentou no degrau da bateria, cruzou as pernas e ficou admirando o público, com uma expressão enigmática - pra variar, o músico estava com seus cabelos cobrindo o rosto. Difícil tentar imaginar o que se passava na cabeça do músico, mas nas mentes dos fãs, um misto de melancolia e alegria já poderia ser considerado unânime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 – Brave Men Run (In My Family)&lt;br /&gt;02 – Death valley 69&lt;br /&gt;03 – Sacred Trickster&lt;br /&gt;04 – Calming the Snake&lt;br /&gt;05 – Mote&lt;br /&gt;06 – ‘Cross The Breeze&lt;br /&gt;07 – Schizophrenia&lt;br /&gt;08 – Drunken Butterfly&lt;br /&gt;09 – Starfield Road&lt;br /&gt;10 – Flower&lt;br /&gt;11 – Sugar Kane&lt;br /&gt;12 – Teenage Riot&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-981064013566482700?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/981064013566482700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=981064013566482700&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/981064013566482700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/981064013566482700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/sonic-youth-tenta-superar-clima-de.html' title='Sonic Youth tenta superar clima de despedida no SWU'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-0VCwfSquN8M/TsUgDtuUQ-I/AAAAAAAABS8/u5gTHQITxb8/s72-c/sy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-2182485236109449841</id><published>2011-11-15T18:16:00.006-02:00</published><updated>2012-01-17T15:57:51.867-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='stone temple pilots'/><title type='text'>Stone Temple Pilots faz show em marcha lenta no palco Energia</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/15/288344-stone-temple-pilots-faz-show-em-marcha-lenta-no-palco-energia"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sEOMwbqhK5I/TsUg-WlypEI/AAAAAAAABTI/xsYzUZuy6c0/s1600/stp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-sEOMwbqhK5I/TsUg-WlypEI/AAAAAAAABTI/xsYzUZuy6c0/s400/stp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;Stone Temple Pilots&lt;/b&gt; subiu ao palco Energia do SWU Music &amp; Arts Festival com aquele clima de 'cumprimento de tabela'. Escalados para anteceder o show do &lt;b&gt;Alice in Chains&lt;/b&gt;, nesta segunda-feira (dia 14), &lt;b&gt;Scott Weiland&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Dean&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Robert DeLeo&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Eric Kretz&lt;/b&gt; apresentaram um set list recheado com hits, mas tocado em um ritmo um pouco mais lento do que as gravações originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 15 minutos de atraso, o grupo iniciou sua apresentação com duas faixas do disco de estreia, &lt;b&gt;Core&lt;/b&gt;, de 1992: "Crackerman" e "Wicked Garden". Seguindo a linha do saudosismo que permeou esta edição do SWU, a banda focou seu repertório em uma espécie de 'zona de conforto para apresentações em grandes festivais'﻿, optando por tocar canções da época em que a banda gozava do estouro comercial, como "Vasoline", "Interstate Love Song" e "Big Empty".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por menos que o ponto alto do show foi o superhit "Plush", cantado com tanta intensidade pelo público que Weiland se sensibilizou. A partir deste momento, o vocalista passou a interagir mais com a plateia, subindo nas caixas de retorno e com algumas falas ao microfone entre as músicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para quem foi ao show do STP em dezembro do no ano passado, em São Paulo, a escolha do set list não revelou nenhuma surpresa﻿, fora a presença certeira do hit "Big Bang Baby" - pérola pop do inspirado disco &lt;b&gt;Tiny Music... Songs From The Vatican Gift Shop&lt;/b&gt;, de 1996. Quando a apresentação finalmente parecia engrenar em um ritmo mais rápido, foi a vez de encerrar o set, com "Sex Type Thing" e "Trippin' On a Hole In a Paper Heart". Uma pena que o grupo só tenha acordado de verdade no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos haters de plantão que não concordam que a performance de Weiland e cia. foi 'apagadinha', é só dar uma olhada no vídeo abaixo, de uma apresentação do grupo no festival Rolling Rock Town Fair, em 2001. Se eles ainda viessem com esse pique todo que mantinham há dez anos, certamente teriam feito uma apresentação memorável no SWU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/hbF7xTlrUJA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 – Crackerman&lt;br /&gt;02 – Wicked Garden&lt;br /&gt;03 – Vasoline&lt;br /&gt;04 – Heaven &amp; Hot Rods&lt;br /&gt;05 – Between the Lines&lt;br /&gt;06 – Big Empty&lt;br /&gt;07 – Silvergun Superman&lt;br /&gt;08 - Plush&lt;br /&gt;09 – Interstate Love Song&lt;br /&gt;10 – Big Bang Baby&lt;br /&gt;11 – Sex Type Thing&lt;br /&gt;12 – Trippin’ On A Hole In A Paper Heart﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-2182485236109449841?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/2182485236109449841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=2182485236109449841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2182485236109449841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2182485236109449841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/stone-temple-pilots-faz-show-em-marcha.html' title='Stone Temple Pilots faz show em marcha lenta no palco Energia'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-sEOMwbqhK5I/TsUg-WlypEI/AAAAAAAABTI/xsYzUZuy6c0/s72-c/stp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-5515928515683856383</id><published>2011-11-15T06:30:00.010-02:00</published><updated>2012-01-17T15:58:18.752-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='faith no more'/><title type='text'>Faith No More encerra SWU com show burlesco de Mike Patton</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/15/288305-faith-no-more-encerra-swu-com-show-burlesco-de-mike-patton"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9tyGN6PCtmI/TsUh2lVopcI/AAAAAAAABTU/MA1Dp7M7Ucg/s1600/patton.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-9tyGN6PCtmI/TsUh2lVopcI/AAAAAAAABTU/MA1Dp7M7Ucg/s400/patton.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mike Patton&lt;/b&gt; é um entertainer por excelência. Por mais que o vocalista divida sua musicalidade esquizofrênica em vários projetos mais estranhos, é somente comandando o &lt;b&gt;Faith No More&lt;/b&gt; que Patton consegue combinar com maestria suas traquinagens no palco com música de qualidade. Percebendo isso, a organização do SWU Music &amp; Arts Festival colocou a banda para encerrar a edição deste ano do evento - e a escolha não poderia ser mais certeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo subiu ao palco Energia nesta segunda-feira (dia 14) com cerca de 30 minutos de atraso, apresentados pelo poeta e educador pernambucano &lt;b&gt;Cacau Gomes&lt;/b&gt;﻿. Com todos os outros membros do Faith No More (&lt;b&gt;Mike Bordin&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Roddy Bottum&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Billy Gould&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Jon Hudson&lt;/b&gt;) ﻿vestidos de branco, Patton encarnou um verdadeiro 'preto véio' (ou Zé Pilintra, segundo comentários abalizados dos leitores), ao aparecer devidamente munido de colares, chapéu e uma bengala. Um medley de "Woodpecker From Mars" e "Delilah", de &lt;b&gt;Tom Jones&lt;/b&gt;, deu início aos trabalhos da noite com uma certa estranheza, apenas para em seguida brindar o público com o hit urgente "From Out Of Nowhere".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente de o Faith No More ter priorizado músicas menos conhecidas em detrimento de alguns sucessos - vide a inclusão de músicas como "Cuckoo For Caca", "Caffeine" e "King For A Day" no lugar de escolhas fáceis como "A Small Victory", "Edge Of The World" e "Falling To Pieces", por exemplo -, a presença de palco do frontman tresloucado e versátil sempre fez a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patton mostrou sua simpatia desbocada ao comentar o coro da plateia na versão em português de "Evidence" ("Do c*ralho, irmãos! P*ta que te pario!"), babou no chão durante "Midlife Crisis", sacaneou as outras atrações do festival que se limitaram a desejar "boa noite, São Paulo", remendando "não é São Paulo, é Paulínia!" e propagou o caos em forma de diversão em "The Gentle Art of Making Enemies", ao controlar uma câmera da produção do festival e em seguida pular a grade que separava o público para tomar um banho de cerveja. E em meio a tudo isso, claro, Mike Patton cantou muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o espetáculo não ficou apenas a cargo do cantor; depois de presentear o público com o maior hit da carreira da banda, "Epic", o Faith No More recebeu no palco o &lt;b&gt;Coral de Crianças de Heliópolis&lt;/b&gt; para tocar uma versão comovente de "Just A Man". O frontman tentou se despedir dos espectadores mandando "beijocas", mas logo teve de voltar ao palco. Para o bis, o grupo optou por tocar uma canção desconhecida (seria uma canção nova e inédita do Faith No More?), a porrada "Diggin' The Grave" e "This Guy's In Love With You", famosa na voz de &lt;b&gt;Herb Alpert&lt;/b&gt;﻿.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo debaixo de uma forte chuva, a plateia não foi saciada com estes três números﻿ e clamou pela volta da banda para um segundo bis. Mas ele não se concretizou, visto que uma repentina queima de fogos anunciou o fim do show e do SWU. Mas Mike Patton deixou uma forte lembrança como consolo: todas as testemunhas da performance do Faith No More foram deitar suas cabeças em seus devidos travesseiros com o mantra "P*RRA C*RALHO" ecoando em suas mentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/kz5saPuiRsQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Set list&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Woodpecker From Mars/Delilah&lt;br /&gt;02 - From Out Of Nowhere&lt;br /&gt;03 - Last Cup Of Sorrow&lt;br /&gt;04 - Caffeine&lt;br /&gt;05 - Evidence&lt;br /&gt;06 - Midlife Crisis&lt;br /&gt;07 - Cuckoo For Caca&lt;br /&gt;08 - Easy&lt;br /&gt;09 - Surprise! You're Dead&lt;br /&gt;10 - Ashes To Ashes&lt;br /&gt;11 - The Gentle Art Of Making Enemies&lt;br /&gt;12 - King For A Day&lt;br /&gt;13 - Epic&lt;br /&gt;14 - Just A Man&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bis&lt;br /&gt;15 - Unknown&lt;br /&gt;16 - Diggin' The Grave&lt;br /&gt;17 - This Guy's In Love With You&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-5515928515683856383?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/5515928515683856383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=5515928515683856383&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5515928515683856383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5515928515683856383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/faith-no-more-encerra-swu-com-show.html' title='Faith No More encerra SWU com show burlesco de Mike Patton'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-9tyGN6PCtmI/TsUh2lVopcI/AAAAAAAABTU/MA1Dp7M7Ucg/s72-c/patton.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-1447796220107661714</id><published>2011-11-14T18:28:00.002-02:00</published><updated>2012-01-17T15:58:34.849-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='down'/><title type='text'>Phil Anselmo instiga público do SWU com o peso do Down</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/14/288302-phil-anselmo-instiga-publico-do-swu-com-o-peso-do-down"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Mj_FDDI2quY/TsUfYQYWy_I/AAAAAAAABSw/Id9H0aIMlvE/s1600/down.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-Mj_FDDI2quY/TsUfYQYWy_I/AAAAAAAABSw/Id9H0aIMlvE/s400/down.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Phil Anselmo&lt;/b&gt; sabe como incendiar uma plateia. Nesta segunda-feira, dia 14, o vocalista subiu ao palco Consciência do SWU Music &amp; Arts Festival, despejou doses cavalares de riffs matadores com o &lt;b&gt;Down&lt;/b&gt; e fez o show mais pesado do festival até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda é um supergrupo que reúne grandes nomes do metal, como o próprio Anselmo (ex-&lt;b&gt;Pantera&lt;/b&gt;), &lt;b&gt;Pepper Keenan&lt;/b&gt; (ex-&lt;b&gt;Corrosion of Conformity&lt;/b&gt;), &lt;b&gt;Kirk Windstein&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Patrick Bruders&lt;/b&gt; (ambos do &lt;b&gt;Crowbar&lt;/b&gt;), além de &lt;b&gt;Jimmy Bower&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;Eyehategod&lt;/b&gt;). Com currículos assim, não seria difícil o Down satisfazer fãs ávidos por um som pesado e agressivo. Mas a banda foi além do protocolo e entregou um dos shows mais intensos do SWU até então, com pérolas metálicas de alto valor como "Hail to the Leaf", "Losing All" e "Eyes of the South".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrega do grupo no palco era tanta que Anselmo chegou ao extremo de bater com o microfone na própria cabeça várias vezes, abrindo uma ferida em sua testa. Mais contidos, os guitarristas Pepper Keenan e Kirk Windstein optaram por gastar suas energias com solos rápidos que faziam o público pular na mesma cadência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto do fim, Anselmo reparou em um espectador com um enorme logotipo do Pantera tatuado no peito. Como que para satisfazer o fã e o restante da plateia que berrava por músicas de sua ex-banda, o Down provocou o público com um pequeno trecho de "Walk", emendando em seguida a saideira, "Bury Me In Smoke".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/XSN_ovcgADE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como gran finale, o grupo estendeu o pesado riff principal da canção, dando lugar aos integrantes do &lt;b&gt;Duff McKagan's Loaded&lt;/b&gt;, que se apresentaram horas antes no mesmo palco e agora assistiam ao show do Down nos bastidores. Um por um, os músicos do Loaded foram assumindo os instrumentos, sem deixar a música parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visivelmente balançado pela reação calorosa do público, Phil Anselmo não deixou o palco e, depois de declarar que este foi de longe o melhor show que ele já fez no Brasil, o vocalista fez questão de encerrar a apresentação de maneira inusitada. "Vamos terminar isso tudo da maneira certa", disse, antes de citar o clássico do &lt;b&gt;Led Zeppelin&lt;/b&gt;, "Stairway to Heaven", cantarolando "...and she's buying a stairway to heaven".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set List&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 – Temptations Wings&lt;br /&gt;02 – Lifer&lt;br /&gt;03 – Pillars of Eternity&lt;br /&gt;04 – Rehab&lt;br /&gt;05 – Hail The Leaf&lt;br /&gt;06 – Underneath Everything&lt;br /&gt;07 – Losing All&lt;br /&gt;08 – Swan Song&lt;br /&gt;09 – Eyes Of The South&lt;br /&gt;10 – Stone The Crow&lt;br /&gt;11 – Walk (trecho)&lt;br /&gt;12 – Bury Me In Smoke&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-1447796220107661714?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/1447796220107661714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=1447796220107661714&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1447796220107661714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1447796220107661714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/phil-anselmo-instiga-publico-do-swu-com.html' title='Phil Anselmo instiga público do SWU com o peso do Down'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Mj_FDDI2quY/TsUfYQYWy_I/AAAAAAAABSw/Id9H0aIMlvE/s72-c/down.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-4242849395335560783</id><published>2011-11-14T00:19:00.001-02:00</published><updated>2011-11-19T12:49:08.906-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='peter gabriel'/><title type='text'>Peter Gabriel desafia público do SWU com repertório sofisticado</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/14/288247-peter-gabriel-desafia-publico-do-swu-com-repertorio-sofisticado"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_T5U9ZEPyIo/TsUeqgpz4AI/AAAAAAAABSk/CJc4pJA9vPg/s1600/petergabriel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-_T5U9ZEPyIo/TsUeqgpz4AI/AAAAAAAABSk/CJc4pJA9vPg/s400/petergabriel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Ignorando toda a confusão que sua produção esteve envolvida durante a parte da tarde, &lt;b&gt;Peter Gabriel&lt;/b&gt; subiu ao Palco Consciência do SWU às 22h15 para um show voltado somente para "fãs iniciados". Acompanhado pela &lt;b&gt;New Blood Orchestra&lt;/b&gt;﻿, o cantor inglês apresentou um repertório sofisticado e destoou totalmente das outras atrações do SWU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O show iniciou com "Heroes", dando a tônica do que viria dali em diante: arranjos executados com 'perfeição cirúrgica' por uma orquestra que, se não impressionava pelo seu som, chamava atenção pela disposição de seus vários membros no palco. A performance de Gabriel não deixava por menos; sua voz ainda impecável falou por sua diminuta presença de palco. A colocação quase estática do cantor foi várias vezes compensada por discursos pontuais em bom português.&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;Ao longo do show, o cantor homenageou o pai - que fará 100 anos em abril -, com "Father, Son" e contou com a colaboração da apresentadora &lt;b&gt;Didi Wagner&lt;/b&gt;, do canal Multishow, como intérprete. A participação visava divulgar a luta contra a LRA (Lord's Resistance Army), grupo militar africano com cunho religioso, responsável pela violação de vários itens dos Direitos Humanos, como assassinato, mutilações e outras bárbaries.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pontos altos do repertório foram as canções "Downside Up", "Mercy Street", "Rhythm Of The Heat" - com seus crescendos emocionantes e bela interpretação vocal de Peter - e "Solsbury Hill", que foi devidamente ovacionada pela plateia que ainda resistia incólume em frente ao espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao redor, muitos desistiam da difícil tarefa de acompanhar o show sem soltar alguns bocejos. Em Do outro lado da arena, varios fãs do &lt;b&gt;Lynyrd Skynyrd&lt;/b&gt; já esperavam impacientemente pelo início do próximo show. Quando Peter Gabriel finalmente terminou seu bis com "Biko", os roqueiros enfim soltaram seus gritos de alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Heroes&lt;br /&gt;02 - ﻿Wallflower&lt;br /&gt;03 - Intruder&lt;br /&gt;04 - San Jacinto&lt;br /&gt;05 - Secret World&lt;br /&gt;06 - Signal To Noise&lt;br /&gt;07 - Downside Up&lt;br /&gt;08 - Mercy Street&lt;br /&gt;09 - Rhythm Of The Heat&lt;br /&gt;10 - Father, Son&lt;br /&gt;11 - Red Rain&lt;br /&gt;12 - Solsbury Hill&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bis&lt;br /&gt;13 - In Your Eyes&lt;br /&gt;14 - Don't Give Up&lt;br /&gt;15 - Biko﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-4242849395335560783?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/4242849395335560783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=4242849395335560783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/4242849395335560783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/4242849395335560783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/peter-gabriel-desafia-publico-do-swu.html' title='Peter Gabriel desafia público do SWU com repertório sofisticado'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-_T5U9ZEPyIo/TsUeqgpz4AI/AAAAAAAABSk/CJc4pJA9vPg/s72-c/petergabriel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-2344398063152355540</id><published>2011-11-13T18:24:00.005-02:00</published><updated>2011-11-19T12:50:21.871-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tedeschi trucks band'/><title type='text'>Tedeschi Trucks Band supera chuva e esquenta palco Energia no SWU</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/13/288214-tedeschi-trucks-band-supera-chuva-e-esquenta-palco-energia-no-swu"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-C4vskRYiyNg/TsUb6UQxkaI/AAAAAAAABSY/1VRApQ_oytw/s1600/tedeschi01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-C4vskRYiyNg/TsUb6UQxkaI/AAAAAAAABSY/1VRApQ_oytw/s400/tedeschi01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A confirmação da &lt;b&gt;Tedeschi Trucks Band&lt;/b&gt; no SWU Music &amp; Arts deste ano não rendeu muito alarde, e talvez justamente por não nutrir muita expectativa o show do grupo já pode ser considerado um dos destaques do segundo dia do festival. Mesmo debaixo de chuva, o grupo desencantou no palco e espantou o clima de azarão com performances virtuosas de seus músicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente desconhecidos do grande público brasileiro, a banda capitaneada pelo casal &lt;b&gt;Derek Trucks&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Susan Tedeschi&lt;/b&gt; tocou canções fortes com blues rocks pesados como "Learn How To Love" e "Don't Let Me Slide".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justificando a fama de um dos maiores guitarristas da atualidade, Derek Trucks brilhou ao demonstrar suas habilidades com seu instrumento, esticando as músicas com vários solos envenenados com um slide no dedo. A esposa também não deixou por menos e marcou presença com solos competentes em algumas músicas. Mas a grande carta na manga de Susan é a sua interpretação vocal forte e emocionalmente rasgada, que demonstrou que mulher também pode cantar blues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perto do fim, o grupo investiu pesado nos improvisos, para que os demais músicos também mostrassem suas habilidades. Depois de alguns solos de trompete a la &lt;b&gt;Miles Davis&lt;/b&gt;, a jam começou a ficar cansativa. Ao perceber isso, a banda emendou a última música e saiu do palco com mais fãs no bolso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-2344398063152355540?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/2344398063152355540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=2344398063152355540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2344398063152355540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2344398063152355540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/tedeschi-trucks-band-supera-chuva-e.html' title='Tedeschi Trucks Band supera chuva e esquenta palco Energia no SWU'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-C4vskRYiyNg/TsUb6UQxkaI/AAAAAAAABSY/1VRApQ_oytw/s72-c/tedeschi01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-7162724771207682141</id><published>2011-11-12T21:47:00.001-02:00</published><updated>2011-11-19T12:52:12.820-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='snoop dogg'/><title type='text'>Snoop Dogg encerra show no SWU com pagode do Só Pra Contrariar</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/12/288168-snoop-dogg-encerra-show-no-swu-com-pagode-do-so-pra-contrariar"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-J7XF7gqNtLE/TsUTNcao9LI/AAAAAAAABSM/7eq-FuP9h20/s1600/snoopdogg.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-J7XF7gqNtLE/TsUTNcao9LI/AAAAAAAABSM/7eq-FuP9h20/s400/snoopdogg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Snoop Dogg&lt;/b&gt; subiu ao palco Energia do SWU Music &amp; Arts Festival neste sábado, dia 12. O rapper fez o show com a maior concentração de público da noite até então, apoiado por uma trupe de seis músicos (DJ, tecladista, baterista, baixista e mais dois MCs) e três dançarinas.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o término do show de &lt;b&gt;Damian Marley&lt;/b&gt; no Palco Consciência, às 20h33, os alto-falantes do Palco Energia soaram a ópera "Carmina Burana", que serviu de introdução para a entrada do rapper e seus asseclas. Sempre amparado por três dançarinas - uma negra, uma morena e uma loira -, Snoop começou sua apresentação um pouco sisudo, mas aos poucos foi se soltando, em resposta à empolgação da plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do show, o rapper também dividia o palco com um mascote, que usava uma cabeça de cachorro de pelúcia e trajava uma camiseta com os dizeres 'Nasty Dogg'. Depois de tirar os óculos, Snoop passou a interagir mais com o público, que vibrou com hits como "P.I.M.P.", "Sensual Seduction" e "Beautiful" - apesar das frequentes falhas no telão do lado direito do palco e do baixo volume do microfone principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em "I Wanna Love You" (alterada para "I Wanna Fuck You")﻿, Snoop teve o momento mais 'pimp' de sua apresentação: o rapper puxou uma cadeira, sentou-se, cantou alguns versos e assistiu a uma coreografia quente de suas dançarinas﻿, que não perderam a chance de fazer lap dance para Snoop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O show chegou ao fim com um momento inusitado: o DJ colocou o pagode "Minha Fantasia", do grupo &lt;b&gt;Só Pra Contrariar&lt;/b&gt;, e Snoop pediu para o público cantar. Nem precisou insistir muito, pois o que se ouvia era um grande coro entoado com a letra da música, e alguns desavisados olhando para os lados sem entender o que estava acontecendo. "Peace, love and soul", bradou o rapper, despedindo-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Intro - Carmina Burana&lt;br /&gt;02 - I Wanna Rock&lt;br /&gt;03 - P.I.M.P. (50 Cent cover)&lt;br /&gt;04 - Smoke Weed Everyday&lt;br /&gt;05 - Gin and Juice&lt;br /&gt;06 - I Wanna Fuck You (Akon cover)&lt;br /&gt;07 - Beautiful&lt;br /&gt;08 - Sensual Seduction&lt;br /&gt;09 - Drop It Like It's Hot&lt;br /&gt;10 - Who Am I (What's My Name?)&lt;br /&gt;11 - The Next Episode (Dr. Dre cover)&lt;br /&gt;12 - Minha Fantasia (Só Pra Contrariar Cover)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-7162724771207682141?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/7162724771207682141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=7162724771207682141&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7162724771207682141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7162724771207682141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/snoop-dogg-encerra-show-no-swu-com.html' title='Snoop Dogg encerra show no SWU com pagode do Só Pra Contrariar'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-J7XF7gqNtLE/TsUTNcao9LI/AAAAAAAABSM/7eq-FuP9h20/s72-c/snoopdogg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-8590418397839753741</id><published>2011-11-12T19:29:00.001-02:00</published><updated>2011-11-19T12:54:27.886-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marcelo D2'/><title type='text'>Marcelo D2 promove festa regada a hip-hop no palco Energia</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/12/288162-marcelo-d2-promove-festa-regada-a-hip-hop-no-palco-energia"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fGXmKhk9BNY/TsUSn_R0F3I/AAAAAAAABSA/PujsCJMhmIk/s1600/d2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-fGXmKhk9BNY/TsUSn_R0F3I/AAAAAAAABSA/PujsCJMhmIk/s400/d2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Marcelo D2&lt;/b&gt; fez um show em clima de 'cerveja com os amigos' no Palco Energia do SWU Music &amp; Arts Festival, na tarde de sábado, dia 12﻿. Apresentando músicas de sua carreira solo e do Planet Hemp, o rapper contou com várias participações especiais e empolgou a plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o público que rondava o evento perguntando onde e que horas começaria o show de D2 finalmente achou o que procurava e estava ali para ouvir o hip hop com toques de rock promovido por Marcelo e sua trupe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carioca subiu ao palco às 18h07 e começou seu set com "Vai Vendo". ﻿Na segunda música, "A Maldição do Samba", o espaço em frente ao Palco Energia já estava abarrotado, e dali pra frente D2 não precisou se esforçar muito para ganhar a plateia, que estava tão receptiva a ponto de cantar boa parte das letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rapper mostrou sua veia mais roqueira com "A Arte do Barulho" e "Gueto", em uma versão mais pesada, com forte presença de guitarras. O hit "Desabafo" veio em seguida, com Marcelo deixando o refrão a cargo da plateia por várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o grande destaque ficou quando D2 abriu espaço para o rapper &lt;b&gt;Fernandinho&lt;/b&gt; mostrar suas habilidades fazendo beatbox. Ao final de sua canja, Fernandinho puxou o ritmo de "Sweet Dreams (Are Made of This)" - o clássico oitentista do &lt;b&gt;Eurythmics&lt;/b&gt; - e até "Sunday Bloody Sunday", do &lt;b&gt;U2&lt;/b&gt;, devidamente gritada por D2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D2 também fez uma pequena homenagem a &lt;b&gt;Bezerra da Silva&lt;/b&gt;, emendando "Malandragem Dá Um Tempo" e "A Semente". Em seguida, presenteou seus fãs mais antigos com "Queimando Tudo" e "Mantenha o Respeito", do &lt;b&gt;Planet Hemp&lt;/b&gt;. Depois de inúmeras referências à cannabis, Marcelo declarou "a noite é da família" e chamou seu filho &lt;b&gt;Stephan&lt;/b&gt; para cantar "Loadeando".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí, a apresentação virou algo semelhante a uma mesa de bar, com D2 recebendo convidados como &lt;b&gt;Helinho&lt;/b&gt;, do grupo &lt;b&gt;Ponto de Equilíbrio&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Renato Venom&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Emicida&lt;/b&gt; para dividir os vocais. Antes do final do show, com "Qualé?", D2 propôs um brinde de cerveja com seus amigos em cima do palco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Vai Vendo&lt;br /&gt;02 - A Maldição do Samba&lt;br /&gt;03 - À Procura da Batida Perfeita&lt;br /&gt;04 - A Arte do Barulho&lt;br /&gt;05 - Gueto&lt;br /&gt;06 - Desabafo&lt;br /&gt;07 - 1967&lt;br /&gt;08 - Eu Tive Um Sonho&lt;br /&gt;09 - Pode ACreditar&lt;br /&gt;10 - Oquecêqué&lt;br /&gt;11 - Profissão MC&lt;br /&gt;12 - Stab&lt;br /&gt;13 - Contexto&lt;br /&gt;14 - Queimando Tudo&lt;br /&gt;15 - Mantenha o Respeito&lt;br /&gt;16 - Loadeando&lt;br /&gt;17 - Eu Já Sabia&lt;br /&gt;18 - C.B. Sangue Bom&lt;br /&gt;19 - Qualé?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-8590418397839753741?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/8590418397839753741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=8590418397839753741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/8590418397839753741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/8590418397839753741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/marcelo-d2-promove-festa-regada-hip-hop.html' title='Marcelo D2 promove festa regada a hip-hop no palco Energia'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fGXmKhk9BNY/TsUSn_R0F3I/AAAAAAAABSA/PujsCJMhmIk/s72-c/d2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-714538313654772576</id><published>2011-11-12T16:02:00.002-02:00</published><updated>2011-11-19T12:56:42.799-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='swu 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='emicida'/><title type='text'>Emicida abre SWU com show-coletânea no palco Consciência</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/12/288157-emicida-abre-swu-com-show-coletanea-no-palco-consciencia"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ckq-n1fiw_8/TsURdrcmdSI/AAAAAAAABR0/5-B-oqs245I/s1600/emicida.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-ckq-n1fiw_8/TsURdrcmdSI/AAAAAAAABR0/5-B-oqs245I/s400/emicida.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O rapper &lt;b&gt;Emicida&lt;/b&gt; iniciou as atividades do primeiro dia do SWU Music &amp; Arts Festival, neste sábado, dia 12. Munido apenas de dois microfones e da companhia do &lt;b&gt;DJ Nyack&lt;/b&gt;, Emicida convocou para a frente do palco o pequeno público que ainda chegava ao evento e mostrou sua destreza característica com rimas instantâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto alto da apresentação do rapper foi um medley com várias referências ao hip-hop brasileiro das décadas de 80 e 90. Agregando trechos de representantes do rap como &lt;b&gt;Xis&lt;/b&gt; ("Us Mano e as Mina"), &lt;b&gt;Rappin' Hood&lt;/b&gt; ("Sou Negão") e &lt;b&gt;Sabotage&lt;/b&gt; ("Rap é Compromisso"), Emicida embalou o público, formado em grande parte por desavisados que chegavam e questionavam "em qual palco o Marcelo D2 vai tocar?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o medley, foi no mínimo peculiar ver dezenas de pessoas acompanhando com as mãos para o alto a grande sacada de mestre do DJ Nyack, que emendou com maestria a base de "Fim de Semana no Parque", dos &lt;b&gt;Racionais MCs&lt;/b&gt;. "Logo mais, quero ver todos em paz / um dois três carros na calçada / feliz e agitada toda playboyzada / as garagens abertas eles lavam os carros / desperdiçam a água, eles fazem a festa / vários estilos vagabundas, motocicletas / coroa rico boca aberta, isca predileta / de verde florescente queimada sorridente / a mesma vaca loura circulando como sempre", metralhava a letra, que provavelmente passou despercebida pela plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação, que contou com o hit "Rua Augusta", também rendeu uma homenagem à cantora &lt;b&gt;Jovelina Pérola Negra&lt;/b&gt;, uma das grandes damas do samba. O show terminou repentinamente, às 15h41, com Emicida e DJ Nyack saindo do palco ovacionados debaixo do forte calor de Paulínia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Intro Dom Salvador (Sangue Suor e Raça)&lt;br /&gt;02 - Só Mais Uma Noite (Com Fioti)&lt;br /&gt;03 - Rua Augusta&lt;br /&gt;04 - Licença Aqui&lt;br /&gt;05 - E.M.I.C.I.D.A.&lt;br /&gt;06 - Eu Só Quero é Ser Feliz&lt;br /&gt;07 - A Capela&lt;br /&gt;08 - De Onde Cê Vem?!&lt;br /&gt;09 - Medley&lt;br /&gt;10 - Corpo Fechado&lt;br /&gt;11 - Tic Tac&lt;br /&gt;12 - Bem Vindos a VR&lt;br /&gt;13 - Fim de Semana no Parque&lt;br /&gt;14 - Sou Negão&lt;br /&gt;15 - Us Mano, As Mina&lt;br /&gt;16 - Fogo Na Bomba (De Menos Crime)&lt;br /&gt;17 - Rap é Compromisso&lt;br /&gt;18 - Jovelina 2.0&lt;br /&gt;19 - I Love Quebrada&lt;br /&gt;20 - Viva&lt;br /&gt;21 - Freestyle&lt;br /&gt;22 - Triunfo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-714538313654772576?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/714538313654772576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=714538313654772576&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/714538313654772576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/714538313654772576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/emicida-abre-swu-com-show-coletanea-no.html' title='Emicida abre SWU com show-coletânea no palco Consciência'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ckq-n1fiw_8/TsURdrcmdSI/AAAAAAAABR0/5-B-oqs245I/s72-c/emicida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-6915330106980891345</id><published>2011-11-06T12:22:00.001-02:00</published><updated>2011-11-19T12:58:49.143-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planeta terra festival'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Beady Eye'/><title type='text'>Beady Eye faz show irregular e testa paciência do público no Planeta Terra Festival</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/06/287709-beady-eye-faz-show-irregular-e-testa-paciencia-do-publico-no-planeta-terra-festival"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-x7iY8xUVg9c/TsUPV0voVII/AAAAAAAABRo/lWdEz8HEeMM/s1600/planetaterra05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-x7iY8xUVg9c/TsUPV0voVII/AAAAAAAABRo/lWdEz8HEeMM/s400/planetaterra05.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Às 23h45, o Sonora Main Stage﻿ já estava abarrotado de viúvas do &lt;b&gt;Oasis&lt;/b&gt;. Quando &lt;b&gt;Liam Gallagher&lt;/b&gt; e seus comparsas deram as caras, a reação da plateia deu a entender que o &lt;b&gt;Beady Eye&lt;/b&gt; não precisaria se esforçar muito para corresponder às expectativas do público presente. Mas não foi bem assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a banda tem apenas um disco (&lt;b&gt;Different Gear, Still Speeding&lt;/b&gt;, lançado em 2010), não seria difícil prever o repertório do show do Beady Eye. E foi justamente com a faixa de abertura do álbum que começou tudo: "Four Letter Word" veio de maneira pesada, mostrando quase o mesmo frescor que o Oasis tinha nos velhos tempos. Emendando a enérgica "Beatles And Stones", a banda não deixou o ritmo cair, mesmo que a voz de Liam tenha se mostrado um pouco fora de tom nos primeiros números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faltou o primeiro single do grupo, "Bring the Light", que mostrou algo que o Oasis nunca explorou: um rock sacolejante calcado em um piano frenético.﻿ O grupo só foi dar uma esfriada quando encaixou duas baladas seguidas: "Kill For A Dream" e "The Beat Goes On", belas pérolas com toques de psicodelia a la &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Pink Floyd&lt;/b&gt; - o teclado hipnótico da primeira faixa remete descaradamente ao mesmo timbre utilizado pela banda inglesa em "Chapter 24".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que justamente depois deste momento mais calmo, a apresentação do Beady Eye ficou irregular. O grupo até tentou voltar às canções mais pesadas, com "Man Of Misery", mas ao emendar as intermináveis "Morning Son" e "Wigwam", o show descambou para uma chatice sem sentido. As duas músicas não passam de composições medianas esticadas além do limite do suportável, e suas durações exageradas acabaram dispersando a atenção do público crescente, que ainda se mantinha ali para assegurar bons lugares para assistir aos Strokes. É, Liam, parece que um certo &lt;b&gt;Noel&lt;/b&gt; ainda faz falta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Set list&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Four Letter Word&lt;br /&gt;02 - Beatles and Stones&lt;br /&gt;03 - Millionaire&lt;br /&gt;04 - Three Ring Circus&lt;br /&gt;05 - The Roller&lt;br /&gt;06 - Bring the Light&lt;br /&gt;07 - Standing on the Edge of the Noise&lt;br /&gt;08 - Kill for a Dream&lt;br /&gt;09 - The Beat Goes On&lt;br /&gt;10 - Man of Misery&lt;br /&gt;11 - The Morning Son&lt;br /&gt;12 - Wigwam ﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-6915330106980891345?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/6915330106980891345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=6915330106980891345&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6915330106980891345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6915330106980891345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/beady-eye-faz-show-irregular-e-testa.html' title='Beady Eye faz show irregular e testa paciência do público no Planeta Terra Festival'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-x7iY8xUVg9c/TsUPV0voVII/AAAAAAAABRo/lWdEz8HEeMM/s72-c/planetaterra05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-2955301595880684680</id><published>2011-11-06T04:36:00.004-02:00</published><updated>2011-11-19T13:00:33.659-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planeta terra festival'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='groove armada'/><title type='text'>Groove Armada encerra Planeta Terra Festival com DJ set ornado por show de luzes</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/06/287700-groove-armada-encerra-planeta-terra-festival-com-dj-set-ornado-por-show-de-luzes"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1RKaPbJQjPA/TsUO4Oeu0nI/AAAAAAAABRc/eFSAZLNIpNY/s1600/planetaterra03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-1RKaPbJQjPA/TsUO4Oeu0nI/AAAAAAAABRc/eFSAZLNIpNY/s400/planetaterra03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O duo &lt;b&gt;Groove Armada&lt;/b&gt; foi encarregado de encerrar a edição deste ano do Planeta Terra Festival. Ao começar sua apresentação no Claro Indie Stage ﻿com um certo atraso, os DJs &lt;b&gt;Andy Cato&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Tom Findlay&lt;/b&gt;﻿ acabaram esticando a presença do público, que foi incendiado pelo show dos &lt;b&gt;Strokes&lt;/b&gt; no palco principal e ainda queria dançar um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imersos em muita fumaça, jogos de luzes e lasers, a dupla executou um DJ set dançante que também era completado por três telões que mostravam cores, formas e animações que mudavam conforme o ritmo da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após a performance no Claro Indie Stage, o Groove Armada seguiu para um after-party oficial do Planeta Terra Festival na D.Edge em São Paulo. Além deles, apresentam-se ainda &lt;b&gt;Renato Ratier Lubalei&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Anderson Noise&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set List&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - In the Valley&lt;br /&gt;02 - Paper Romance&lt;br /&gt;03 - Get Down&lt;br /&gt;04 - Superstylin&lt;br /&gt;05 - Pleasure Victim&lt;br /&gt;06 - Rj's Theme&lt;br /&gt;07 - Get Up&lt;br /&gt;08 - Battle for Middle You&lt;br /&gt;09 - Reading Out&lt;br /&gt;10 - V2U&lt;br /&gt;11 - Stockholm Marathon&lt;br /&gt;12 - Crarx Anne&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-2955301595880684680?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/2955301595880684680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=2955301595880684680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2955301595880684680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2955301595880684680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/groove-armada-encerra-planeta-terra.html' title='Groove Armada encerra Planeta Terra Festival com DJ set ornado por show de luzes'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-1RKaPbJQjPA/TsUO4Oeu0nI/AAAAAAAABRc/eFSAZLNIpNY/s72-c/planetaterra03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-1624702555188715105</id><published>2011-11-05T23:21:00.002-02:00</published><updated>2011-11-19T13:01:31.935-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planeta terra festival'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='white lies'/><title type='text'>White Lies faz show com cheiro de naftalina no Planeta Terra Festival</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/05/287696-white-lies-faz-show-com-cheiro-de-naftalina-no-planeta-terra-festival"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Yke-uevCTYA/TsUN6kmNamI/AAAAAAAABRQ/cAoTlCrV4ZE/s1600/planetaterra02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-Yke-uevCTYA/TsUN6kmNamI/AAAAAAAABRQ/cAoTlCrV4ZE/s400/planetaterra02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;White Lies&lt;/b&gt; subiu ao Sonora Main Stage para começar seu show às 19h, com o sol ainda se pondo, graças às maravilhas do horário de verão. Logo nos primeiros minutos era possível entender e prever a tônica que se estenderia ao longo da apresentação: um pastiche de sons característicos de bandas dos anos 80, usando o &lt;b&gt;Joy Division&lt;/b&gt; como referência principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seus integrantes trajando branco e preto, o grupo fez uma apresentação correta, sem grandes interações com o público. Na maior parte do tempo, o vocalista e guitarrista &lt;b&gt;Harry McVeigh&lt;/b&gt; (que com certeza ganharia a primeira colocação em um concurso de sósias de &lt;b&gt;Brandon Flowers&lt;/b&gt;, frontman do &lt;b&gt;Killers&lt;/b&gt;) manteve uma postura 'à prova de erros' ante o público do Planeta Terra, que respondeu à atitude do frontman na mesma moeda. Porém, somente os fãs à frente do palco pareciam estar realmente envolvidos no show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantendo a política de "vamos fazer tudo certinho", o grupo provocou alguns suspiros ao tocar "Power &amp; Glory" e terminou o show com seu maior semi-hit, "Bigger Than Us" - única música a arrancar alguma reação mais forte do resto do público que passeava despreocupado por perto do palco principal do Planeta Terra Festival.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set List&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farewell to the Underground&lt;br /&gt;Strangers&lt;br /&gt;To Lose My Life&lt;br /&gt;Holy Ghost&lt;br /&gt;E.S.T.&lt;br /&gt;Is Love&lt;br /&gt;Price of Love&lt;br /&gt;A Place to Hide&lt;br /&gt;Death&lt;br /&gt;Unfinished Business&lt;br /&gt;Power &amp; Glory&lt;br /&gt;Bigger Than Us&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-1624702555188715105?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/1624702555188715105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=1624702555188715105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1624702555188715105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1624702555188715105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/white-lies-faz-show-com-cheiro-de.html' title='White Lies faz show com cheiro de naftalina no Planeta Terra Festival'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Yke-uevCTYA/TsUN6kmNamI/AAAAAAAABRQ/cAoTlCrV4ZE/s72-c/planetaterra02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-933773029778646321</id><published>2011-11-05T18:29:00.001-02:00</published><updated>2011-11-19T13:05:38.459-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='selvagens a procura de lei'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planeta terra festival'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='the name'/><title type='text'>Selvagens À Procura de Lei e The Name iniciam shows do Claro Indie Stage</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/11/05/287691-selvagens-a-procura-de-lei-e-the-name-iniciam-shows-do-claro-indie-stage"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-t4OjU62QBtY/TsUNXUCAi2I/AAAAAAAABRE/29lUJVALYcg/s1600/planetaterra01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-t4OjU62QBtY/TsUNXUCAi2I/AAAAAAAABRE/29lUJVALYcg/s400/planetaterra01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O grupo cearense &lt;b&gt;Selvagens À Procura de Lei&lt;/b&gt; foi o vencedor do concurso Hit BB - que selecionava uma banda independente para tocar no Claro Indie Stage do Planeta Terra Festival – e teve a ingrata missão de iniciar as atividades no evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo apresenta um entrosamento e arranjos certeiros, mas chama mais atenção pela relativa pouca idade (entre 20 e 22 anos) do que pela música; o vocalista e guitarrista &lt;b&gt;Gabriel Aragão&lt;/b&gt; tem 22 anos, mas aparenta ter menos, dada sua baixa estatura. Musicalmente, o grupo não apresenta nenhuma novidade: a sonoridade do Selvagens é aquele rock característico que tomou de assalto todas as bandas pós-estouro de &lt;b&gt;Strokes&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Los Hermanos&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único momento no qual o grupo fugiu um pouco deste estigma foi quando um 'mascote' subiu ao palco usando um capacete de escafandro dourado para fazer gracinhas para a plateia diminuta. Como os Selvagens logicamente ainda não eram tão conhecidos pelo público, a banda contou com o apoio de amigos e familiares na plateia, com direito a uma faixa homenageando a banda. Ao fim do set previsto, o fã-clube pediu um bis e a banda tocou mais uma canção. Mesmo assim, a apresentação não durou mais do que 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, foi a vez do &lt;b&gt;The Name&lt;/b&gt;. A banda sorocabana, formada por &lt;b&gt;Andy&lt;/b&gt; (voz/guitarra), &lt;b&gt;Molinari&lt;/b&gt; (baixo/voz) e &lt;b&gt;Bruno Alves&lt;/b&gt; (bateria/voz), faz um rock marcado pelo pós-punk dançante que virou mania indie com representantes gringos como &lt;b&gt;Bloc Party&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Franz Ferdinand&lt;/b&gt;. Mas o diferencial do grupo está na percussão; além do  frenético batera Bruno manter um ritmo constante ao passo que alterna batidas em sua bateria tradicional e um aparato eletrônico localizado ao seu lado, a banda também encontra tempo para descer a mão em um 'momento timbalada' durante a canção "It's Up To Us", quando Andy e Molinari trocam as cordas pelas baquetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que o grupo conta com a ajuda de bases pré-gravadas de teclado e bateria em alguns momentos, mas em canções como "Let The Things Go" e "Come Out Tonight", é no mínimo admirável constatar que apenas três caras fazem aquele barulho todo em cima do palco. Pegando a ressaca do público que saiu do show de &lt;b&gt;Criolo&lt;/b&gt; no palco principal, o The Name visivelmente agradou os presentes e com certeza fez novos fãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SET LIST&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SELVAGENS À PROCURA DE LEI&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Amigos Libertinos&lt;br /&gt;02 - Casona&lt;br /&gt;03 - Meninos Elétricos&lt;br /&gt;04 - Surpresas&lt;br /&gt;05 - Doce/Amargo&lt;br /&gt;06 - Mucambo Cafundo&lt;br /&gt;07 - Reis de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;THE NAME&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Can You Dance, Boy&lt;br /&gt;02 - Can't Take No More&lt;br /&gt;03 - Blueberry Kiss&lt;br /&gt;04 - Older&lt;br /&gt;05 - Do Anything&lt;br /&gt;06 - Tenant&lt;br /&gt;07 - It's Up To Us&lt;br /&gt;08 - Come Out Tonite&lt;br /&gt;09 - Time For Fun&lt;br /&gt;10 - Let The Things Go&lt;br /&gt;11 - You Want It Back Now&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-933773029778646321?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/933773029778646321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=933773029778646321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/933773029778646321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/933773029778646321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/11/selvagens-procura-de-lei-e-name-iniciam.html' title='Selvagens À Procura de Lei e The Name iniciam shows do Claro Indie Stage'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-t4OjU62QBtY/TsUNXUCAi2I/AAAAAAAABRE/29lUJVALYcg/s72-c/planetaterra01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-7703527237220883209</id><published>2011-10-31T02:24:00.002-02:00</published><updated>2011-11-19T13:23:12.401-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aerosmith'/><title type='text'>Aerosmith espanta mau tempo e fase ruim com show memorável em São Paulo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/10/31/287344-aerosmith-espanta-mau-tempo-e-fase-ruim-com-show-memoravel-em-sao-paulo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YtlDR-0iqc0/TsUMFkhOUwI/AAAAAAAABQ4/mi6unUrvbGM/s1600/aerosmith.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="267" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-YtlDR-0iqc0/TsUMFkhOUwI/AAAAAAAABQ4/mi6unUrvbGM/s400/aerosmith.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo a forte chuva atrapalhou o espetáculo que o &lt;b&gt;Aerosmith&lt;/b&gt; promoveu no palco da Arena Anhembi neste domingo, dia 30. Em sua quarta passagem pelo Brasil, a banda americana fez um apanhado geral dos hits da carreira e mostrou que ainda tem muito fôlego para realizar shows memoráveis, espantando a nuvem negra que pairou em cima do grupo nos últimos tempos de brigas internas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 20h15 ouviu-se a primeira introdução da noite: "A Cavalgada das Valquírias", de &lt;b&gt;Richard Wagner&lt;/b&gt;. Quando a sinfonia acabou, o pano preto que escondia a movimentação no palco foi ao chão, apenas para dar uma falsa surpresa ao público: a banda ainda não estava em cena. Depois de mais duas introduções (para que tanto suspense?), o grupo iniciou o show debaixo de chuva com três pérolas do início da carreira: "Draw The Line", "Same Old Song and Dance" e "Mama Kin".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Steven Tyler&lt;/b&gt;, a principal figura da banda, começou a apresentação com uma certa timidez, com a voz um pouco rouca. Mas para quem havia estampado as manchetes dos últimos dias com seu rosto danificado por uma queda no banheiro, estava inteiraço. O vocalista iniciou o show usando óculos escuros, mas durante "Mama Kin", Tyler jogou o acessório longe e o tal olho roxo não era tão visível. Se os fãs estavam preocupados com o desempenho do vocalista no palco, essa preocupação logo mostrou-se vã. Mesmo com 63 anos nas costas, Tyler justificou seu lugar entre os maiores frontman do rock: o cantor continuou com suas danças performáticas sem se importar com o palco molhado pela chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Janie's Got a Gun" introduziu a sequência de músicas que desembocou em um revival do momento-chave do Aerosmith: os anos 90. Mesmo o longo solo de bateria de &lt;b&gt;Joey Kramer&lt;/b&gt; - fortemente influenciado pelo estilo de &lt;b&gt;John Bonham&lt;/b&gt; (&lt;b&gt;Led Zeppelin&lt;/b&gt;) – não esfriou o ritmo do show, que teve seus pontos mais altos durante os solos de guitarra de &lt;b&gt;Joe Perry&lt;/b&gt; em "Livin' On The Edge" e "Amazing".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de "What It Takes" e "Last Child", Tyler saiu de cena para que Perry assumisse os vocais em "Combination", apenas para retornar em seguida e desferir a maior 'covardia melódica' da noite: o hit meloso "I Don’t Want to Miss A Thing". O que se seguiu foi o maior momento em uníssono da platéia, e ao meu redor eu enxergava vários fãs cantando a letra aos prantos e soluçando. Nem mesmo quando &lt;b&gt;Paul McCartney&lt;/b&gt; tocou "Give Peace A Chance" e "Hey Jude" em sua passagem por São Paulo no ano passado eu vi ocasião tão oportuna para casais e amigos se abraçarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que não tenha me contagiado pela energia piegas do momento, o Aerosmith desferiu em seguida o golpe de misericórdia: "Cryin'". A introdução pesada surgiu repentinamente, e logo que os acordes melosos do verso foram dedilhados, era preciso se esforçar para conter a ameaça conhecida como 'olhos lacrimejantes'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dessa forte sequência de baladas, veio um solo de baixo de &lt;b&gt;Tom Hamilton&lt;/b&gt;. Enquanto o baixista se exibia para mostrar que sabia fazer algo além do básico que exerce nas músicas da banda, Joe Perry mostrou à câmera do telão seu dedo ensangüentado; o guitarrista parece ter se exaltado durante os últimos solos e a unha de seu dedo indicador da mão esquerda levou a pior. Mas isso não o impediu de executar o riff memorável de "Sweet Emotion", que foi recebida muito bem pelo público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda deixou o palco e retornou para o primeiro bis da noite, matando a vontade da plateia que pedia a balada "Dream On". Depois de retomar sua veia mais roqueira com os clássicos "Love In An Elevator" e "Walk This Way", o Aerosmith saiu mais uma vez de cena. Mas como o público havia surpreendido Tyler com vários cartazes com os dizeres "Angel" em certa parte do show, o grupo teve de volver ao palco para saciar novamente o apetite da plateia por baladas. O vocalista fez questão de salientar que a banda não tocava a canção há cerca de cinco anos, mas a tocaram mesmo assim. Para terminar o show em alta rotação, o cantor pediu para a banda emendar "Train Kept A-Rollin'"﻿﻿.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incrível como uma banda que iniciou sua carreira na década de 70 continua com energia para fazer um show de dimensões épicas e corresponder às expectativas do público. Steven Tyler e seus comparsas já chegaram ao fundo do poço diversas vezes, mas sempre retornaram com bons discos, tomando de assalto as paradas contemporâneas e justificando sua relevância no palco. O Aerosmith serve de lição viva para &lt;b&gt;Axl Rose&lt;/b&gt; e seu atual arremedo de &lt;b&gt;Guns N Roses&lt;/b&gt;, que tenta provar (sem sucesso) que ainda pode fazer algo de significativo mais de 15 anos depois de seu auge.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Draw the Line&lt;br /&gt;02 - Same Old Song and Dance&lt;br /&gt;03 - Mama Kin&lt;br /&gt;04 - Janie's Got A Gun&lt;br /&gt;05 - Livin' on the Edge&lt;br /&gt;(Solo de bateria)&lt;br /&gt;06 - Rag Doll&lt;br /&gt;07 – Amazing&lt;br /&gt;08 - What It Takes&lt;br /&gt;09 - Last Child&lt;br /&gt;10 – Combination&lt;br /&gt;11 - I Don't Want To Miss a Thing&lt;br /&gt;12 - Cryin'&lt;br /&gt;(Solo de baixo)&lt;br /&gt;13 - Sweet Emotion&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1° bis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;14 - Dream On&lt;br /&gt;15 - Love in an Elevator&lt;br /&gt;16 - Walk This Way&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2° bis&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;17 – Angel&lt;br /&gt;18 - Train Kept A-Rollin'﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-7703527237220883209?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/7703527237220883209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=7703527237220883209&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7703527237220883209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7703527237220883209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/10/aerosmith-espanta-mau-tempo-e-fase-ruim.html' title='Aerosmith espanta mau tempo e fase ruim com show memorável em São Paulo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YtlDR-0iqc0/TsUMFkhOUwI/AAAAAAAABQ4/mi6unUrvbGM/s72-c/aerosmith.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-3157188129152559749</id><published>2011-10-18T17:00:00.002-02:00</published><updated>2011-11-17T11:27:05.976-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='klb'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Depois de investida na política, KLB anuncia retorno com lançamento em 3D</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/10/18/286484-depois-de-investida-na-politica-klb-anuncia-retorno-com-lancamento-em-3d"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LgWBnkozeCY/TsULbTIP5sI/AAAAAAAABQs/oNQyJC0O09g/s1600/klb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-LgWBnkozeCY/TsULbTIP5sI/AAAAAAAABQs/oNQyJC0O09g/s400/klb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;KLB&lt;/b&gt; está de volta. O trio formado pelos irmãos Kiko (guitarra e voz), Leandro (voz e bateria) e Bruno (baixo e voz) lançou no início deste mês o single Vai. A faixa mantém a sonoridade pop romântica característica que conquistou os fãs do grupo e faz parte do novo trabalho, KLB 3D. Como o nome já sugere, o disco traz um DVD com dois clipes gravados no formato 3D.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo álbum terá 15 faixas – sendo 14 inéditas e uma regravação para o antigo hit A dor desse amor, que desta vez aparece em uma nova versão - com letra dividida nos idiomas inglês e espanhol. Os clipes das músicas Quando O Amanhã Chegar e A Dor Desse Amor﻿ estão disponíveis em 3D, e segundo Kiko, a produção do grupo está trabalhando em estender o formato em três dimensões aos shows. "Estamos voltando e a coisa do 3D é um diferencial legal para marcar esse retorno", afirmou o músico ao Virgula Música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ausentes do mundo musical desde 2009, os integrantes da banda resolveram dar uma pausa para se dedicar à política, investindo na bandeira contra a pedofilia. Os irmãos são membros da CPI da Pedofilia desde que ela foi instaurada, há quatro anos. "Sempre defendemos a questão da família, então seria natural ﻿combater algo que atinge tanta gente no Brasil".﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa, se a questão é defender a família, então o que o KLB acha da questão da homossexualidade, considerada por muitos religiosos como uma afronta aos padrões familiares? "A homofobia é péssima, assim como qualquer tipo de discriminação. Tem que existir respeito, acho que cada um deve fazer e seguir no que acredita. Mas também acho necessário realizar um trabalho de conscientização correto, sem fazer uso de apologias", disse Kiko, em clara referência ao polêmico Kit Anti-homofobia do MEC, que foi considerado impróprio pelos parlamentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, Kiko e Leandro se lançaram pelo partido DEM como candidatos a deputado pelo estado de São Paulo, mas não conseguiram se eleger. Porém, como suplente do partido, Leandro agora ocupará a vaga de deputado estadual, na Assembléia Legislativa de São Paulo﻿, deixada por Bruno Covas (PSDB), que foi nomeado secretário de Meio Ambiente pelo governador Geraldo Alckmin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que a política tenha assumido o foco das atenções do grupo nos últimos tempos, Kiko diz que essa inclinação não terá influência no trabalho do grupo. "São coisas bem diferentes, o KLB é uma banda de músicas românticas. Claro que esse nosso envolvimento com a política nos proporcionou um amadurecimento pessoal, mas essa parte da política não se estende à nossa música ou letras", garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sabemos bem como separar as coisas. Se fosse assim, nós ouvimos muitas coisas diferentes do que fazemos, como Beatles, Aerosmith, Guns 'N' Roses, Rolling Stones, hip hop moderno. Tem dia que estou ouvindo Julio Iglesias, tem dia que escuto Rage Against The Machine. E isso não influi diretamente no nosso som, que é mais pro pop romântico", explica Kiko.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-3157188129152559749?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/3157188129152559749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=3157188129152559749&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/3157188129152559749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/3157188129152559749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/10/depois-de-investida-na-politica-klb.html' title='Depois de investida na política, KLB anuncia retorno com lançamento em 3D'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LgWBnkozeCY/TsULbTIP5sI/AAAAAAAABQs/oNQyJC0O09g/s72-c/klb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-6381333155883792970</id><published>2011-10-07T13:00:00.002-03:00</published><updated>2011-11-17T11:24:13.468-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tears for fears'/><title type='text'>Tears For Fears não supera 'baile da saudade' em São Paulo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/10/07/285770-tears-for-fears-nao-supera-baile-da-saudade-em-sao-paulo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4sujeTikrxo/TsUKwBtbeKI/AAAAAAAABQg/Eu0YuG2hDWY/s1600/tearsforfears.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="267" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-4sujeTikrxo/TsUKwBtbeKI/AAAAAAAABQg/Eu0YuG2hDWY/s400/tearsforfears.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;Tears For Fears&lt;/b&gt; bem que tentou com afinco, mas não conseguiu passar de um baile da saudade para o público nostálgico do Credicard Hall nesta quinta-feira (dia 6), em São Paulo. A banda de Roland Orzabal (vocal, guitarra) e Curt Smith (vocal, baixo) reproduziu suas canções com entrosamento e qualidade de som impecáveis até mesmo nas canções mais novas, mas grande parte da plateia só estava ali para ouvir hits como Shout, Head Over Heels e Sowing The Seeds Of Love.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo subiu ao palco às 22h, brindando o público logo de cara com um de seus maiores clássicos: Everybody Wants To Rule The World. Impressionante como a voz de Curt Smith estava bem fiel à gravação original; qualquer desavisado poderia sugerir que a banda estava fazendo playback - mas não foi o caso. Em seguida, veio Secret World, que incluiu um pequeno trecho da letra de Let Em In, de Paul McCartney. A referência faz parte do contexto do disco mais recente do grupo, Everybody Loves a Happy Ending (2004), que segundo Orzabal, foi bastante influenciado pelo trabalho solo do ex-beatle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sowing The Seeds Of Love derramou mais uma boa dose de nostalgia para o público do Credicard Hall. Ao final, Orzabal declamou em português "estamos felizes de estar aqui esta noite com nossos amigos do Brasil. Estivemos aqui há 15 anos, foi fantástico. Boa noite, São Paulo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quase beatlemaníaca Everybody Loves a Happy Ending se mostrou como mais um grande momento do show. Apresentando a dose certa de psicodelia, a música poderia facilmente ser uma das faixas do disco Ram, de Paul McCartney. Mas ela passou quase despercebida pelo público que estava lá para ouvir somente os hits.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar a canção, Smith foi ao microfone e pediu desculpas por não ser tão bom no português como Orzabal. O baixista se limitou apenas a mandar um "obrigado" em português e depois anunciou Mad World - outra que foi bem recebida pelo público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o Tears For Fears cometeu algum tropeço em seu setlist, foi a versão desnecessária de Billie Jean, de Michael Jackson. A banda apresentou uma versão bem arrastada do clássico do Rei do Pop; começou com algumas nuances de blues, mas no geral foi um momento descartável. Seria bem melhor ter incluído alguma canção da fase em que Curt Smith se afastou do grupo, como Raoul And The Kings of Spain﻿ ou God's Mistake. Mas deste período, o grupo tocou apenas o hit Break It Down Again.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do show, ficou subentendido que Smith não está em sua melhor forma: o backing vocal Michael Wainwright assumiu os vocais de algumas faixas, talvez para poupar a voz de Smith por conta da maratona de shows no Brasil. Mas Wainwright revelou-se como uma bela arma secreta; o cantor consegue reproduzir com perfeição os timbres de Orzabal e Smith e não deixou cair o nível da apresentação. Seu alcance vocal também mostrou-se muito bom ao interpretar a voz feminina do clássico Woman In Chains.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, o Tears For Fears pode ter feito um show que primou pouco pela espontaneidade (o repertório é praticamente igual às últimas apresentações na América Latina) mas mostrou que tem canções interessantes além dos hits manjados de quase trinta anos atrás. Porém, quando as luzes do Credicard Hall se acenderam em músicas como Head Over Heels e Shout﻿, ficou claro que a grande maioria do público presente estava mais preocupada em se divertir cantando suas próprias interpretações das letras e dançar com as mãozinhas para o alto, no melhor (pior) estilo David Guetta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Setlist:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Everybody Wants to Rule the World&lt;br /&gt;02 - ﻿Secret World&lt;br /&gt;03 - ﻿Sowing the Seeds of Love&lt;br /&gt;04 - ﻿Change&lt;br /&gt;05 - ﻿Call Me Mellow&lt;br /&gt;06 - ﻿Everybody Loves a Happy Ending&lt;br /&gt;07 - ﻿Mad World&lt;br /&gt;08 - ﻿Memories Fade&lt;br /&gt;09 - C﻿losest Thing to Heaven&lt;br /&gt;10 - ﻿Billie Jean (Michael Jackson cover)&lt;br /&gt;11 - ﻿Advice for the Young at Heart&lt;br /&gt;12 - ﻿Floating Down the River&lt;br /&gt;13 - ﻿Badman's Song&lt;br /&gt;14 - ﻿Pale Shelter&lt;br /&gt;15 - ﻿Break It Down Again&lt;br /&gt;16 - ﻿Head Over Heels&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bis:&lt;br /&gt;17 - ﻿Woman In Chains&lt;br /&gt;18 - ﻿Shout ﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-6381333155883792970?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/6381333155883792970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=6381333155883792970&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6381333155883792970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6381333155883792970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/10/tears-for-fears-nao-supera-baile-da.html' title='Tears For Fears não supera &apos;baile da saudade&apos; em São Paulo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4sujeTikrxo/TsUKwBtbeKI/AAAAAAAABQg/Eu0YuG2hDWY/s72-c/tearsforfears.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-655580212173383228</id><published>2011-10-02T11:30:00.002-03:00</published><updated>2011-11-17T11:21:20.549-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='system of a down'/><title type='text'>System of a Down faz show sem frescuras em São Paulo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/10/02/285417-system-of-a-down-faz-show-sem-frescuras-em-sao-paulo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JT4rhUHaqhM/TsUJ6xbMCgI/AAAAAAAABQU/y6Yrw6R1WlU/s1600/soad.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="267" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-JT4rhUHaqhM/TsUJ6xbMCgI/AAAAAAAABQU/y6Yrw6R1WlU/s400/soad.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;b&gt;System of A Down&lt;/b&gt; fez um show 'direto e reto' na Chácara do Jockey neste sábado (1°) em São Paulo. O grupo, formado por &lt;b&gt;Daron Malakian&lt;/b&gt; (guitarra, vocais, teclados), &lt;b&gt;Serj Tankian&lt;/b&gt; (vocais, teclados), &lt;b&gt;Shavo Odadjian&lt;/b&gt; (baixo) e &lt;b&gt;John Dolmayan&lt;/b&gt; (bateria), apresentou um extenso repertório comprimido em uma apresentação de cerca de 1h40 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase uma semana atrás, a popstar Katy Perry apresentou seu som no mesmo local, com uma super produção que contava com fogos de artifício, inúmeras trocas de figurino, carícias em um jovem de 17 anos﻿ e cenário de pirulitos e algodão doce﻿. Mas quando chegou a vez do SoaD neste sábado, a banda mostrou que um show não precisa de pirotecnias ou "boa noite, Brasil" ﻿em português macarrônico﻿ - procedimento considerado padrão na música contemporânea - para agradar seu público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O máximo de produção na apresentação eram três telões: dois aos lados do palco e um enorme ao fundo, no qual passavam algumas imagens sem muitas mudanças. Não se sabe se o show do SoaD no Rock in Rio neste domingo contará com uma estrutura maior, mas em São Paulo ficou claro que o grupo se preocupa mais em justificar a performance com base em seu setlist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿E que setlist: foram 28 músicas pinceladas dos cinco discos da banda, tocadas sem pausa para bis, com algumas emendadas em um ritmo frenético. O início, com Prison Song - na qual o grupo surgiu com o palco coberto por um enorme pano com o logotipo do SoaD -, foi seguida por B.Y.O.B. (um dos momentos 'todos cantam' do show), Revenga, Needles e Deer Dance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do grupo ser conhecido pelas visões políticas e sociais das letras de suas canções, em São Paulo o SoaD preferiu não fazer um longo discurso. Serj Tankian limitou-se apenas a comentários um pouco confusos enquanto Malakian dedilhava notas na guitarra, carregadas de efeitos. Segundo ele, fazemos parte de um século que 'mata muita gente' com guerras e que 'apoia a comunidade indígena do Brasil contra o predomínio dos desenvolvimentos desnecessários que estão sendo feitos'. Seriam sobre as obras do País para a Copa do Mundo e Olimpíadas como prioridades à frente de outras medidas mais urgentes?&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;No mais, o vocalista se preocupou em cantar, tocar violão em Question!, teclados e guitarra nas músicas em que Daron Malakian assumia os vocais principais. Tanto a postura de palco quanto o visual de Tankian contrastam com o de seus companheiros: o frontman fazia trejeitos com os braços no ar e trajava uma camisa de botões branca, ao contrário de seus companheiros, que se igualavam às centenas de camisetas pretas na plateia. Se no rock pesado é mandatório fazer cara de malvado, Tankian quebra esse paradigma no palco, parecendo mais um tiozinho amigável com um cavanhaque estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público - 25 mil pessoas, de acordo com a assessoria do evento - agitou mais durante os hits Hypnotyze, Chop Suey!, Aerials, Toxicity e no final, com Sugar, que foi emendada numa barulheira apoteótica para marcar a despedida do grupo. A plateia ainda esperou um tempo para ver se aconteceria um bis, mas ele não veio. Por mais que o SoaD tenha tocado tantas músicas, o ritmo nonstop do show deixou muitos fãs querendo mais. E se a banda resolver oficializar a volta com um disco de composições inéditas, ficou mais do que provado que ainda possui um público para prestigiá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Setlist do show:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 – Prison Song&lt;br /&gt;02 – Soldier Side - Intro / B.Y.O.B.&lt;br /&gt;03 – Revenga&lt;br /&gt;04 – Needles&lt;br /&gt;05 – Deer Dance&lt;br /&gt;06 – Radio/Video&lt;br /&gt;07 – Hypnotyze&lt;br /&gt;08 – Question!&lt;br /&gt;09 – Suggestions&lt;br /&gt;10 – Psycho&lt;br /&gt;11 – Chop Suey!&lt;br /&gt;12 – Lonely Day&lt;br /&gt;13 – Bounce&lt;br /&gt;14 – Lost In Hollywood&lt;br /&gt;15 – Kill Rock ‘N’ Roll&lt;br /&gt;16 – Forest&lt;br /&gt;17 – Science&lt;br /&gt;18 – Mind&lt;br /&gt;19 – Innervision&lt;br /&gt;20 – Holy Mountains&lt;br /&gt;21 – Aerials&lt;br /&gt;22 – Vicinity of Obscenity&lt;br /&gt;23 – Tentative&lt;br /&gt;24 – Cigaro&lt;br /&gt;25 – Suite-Pee&lt;br /&gt;26 – War?&lt;br /&gt;27 – Toxicity&lt;br /&gt;28 - Sugar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-655580212173383228?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/655580212173383228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=655580212173383228&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/655580212173383228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/655580212173383228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/10/system-of-down-faz-show-sem-frescuras.html' title='System of a Down faz show sem frescuras em São Paulo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-JT4rhUHaqhM/TsUJ6xbMCgI/AAAAAAAABQU/y6Yrw6R1WlU/s72-c/soad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-2700640759958846082</id><published>2011-09-30T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-11-17T11:17:43.522-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o rappa'/><title type='text'>O Rappa volta aos palcos depois de pausa de dois anos e ensaia disco novo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/30/285317-o-rappa-volta-aos-palcos-depois-de-pausa-de-dois-anos-e-ensaia-disco-novo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KFKpMHTHEek/TsUJPS9Z9WI/AAAAAAAABQI/urenCe8N01o/s1600/orappa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-KFKpMHTHEek/TsUJPS9Z9WI/AAAAAAAABQI/urenCe8N01o/s400/orappa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Rappa anunciou a volta aos palcos, depois de um recesso de quase dois anos. O grupo, formado por Marcelo Falcão (voz), Xandão Menezes (guitarra), Lauro Farias (baixo) e Marcelo Lobato (teclados e baterias), está ensaiando para uma turnê de sete shows entre outubro e fevereiro de 2012. A banda pretende excursionar com o show do disco Rappa - Ao Vivo, que lançou no ano passado, e as apresentações servirão de aquecimento para a gravação do próximo álbum, que deve sair somente em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falcão e companhia anunciaram a pausa em dezembro de 2009, alegando que não interromperiam os trabalhos com a música e que a pausa seria para o corpo, não para a mente. Neste período, os membros do grupo tocaram seus projetos paralelos: Falcão com os Loucomotivos, Lobato com o ÁfrikaGumbe, Xandão com o Caroçu e Lauro com os Mens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meio que para compensar a ausência no cenário da música brasileira, O Rappa lançou em junho do ano passado o DVD O Rappa - Ao Vivo, gravado na Rocinha, no Rio de Janeiro, no dia 23 de agosto de 2009. O registro, que saiu também em formato CD, tem 25 músicas de toda a carreira da banda, incluindo canções do primeiro disco de 1994 até o álbum Sete Vezes, que saiu em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Virgula Música, a banda explica melhor o que rolou de verdade para que fosse planejada essa parada na carreira da banda, como estão os preparativos para o próximo disco e mais. Leia abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Vocês anunciaram a pausa nas atividades há quase dois anos. Qual foi o motivo dessa parada?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; A ideia era que estávamos fazendo a turnê do Sete Vezes e quando já estávamos para completar um ano na estrada, resolvemos fazer o DVD do show na Favela da Rocinha. Mas depois disso, já estávamos cansados. Com todos os discos conseguimos aceitar legal a pressão de cair na estrada. Só que o acúmulo de todas essas experiências juntas acabaria dando uma colisão, um cansaço, um momento de fragilidade. Nossa relação com o empresário na época não estava muito legal e isso desgastou os quatro membros do grupo, tanto que mudamos de representante. Uma vez que fosse feito o DVD da Rocinha, ele ficaria ali para nos representar enquanto déssemos essa parada para respirar. E em 2010, estávamos cheios de coisas para resolver, então nada mais justo do que parar de acelerar. Eu dei um toque no pessoal. "Galera, faltam quatro meses para terminar o ano, vamos marcar show até dia 30 de dezembro e depois cada um vai cuidar da sua parada pessoal e dar um alívio na cara de cada um". Por mais que eu tivesse sonhado a vida toda fazer shows, os últimos estavam bem cansativos e desgastantes. Mas acho que tudo conspirava para que fosse legal essa pausa, esse descanso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - De onde surgiu a ideia de fazer o DVD na Favela da Rocinha?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Teve todo um esquema com a prefeitura pra poder ir pra lá. O lugar era um depósito de ônibus antigo que agora se transformou em duas pistas para a comunidade. Daí a comunidade pediu esse show e agendamos e fizemos. Estávamos exaustos, mas tiramos forças de onde não tinha e fizemos um belo DVD, deixamos esse registro para avisar a essa comunidade que eles seriam conhecidos no mundo. Serviu também para esse pessoal que ainda tem esse 'medo do Rio de Janeiro' ter a oportunidade de ir dentro da Rocinha de uma maneira diferente, com o Rappa junto. Hoje tenho dois lugares maravilhosos para curtir no Rio, que é a Lapa – que está uma multidão fervente de quarta a sábado – e a Rocinha. Só que a Lapa é plana, então poucos tem coragem de curar a ressaca na ladeira da Rocinha (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Durante essa parada, você também intensificou suas ligações com São Paulo, certo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; São Paulo era um lugar a ser conquistado, isso aconteceu e eu sou muito grato por isso. Hoje em dia eu moro em São Paulo e Rio. Quando o calor do Rio tá me enjoando, pergunto se está frio em São Paulo e venho pra cá (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - O que você fez durante esses seis meses que O Rappa deu esse descanso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Fiquei um tempo no estúdio fazendo umas coisas, estou com uma enxurrada de músicas. O Laurinho [Lauro, baixista] ouviu. Tô com um caminhão de material. Estou muito feliz de ter me permitido fazer isso. Sou um cara meio 'síndrome de Jô Soares', só vou dormir às 5 da manhã, não tem jeito. E eu fiz minha vida bem produtiva no estúdio, tô com bastante coisa. Essa retomada é um presente a quem nos aguardou com tanto respeito e amor. Mas ao mesmo tempo teve gente que não tinha muita noção que tínhamos parado. Às vezes me encontravam em vôo entre Rio e São Paulo e perguntavam "onde foi o show ontem?" e eu respondia "não, não teve show ontem não" (risos). Eu até brinco um pouco com o pessoal que foi algo meio de premonição, porque eu acho que se a gente insistisse um pouco mais naquele final de turnê, com aquela pressão de querer saber ser melhor na internet e não saber como e essa história de empresário nos fez bem e mal. Tudo que tenho na vida eu devo ao Rappa, mas tenho meus projetos paralelos. Tenho um disco solo quase pronto, mas na minha cabeça eu penso como o Herbert Vianna falava do Paralamas do Sucesso: posso fazer meu disco solo, mas nunca vou sair do Paralamas. Acho isso bem bacana. Então a ideia é a gente fazer um disco novo, arrebentar com ele e depois eu fazer a minha parada. Fiz músicas pensando no Rappa e fiz coisas para mim também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - E como você fez essa triagem para o trabalho d'O Rappa e o solo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Ah cara, acho que tem alguma coisa dentro do meu coração que surge e diz "isso aqui eu quero mostrar para todo mundo e isso aqui eu ainda tenho que dar uma melhorada". É o meu próprio senso crítico. Mas eu tenho uns 9 monstros dos quais estou muito orgulhoso de fazer. Eu aproveitei para viver muita coisa, já fui pra Cuba, fui ver festivais em Amsterdã, fui pra Inglaterra, Portugal... Fiquei viajando esse ano todo tocando com o Locomotiva, Bino, Liminha e BNegão, conhecendo e mostrando muita coisa para outras pessoas fora d'O Rappa. Nesse esquema cheguei a mostrar algumas coisas que gravei para outras pessoas, como o Liminha, mas sem falar que fui eu que fiz e recebi elogios. Pessoal perguntava o que era e eu só falava: "ah isso aí é uma música de uma banda muito doida" (risos). E pensava: que legal, imagina mostrar isso para os outros três d'O Rappa depois. Daí, vou brincando assim porque acho que vai dando um termômetro mais verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - E o material pr'O Rappa, em que pé está? Vocês já tem uma lista de músicas definida para um novo disco?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Tem coisas que tenho só letras, outras tenho músicas, e outras música e letra. O Lobato está com bastante coisa e eu também, então sei que precisamos de um tempo para ouvir tudo. Acho que esse caminho de parar foi bom, porque tem uma porrada de coisas que eu começava a fazer na segunda e na terça mas na quarta tinha que viajar pra fazer show. Com a parada, fiquei de janeiro a março viajando e fui me enchendo de informação e coisas maneiras e comecei a abrir a torneira da criatividade. Acho legal a gente ter feito isso para poder ter essa postura de não imaginar como o disco vai ser, apesar de já termos uma espinha dorsal do trabalho, ela é só um pedaço do que os outros vão mostrar. Isso dá garantia pra gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Xandão:&lt;/b&gt; Temos apenas embriões mas que com certeza vamos usar. Mesmo que sejam de baixa qualidade de gravação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Tem coisas que estão gravadas comigo que eu quero que seja aquela sujeira ali. Se der uma limpezinha eu já vou falar "porra, não era isso" (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Xandão:&lt;/b&gt; Mas nesses 18 anos cada um conseguiu ter o seu estudiozinho para gravar. Talvez até nos próximos discos a gente traga o disco já pronto pra gravadora. Pela história da época que viemos, era muito difícil gravar em casa e ter bons recursos. Hoje em dia é muito fácil. A qualidade é uma coisa muito relativa; eu digo isso como produtor. Agora a gente percebe muitas pessoas procurando aquele sonzinho feio, que era uma coisa que a gente já fazia tempos atrás, mas porque não tinha equipamento. Pra gente sempre foi uma refência que chamamos de cariri, de sarará, as coisas de baixa tecnologia e baixa qualidade. Isso sempre foi uma marca nossa. Tenho quase certeza que quando chegarmos no estúdio vai ser aquela coisa do "tem um chiado", mas é isso que é bom. "Isso é feio". Não, é bom! (risos). O que importa é a nossa verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – A banda então não tem uma data específica para entrar em estúdio? A gravadora não pressiona por um novo disco?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Xandão:&lt;/b&gt; Não, temos nosso ritmo e a gravadora sabe que temos uma melhor ideia de trabalhar isso tudo. Não é só simplesmente agendar estúdio e começar a gravar. Queremos primeiro fazer esses shows, talvez até podemos tocar uma coisa ou outra do material novo. Só não queremos nos sentir repetindo o que a gente já fez no estúdio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Quando você não ousa, não arrisca muito. Eu acho que em todo disco sempre buscamos colocar uma coisa diferente do anterior. Mas de uma forma que o disco tenha uma unidade, mesmo que precise demorar um tempo mais pra fazer pra ele ficar bom. Essa é uma tranquilidade que temos com a gravadora, porque no passado tivemos pressão sobre isso, do tipo “data tal tem que ter o disco” e falamos “não, não vai ter”, tem que fazer show e fazer disco. Aí ficávamos over, com aquela coisa de gravação, show, beber, viajar... Com o tempo você percebe que se você não se preservar, não vai rolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Nesses dois anos em que O Rappa deu uma estacionada, mudou muita coisa no panorama da música nacional, principalmente por conta da internet. Como vocês enxergam tudo isso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; O que o pop rock era, mudou. O que era o pop rock há quatro ou cinco anos é o que é o sertanejo agora. A força que a galera do rock tinha é mais ou menos o que o sertanejo é hoje. O que eu vejo no pop rock mundial é que quando falta criatividade, busca-se ficar mais próximo do que está dando certo lá fora. Quando isso não é verdadeiro, não adianta imitar o Rappa, o Charlie Brown Jr, o Paralamas, que o cara vai ser reconhecido ali mas logo depois vai ser comparado. A galera tiraria mais vantagem se ousasse mais, e isso que vai dar longevidade ao pop rock ou a qualquer outro estilo musical. Se o cara se apegou a uma história, hoje ele deve estar meio preocupado, tipo "o que eu vou fazer?". Ficar só naquela de rock'n'roll puro, reggae puro, eletrônico puro, vai colidir com o gosto do pessoal que procura coisas diferentes. Vai ter aquele público que vai perceber que ali tem um chocalho a mais, um cowbell, um rock com eletrônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - O que está inspirando O Rappa na parte de letras?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; O Brasil me deixa muito inspirado. Ainda temos aquela história do 'somos o melhor país do mundo'. Somos mesmo. Em outros países temos essa coisa das bombas, das guerras, etc. Aqui temos isso em alguns lugares, mas em uma escala interna. Falam bastante do Rio de Janeiro, que dá motivo, mas também temos isso em São Paulo, em Recife. Criam situações que fazem com que eu queira passar uma mensagem para uma galera que talvez não tenha discernimento nessa questão. Mas também temos um outro tipo de guerra que é a que vai sedando a gente. Os 400 caras sentados no senado estão ali minando a nossa força. Temos que acreditar que os que virão depois serão melhores, que nem todos que estão ali são ruins. Vivemos em um país onde matam uma juíza, cara. E isso não podemos permitir, então parte do que fazemos com ações sociais vem de uma tentativa de mudar o que está errado e alertar os outros, mas sem levantar uma bandeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Vocês tem esse cunho social nas letras. Como vocês acham que vai ser a receptividade a isso nessa nova era de redes sociais, na qual tem mais informação do que conscientização?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Nós queremos fazer de uma forma que desperte as opiniões das pessoas que escutam o nosso som. A ideia é justamente essa, explorar esse mecanismo que a rede tem de colocar ali na mão, nos dedos das pessoas pra escrever sobre aquilo e promover o debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Xandão:&lt;/b&gt; E isso não serve só para o debate social; agora serve pra música. Imagina, é até melhor porque você pode escrever exatamente pro teu público. Não é aquela coisa de você lançar uma música e o teu disco ser resenhado por um crítico de uns 60 anos que nunca viveu aquilo que você está escrevendo e vem falar mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Eu acho que tem é que aparecer mais gente com coragem para criticar esse tipo de coisa que fazem com o nosso País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Não seria um tipo de ativismo? Ou vocês estão querendo fazer a sua parte?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Xandão:&lt;/b&gt; Não, passa muito longe de ativismo. É simplesmente você perceber essas coisas que estão acontecendo e botar isso pra fora. Você vê aí governo censurando imprensa como aconteceu na época da ditadura, e o mais estranho é que isso acontece por um governo que se dizia de esquerda. Pra você ver a que ponto as coisas estão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Falcão:&lt;/b&gt; Quando aparecem críticas ao governo, mesmo aquelas que são de sacanagem e bem-humoradas, eu me vejo ali. Eu enxergo uma pontinha do que eu queria falar pra essas pessoas que botam o País pra baixo. Então eu acho isso muito importante, valorizo até essas ‘pontadinhas’ humorísticas. A pessoa não deixa de fazer sua parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-2700640759958846082?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/2700640759958846082/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=2700640759958846082&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2700640759958846082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2700640759958846082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/o-rappa-volta-aos-palcos-depois-de.html' title='O Rappa volta aos palcos depois de pausa de dois anos e ensaia disco novo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-KFKpMHTHEek/TsUJPS9Z9WI/AAAAAAAABQI/urenCe8N01o/s72-c/orappa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-7355267396298763940</id><published>2011-09-27T15:46:00.002-03:00</published><updated>2012-01-17T15:59:46.604-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fresno'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='visconde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='beeshop'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sirsir'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lucas silveira'/><title type='text'>Vocalista do Fresno de olho em carreira internacional com projeto Beeshop</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/27/285132-vocalista-do-fresno-de-olho-em-carreira-internacional-com-projeto-beeshop"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yCi9MJ6_ycs/TsUG_QXI4eI/AAAAAAAABP8/O_vq5ywy-DE/s1600/beeshop.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="284" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-yCi9MJ6_ycs/TsUG_QXI4eI/AAAAAAAABP8/O_vq5ywy-DE/s400/beeshop.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lucas Silveira&lt;/b&gt;, vocalista e guitarrista da &lt;b&gt;Fresno&lt;/b&gt;, é um workaholic; não completamente satisfeito com sua rotina de shows com sua banda principal, o músico divide seu tempo com outros projetos. Tanto é que mal saiu de um show com a Fresno no Rio de Janeiro, Lucas rumou no dia seguinte para os Estados Unidos tocar o início de uma carreira internacional com seu projeto solo com músicas em inglês, o &lt;b&gt;Beeshop&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O músico marcou três datas - dia 25 em Nova York, 26 em Filadélfia e 27 em Oneonta – com a banda &lt;b&gt;Anberlin&lt;/b&gt;, fazendo uma participação no show do grupo e atuando como atração de abertura nos outros dias. Como os concertos foram agendados sem planejamento prévio e devido ao alto custo das passagens, Lucas apresentará o repertório de T&lt;i&gt;he Rise And Fall of Beeshop&lt;/i&gt; (lançado em 2010) sozinho, acompanhado somente por violão e piano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Beeshop surgiu em meados de 2007, somente como uma forma de expressar canções que não cabiam na Fresno. Gravando as músicas de forma caseira e divulgando pelo MySpace, a coisa foi ficando séria: em 2007, veio o clipe de &lt;i&gt;Mr. Confusion&lt;/i&gt; e, no ano passado, foi lançado pela Universal Music o primeiro álbum. Com o desenvolvimento do projeto, Lucas montou uma banda com 13 músicos, batizada &lt;b&gt;The Little Dog Feet Orchestr&lt;/b&gt;a, para um show especial no final de agosto em São Paulo. A apresentação foi gravada para um DVD, que deve ser lançado até o final do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/I6Icq6FwJzE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Beeshop não é a única 'escapadela' de Lucas em relação ao Fresno: este ano, o músico anunciou o projeto eletrônico &lt;b&gt;SIRsir&lt;/b&gt; e também o ainda obscuro &lt;b&gt;Visconde&lt;/b&gt;, que deve ganhar mais espaço na atribulada agenda a partir de 2012. Em entrevista ao Virgula Música, Lucas contou mais sobre seus trabalhos paralelos, os shows solo nos Estados Unidos, como é ser uma banda independente no mainstream, o preconceito enfrentado pela onda emo - e que agora é dirigido ao Happy Rock &lt;b&gt;do Restart&lt;/b&gt; - e mais. Acompanhe abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Como surgiu a oportunidade de fazer estes shows nos Estados Unidos? Por que com o Beeshop e não o Fresno?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei amigo dos caras do Anberlin depois que eles tocaram aqui no Brasil. Um mês atrás fui para os Estados Unidos e voltamos a entrar em contato, surgiu a oportunidade de vê-los tocando em Nova York e me convidaram pra participar do show. Daí, conversando com eles, já transformei essa pequena participação em alguns shows de abertura da turnê deles.  E isso rolou com o Beeshop porque tem mais a ver com o som deles, são músicas em inglês e vou fazer como rolava no começo do projeto: só violão e piano. O pessoal do Multishow vai registrar isso também, vão me acompanhar nessa odisséia para filmar um reality show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Então desta vez você vai realmente como artista solo, com a cara e a coragem e sem banda de apoio?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, vou tocar sozinho porque foi combinado um pouco em cima da hora e não rolava de tentar mudar o esquema de shows dos caras por minha causa. Além disso, levar uma banda completa teria um custo muito alto com o qual ainda não posso arcar. Mas encaro como um começo, estou levando meu disco pra lá e algumas coisas do DVD que já estão prontas. É uma oportunidade de expandir um pouco o Beeshop fora do País por uma iniciativa minha. E isso pode se estender não só ao Beeshop, mas também para as outras coisas que eu faço, como o SIRsir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Sobre o SIRsir, você já gravou um EP e discotecou em alguns lugares, mas qual a sua intenção com ele? Pensa em levar uma carreira séria ou é só diversão?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SIRsir é um projeto de música eletrônica pelo qual fiz um EP promocional que estou distribuindo nos lugares que eu toco e fiz um clipe que estreou recentemente. Não costumo brincar muito sobre isso, sempre que estou fazendo um projeto, eu divulgo para levá-lo bem a sério, fazer a coisa acontecer. Mas por enquanto é independente, não tem coisa a ver com gravadora. Tenho outro EP que estou fazendo e devo lançar alguma música pela internet logo mais. Mas agora penso em lançar por um selo gringo, o BugEyed Records.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/OPJXPmQcMJU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Além do Beeshop e do SIRsir, você tem um outro projeto, o Visconde. Até hoje, você lançou algumas músicas no Soundcloud e não está fazendo muito alarde sobre ele. Quais os planos para o Visconde? Você pensa em fazer shows e lançar disco por ele também?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Visconde é o projeto mais recente, foram músicas que eu lancei este ano. Comecei com umas duas e quando percebi estava rolando um conceito em torno disso. Era um monte de músicas que tinham temáticas parecidas e eu estava vivendo um momento que inspirava esse tipo de som. Em um mês eu gravei tudo em casa, lancei na internet e acabou rolando uma identificação muito grande com o público da Fresno, do Beeshop, e acabei quase que forçado pelo público a fazer isso virar alguma coisa. Mas por enquanto eu estou mais focado no Beeshop. O Visconde está mais 'na manha' porque tenho muita coisa para fazer... Não parei pra fazer um trabalho a fundo, com clipe e shows porque senão minha cabeça não aguenta! Mas o disco já está masterizado e devo lançar no próximo ano, depois fazer shows. Mas isso tudo só em 2012, porque não tenho como me dedicar de verdade a isso agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E agora com três projetos paralelos, como fica a Fresno nessa história?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os projetos paralelos são coisas pra dar refresco na minha maratona de shows da Fresno e na minha história com a banda. Então, prefiro tocar com outras pessoas e explorar outras coisas de vez em quando. Não descarto a possibilidade de chamar alguém da Fresno para participar destes projetos. Mas se eu chamar alguém, acho que vai parecer que estamos debandando da Fresno, e não é isso. A Fresno sempre será a prioridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Mas como que você escolhe o material que vai para a Fresno, Beeshop e Visconde? Não seria mais fácil incluir tudo isso em uma única banda?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não consigo dosar tudo que eu sei e gosto em uma banda só. Fresno é uma coisa que eu comecei aos 15 anos que já sofreu muitas mutações. É uma banda na qual as quatro pessoas tem o seus votos, então é diferente. Apesar de eu ser o vocalista ou como chamam, o líder da banda, é um coletivo. Por ser uma banda que tem mais tempo e muito mais público, ela acaba meio que 'andando sozinha', porque hoje temos uma estrutura muito grande para fechar shows, programas de TV. E eu uso o meu tempo livre para fazer as outras coisas. Como o CD da Fresno saiu ano passado e estamos naquela entressafra, eu tenho tempo livre para me dedicar a outros projetos e continuar com os shows da Fresno. Todo final de semana tem show, a agenda nunca para. Por isso que esses outros shows que eu faço pelo Beeshop ou discotecagem pelo SIRsir são no meio da semana. São os dias que sobram pra mim, porque a Fresno tem sempre a preferência na agenda e é o que faz o dinheiro para a coisa toda acontecer. É﻿ o meu trabalho principal, é o que eu faço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Com essa agenda complicada, como é o seu cotidiano?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;Eu procuro acordar depois de meio-dia, porque eu durmo muito tarde. Sempre vou deitar às 4 ou 5 horas da manhã. Então geralmente acordo na hora do almoço, e agora que estou em uma fase frenética, saio da cama, tenho reunião para acertar algo da Fresno, ensaio à tarde, de noite tem uma balada durante a semana ou eu fico em casa no computador. E tô sempre no iPhone, twittando, no Facebook, monitorando tudo que diz respeito a todas as coisas que eu faço. Fico nessa função e é sempre difícil desligar de tudo. Esse ano eu consegui a façanha de ficar uma semana sem entrar na internet, perto do ano-novo, e isso é muito bom. Mas querendo ou não, a gente acaba sentindo falta e começa a querer saber o que está acontecendo. Eu aproveito essa fase da minha vida na qual eu realmente tenho o que fazer e que tô com vontade de procurar novas coisas para fazer. Talvez um dia eu fique de saco cheio e queira só curtir tudo que eu fiz nesses anos em que eu tava doido (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E o DVD pela Fresno, quando sai?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;﻿﻿&lt;br /&gt;O DVD da Fresno que pretendemos gravar ainda este ano é um negócio que ainda não decidimos o lançamento de verdade, se vai ser por uma gravadora ou se vai ser independente. Eu acho que deve ser uma coisa independente, porque não estamos em uma gravadora e já temos uma popularidade, não tem porque precisar de um trabalho de marketing de uma gravadora, já temos o nosso. Provavelmente esse é o futuro das bandas. Atualmente as gravadoras são distribuidoras e não estão mais investindo em artistas simplesmente por não ter muito dinheiro para isso. Elas estão se livrando de todo mundo. A maioria dos artistas que são das gravadoras tem um contrato de distribuição, porque os caras não vão investir um milhão para lançar alguém; eles vão lançar um artista sertanejo que já tem um milhão na conta e eles só repassam para as lojas. Essa é a atual dinâmica do mercado e dos selos menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E como foi para a Fresno, que veio do meio independente,  estourar na grande mídia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;﻿﻿﻿&lt;br /&gt;Nós já tinhamos um estouro underground muito grande, quando ele se convergiu com a internet. Assinamos com uma gravadora, mas já éramos uma banda que conseguia colocar 2 mil pessoas em uma casa de shows em Porto Alegre, em São Paulo, em Recife. Então já tínhamos uma popularidade grande. Mas a gravadora acaba por esticar isso e colocar tua música até para o cara que não quer te conhecer. O que é bom e ruim, porque por exemplo, se você tá bombado﻿ na internet ou na MTV em tal programa segmentado, tudo bem. Mas a partir que você aparece em uma matéria no Fantástico, você é exposto para quem gosta ou não, para quem tá afim de ouvir ou não, pra gente de 8 ou 80 anos. Isso é uma coisa que só as gravadoras tem: os contatos, a estrutura e a 'máfia' de te colocar nesse momento. Do tipo que qualquer um te vê na rua e sabe quem é, esse estouro. E isso aconteceu conosco há uns quatro anos, somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E agora que vocês voltaram a ser independentes, como vocês enxergam o esquema das gravadoras?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;﻿﻿﻿﻿&lt;br /&gt;O trabalho da gravadora acabou ficando sem propósito. Ainda faria sentido se comprassem discos, porque é disso que as gravadoras vivem. Hoje em dia muitas são empresas de eventos para que possam dar uma mordida no cachê das bandas, porque com o CD não dá mais. É só pensar que nenhum CD da Fresno vendeu mais que 60 mil cópias, e qualquer banda que estourava mais ou menos nos anos 90 vendia 300 mil, uma banda que estourava de verdade vendia 1 milhão, dois milhões. Hoje em dia quem faz isso é só o Padre Fábio de Mello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – A mídia explorou muito o lance do estouro do emo no mainstream e colocou bandas como o Fresno e o NX Zero o tempo todo no ar. Agora isso passou por conta do Happy Rock. O que você acha disso? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho bom, porque param de encher o nosso saco (risos). Acho que sempre vai acontecer esse conflito de gerações. Eu já fui em um estúdio de tatuagem e o cara tava ouvindo hardcore melódico dizendo "nossa, isso que era som", sendo que quando eu ouvia isso era muito zoado porque não ouvia punk rock ou hardcore de Nova York, que eram os estilos de 'pessoas legais'. Essa coisa muda. Hoje em dia tem muito fã de Fresno que faz o bullying em cima do fã do Restart, mas isso é só um reprocessamento do bullying que ele sofreu da galera que era fã do Charlie Brown Jr., por exemplo. A galera vai repassando esse comportamento babaca. Na época dos emos, tinha os eminhos de fotolog, que foram os caras que queimaram o filme do lance emo, que era a galera que não sabia nada da música, mas pintava o olho, o cabelo, e fazia coisas ridículas dizendo "ah, porque eu sou emo". Quando eu falava que a Fresno era uma banda que fazia um som emo, eu usava bermuda de surf! Nem pensava na roupa que usaria ou no cabelo que teria. Eu pirava em umas bandas que nem de longe lembravam Simple Plan ou aquelas outras coisas que eram as responsáveis pela 'queimação de filme' do emo no Brasil, principalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Hoje em dia você pode dizer que a Fresno é emo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia não digo porque nem é mais, assimilamos outros sons, mas era uma coisa que eu me identificava muito na época. Eu gostava das bandas que eram emo e às vezes uma pessoa desinformada qualquer podia me rotular assim. Mas eu, que pesquisei, li e vi, sei quais bandas são, tem a ver, tem uma parcela nessa história e que foram chamadas de emo lá atrás, quando não era uma coisa chocante, pejorativa e horrível. Era só uma subdivisão do rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – ﻿Sim, porque o emo mesmo começou com bandas como o Sunny Day Real Estate, Sense Field...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, era isso aí que eu ouvia bastante. Mas depois do estouro, o pessoal citava o Simple Plan, que não tinha nada a ver com isso. Eu até ouvia muito Sunny Day, já curti muito e até hoje me pego ouvindo. E dizem que tem as três ondas do emo, que teve essas bandas iniciais e a segunda que é o Jimmy Eat World e Get Up Kids, que já é algo que tem muito mais a ver com o Fresno, na minha opinião. Depois disso começou a vir essa coisa do visual extremo, oco e que qualquer cara que não tem 'cabelo de soldado' é taxado como moderno, emo. Dizem que o nosso País é livre, mas é intolerante e preconceituoso para caramba. Qualquer coisa que é um pouco diferente já é um absurdo. Ninguém tem liberdade pra porra nenhuma sem ser julgado aqui. E olha que isso que eu tô falando é só sobre cabelo, roupa, nem do cara ser gay ou não, porque aí sim vai estar ferrado aqui no Brasil. Temos muito essa coisa do 'nossa, esse cara é diferente, que horror'... Muitas vezes demos entrevistas e vinham perguntar 'e então, o que vocês querem dizer com essas roupas?', e a gente respondia 'eu quero dizer que eu tô vestido, não quer dizer nada'. Fico imaginando o que aconteceria se uma pessoa tipo a Lady Gaga surgisse no Brasil. Ela ficaria fazendo show lá no Glória [casa noturna GLS de São Paulo] até hoje porque a intolerância é muito absurda. Aqui ainda é muito conservador e preconceituoso. Achamos que não, mas é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Como você enxerga esse pessoal que se intitula 'Happy Rock'?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, querendo ou não, a maioria é 'filho' da gente, não tem como negar. Não posso julgá-los, me abstenho de falar, porque eu apoio bandas que saibam tocar, e eles sabem. Não é 'culpa' deles o sucesso; se uma banda horrível está fazendo sucesso, a culpa é das pessoas que ouvem. Se tem o povo que reclama do que está tocando no rádio, só tá tocando porque as pessoas estão pedindo. Realmente pedem mais Akon do que Charlie Brown, Pitty. Toda banda, por pior que seja, é uma expressão da pessoa e do público. E a maioria dessas do estilo colorido eram meninos que iam em shows nossos e nos conhecem, são fãs, se antenaram em bandas dos Estados Unidos que eram desses grupos do hardcore e do rock alternativo e que começaram a fazer uma coisa meio engraçada, meio feliz e festiva e misturaram com música eletrônica. Mas muita banda acabou se viciando nessa coisa do 'nosso som é feliz', e isso acabou se transformando isso em uma caricatura, fazendo letras quase como axé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-7355267396298763940?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/7355267396298763940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=7355267396298763940&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7355267396298763940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7355267396298763940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/vocalista-do-fresno-de-olho-em-carreira.html' title='Vocalista do Fresno de olho em carreira internacional com projeto Beeshop'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yCi9MJ6_ycs/TsUG_QXI4eI/AAAAAAAABP8/O_vq5ywy-DE/s72-c/beeshop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-2052932548759151018</id><published>2011-09-22T01:59:00.001-03:00</published><updated>2011-11-17T11:04:53.953-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='foals'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='red hot chili peppers'/><title type='text'>Red Hot Chili Peppers ignora falhas técnicas e justifica prestígio em São Paulo</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/22/284786-red-hot-chili-peppers-ignora-falhas-tecnicas-e-justifica-prestigio-em-sao-paulo"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FxMcsZzIkdc/TsUFzWtVrgI/AAAAAAAABPw/5FS7bYXwE9k/s1600/chilipeppers.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="267" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-FxMcsZzIkdc/TsUFzWtVrgI/AAAAAAAABPw/5FS7bYXwE9k/s400/chilipeppers.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Red Hot Chili Peppers começou seu retorno ao Brasil nesta quarta-feira (21), com um show na Arena Anhembi em São Paulo. Trazendo a tiracolo os ingleses do Foals como atração de abertura, Anthony Kiedis (vocal), Flea (baixo), Chad Smith (bateria) e o recém-chegado guitarrista Josh Klinghoffer conseguiram fazer um show memorável para a plateia paulistana﻿ sem precisar de muito esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logicamente, um show marcado para começar às 19h30 de uma quarta-feira na conturbada capital paulista estava predestinado a atrasar. Quando o Foals iniciou seu set com Blue Blood às 20h30, ainda havia fila de pessoas para entrar do lado de fora da Arena Anhembi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os ingleses optaram por um repertório que crescia aos poucos, a plateia se limitou a ficar parada olhando com cara de 'o que é isso?' durante os números iniciais. Ao meu lado, ouvi duas garotas com camisetas dos Chili Peppers conversando. "O que é isso?", perguntou a que parecia ser a mais nova. A outra respondeu prontamente "isso é indie, não tá vendo? As músicas são todas iguais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, quando a banda puxou Cassius e Balloons, o Foals engrenou na parte mais dançante de seu show. Com isso, os membros mais musicalmente sociáveis do público ficaram empolgados e começaram a dançar. No final, vários batiam palmas de acordo com a cadência de Spanish Sahara﻿, e o vocalista e guitarrista Yannis Philippakis﻿ chegou a descer com guitarra e pedestal de microfone até o fosso entre o palco e a grade para terminar o show ali, sentindo a energia da galera do gargarejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passada a prova de fogo do Foals, chegou a vez do Chili Peppers. O grupo subiu ao palco às 21h50, apostando na barulheira de Monarchy of Roses, faixa de abertura de I'm With You. Ao emendar os hits Can't Stop, Tell Me Baby e Scar Tissue com a plateia cantando em uníssono, ficou claro que o Red Hot já tinha o público ganho e não precisaria suar a camisa para fazer um grande show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas problemas técnicos ameaçaram tirar o brilho da apresentação. Josh Klinghoffer penou com vários 'apagões' na sua guitarra em pelo menos seis músicas, prejudicando sua performance - que estava sempre sob olhares atentos dos fãs de seu antecessor, John Frusciante, que largou o grupo para seguir carreira solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente não deve ser legal estar na pele de Klinghoffer no recente momento de transição da banda, pois o guitarrista sempre será alvo de comparações com Frusciante. E justamente na introdução de Under The Bridge a guitarra falhou e o expôs em uma situação constrangedora, alimentando comentários maldosos da plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final de Higher Ground, mais uma vez o instrumento o deixou na mão, e para que os técnicos enfim resolvessem os problemas, Flea puxou sozinho no baixo uma pérola esquecida: a vinheta Pea, cantada por ele no álbum One Hot Minute, de 1995, que também foi ovacionada pelo público. Mas depois destas mancadas técnicas, é preciso reconsiderar se o roadie responsável por seu equipamento é realmente merecedor do emprego.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A volta por cima veio com os hits Californication e By The Way, e a banda retirou-se rapidamente do palco. O bis veio com uma jam com forte participação do percussionista brasileiro Mauro Refosco﻿ (que participou das gravações de I'm With You e está na turnê como músico de apoio), incluindo instrumentos como berimbau e zabumba, para depois dar lugar a Dance Dance Dance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da improvável inclusão da arrastada canção Don't Forget Me, chegou a hora do adeus com o clássico Give It Away, seguida por mais um improviso apoteótico do grupo. A banda desta vez se despediu definitivamente do público, que apesar das trapalhadas técnicas, com certeza gostaria de repetir a dose no show do Rock in Rio no próximo sábado, dia 24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list Foals&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Blue Blood&lt;br /&gt;02 - Olympic Airways&lt;br /&gt;03 - Total Life Forever&lt;br /&gt;04 - Cassius&lt;br /&gt;05 - Balloons&lt;br /&gt;06 - Miami&lt;br /&gt;07 - Spanish Sahara&lt;br /&gt;08 - Red Socks Pugie﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Set list Red Hot Chili Peppers&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 - Monarchy of Roses&lt;br /&gt;02 - Can't Stop&lt;br /&gt;03 - Tell Me Baby&lt;br /&gt;04 - Scar Tissue&lt;br /&gt;05 - Look Around&lt;br /&gt;06 - Otherside&lt;br /&gt;07 - Factory of Faith&lt;br /&gt;08 - Throw Away Your Television&lt;br /&gt;09 - The Adventures of Rain Dance Maggie&lt;br /&gt;10 - Me &amp; My Friends&lt;br /&gt;11 - Under The Bridge&lt;br /&gt;12 - Did I Let You Know&lt;br /&gt;13 - Higher Ground (cover de Stevie Wonder)&lt;br /&gt;14 - Pea&lt;br /&gt;15 - Californication&lt;br /&gt;16 - By The Way&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bis&lt;br /&gt;17 - Dance Dance Dance&lt;br /&gt;18 - Don't Forget Me&lt;br /&gt;19 - Give It Away﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-2052932548759151018?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/2052932548759151018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=2052932548759151018&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2052932548759151018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/2052932548759151018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/red-hot-chili-peppers-ignora-falhas.html' title='Red Hot Chili Peppers ignora falhas técnicas e justifica prestígio em São Paulo'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FxMcsZzIkdc/TsUFzWtVrgI/AAAAAAAABPw/5FS7bYXwE9k/s72-c/chilipeppers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-7520503965902710306</id><published>2011-09-21T08:00:00.003-03:00</published><updated>2011-11-17T11:00:25.617-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='20 anos de nevermind'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nirvana'/><title type='text'>Show de aniversário de 20 anos de Nevermind cheira a vergonha alheia</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/21/284714-show-de-aniversario-de-20-anos-de-nevermind-cheira-a-vergonha-alheia"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TvwHqXu88UU/TsUE8N_aVZI/AAAAAAAABPk/ymAlES4KTsY/s1600/kristnovoselic.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="282" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-TvwHqXu88UU/TsUE8N_aVZI/AAAAAAAABPk/ymAlES4KTsY/s400/kristnovoselic.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para comemorar o aniversário dos 20 anos do lançamento de Nevermind - disco essencial do Nirvana e do rock dos anos 90 - foi anunciado um show em Seattle, no qual o ex-baixista Krist Novoselic tocaria o álbum na íntegra com convidados. O concerto foi divulgado também como um evento beneficente para arrecadar fundos para o tratamento médico de Susie Tennant, figura da indústria musical da cidade, diagnosticada com câncer.﻿﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encaixado como a série de eventos e novidades ao redor do relançamento de Nevermind em uma edição de luxo - que inclui quatro CDs e um DVD, faixas inéditas, raridades, lados-B, versões alternativas, gravações feitas pela BBC, etc -, o concerto tomou grandes proporções e foi exibido ao vivo via streaming pelo site http://www.livestream.com/nevermindlive﻿. Toda essa badalação seria facilmente justificável pelo fato de que os ex-membros da banda nunca revisitaram o repertório do Nirvana nos palcos depois do suicídio do líder Kurt Cobain. Mas na verdade não foi bem isso que aconteceu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se viu na noite desta terça-feira (20) foi uma sucessão de bandas mal-ensaiadas se apresentando no museu Experience Music Project (EMP) de Seattle. Novoselic subiu ao palco apenas para agradecer a presença de todos, pedir para a plateia fazer barulho em homenagem a Cobain e tocar apenas On A Plain com o Presidents of the USA. No final, o baixista reapareceu para encerrar a noite, novamente com o Presidents, mas desta vez ao som de Sliver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhar o show até o final foi um tortuoso exercício de paciência, tanto para quem estava presente no evento quanto para quem acompanhava a transmissão pela internet. Não era à toa que muitas vezes o apresentador Ben London agradecia a paciência das pessoas e anunciava que "faltavam mais tantas bandas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era de se esperar um concerto nos quilates de um Live 8, mas os grupos convidados poderiam ao menos ter se preparado para a apresentação. O Vaporland (formada por membros de bandas importantes do underground de Seattle, como Tad, Fluid e Love Battery) estava claramente se esforçando para terminar In Bloom, assim como o Valis tentou convencer de que tinha ensaiado Come As You Are anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns grupos compensaram a falta de profissionalismo dos outros: Ravenna Woods, Vendetta Red, The Long Winters e Stag fizeram apresentações empolgantes ou bem fiéis às versões originais. Mas a melhor interpretação talvez tenha sido do Campfire OK, tocando Polly com um um arranjo diferente que incluiu um banjo.&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;O 'desconfiômetro' estava tilintando ao ser anunciada a presença de um ex membro do Guns 'n' Roses (grupo desafeto do falecido frontman do Nirvana) no palco. Porém, Duff McKagan fez uma versão correta de Lithium com seu projeto Loaded.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas logo o Champagne Champagne foi convocado para assassinar Drain You. Os rappers bem que tentaram enrolar a letra no início, mas se perderam antes do chegar ao refrão e só contornaram um pouco o vexame quando começaram a improvisar nas rimas. Mas o estrago já estava feito: parte do público do EMP foi embora a partir desse ponto e de Endless Nameless, a faixa secreta de Nevermind, tocada pelo Crypts em uma versão eletrônica com teclados e efeitos monstruosos. O trio até tentou emular a balbúrdia que o Nirvana aprontava no palco e quebrou uma guitarra, mas a performance forçada somente serviu para atrair a inimizade da organização do concerto, contrariada com a molecagem que atrasou a preparação do palco para as próximas atrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez percebendo que se tratava de uma furada, Dave Grohl não mudou sua agenda de shows com o Foo Fighters e limitou-se a participar do evento com uma mensagem gravada exibida no telão. No final das contas, o concerto-tributo con o intuito de homenagear o disco clássico do Nirvana﻿ e arrecadar fundos para salvar uma personalidade musical de Seattle cheirou a vergonha alheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira abaixo a lista de bandas e o repertório tocado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fastbacks – Smells Like Teen Spirit&lt;br /&gt;Vaporland – In Bloom&lt;br /&gt;Valis with Jack Endino – Come As You Are&lt;br /&gt;Ravenna Woods – Breed&lt;br /&gt;Duff's McKagan Loaded – Lithium&lt;br /&gt;Campfire OK – Polly&lt;br /&gt;Visqueen – Territorial Pissings&lt;br /&gt;Champagne Champagne – Drain You&lt;br /&gt;Tacocat – Lounge Act&lt;br /&gt;Vendetta Red – Stay Away&lt;br /&gt;The Presidents of the USA with Krist Novoselic – On A Plain&lt;br /&gt;The Long Winters – Something In The Way&lt;br /&gt;Crypts – Endless Nameless&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIS (quem pediu?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seacats – Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle&lt;br /&gt;Cali Giraffes – You Know You’re Right&lt;br /&gt;Pigeonhed - Heart-Shaped Box&lt;br /&gt;Tom Price – Negative Creep&lt;br /&gt;Stag – Serve The Servants&lt;br /&gt;Shelby Earl – All Apologies&lt;br /&gt;Young Fresh Fellows – About A Girl&lt;br /&gt;Cobirds Unite – Pennyroyal Tea&lt;br /&gt;Tripwires - Been A Son﻿&lt;br /&gt;The Presidents of the USA with Krist Novoselic – Sliver&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-7520503965902710306?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/7520503965902710306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=7520503965902710306&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7520503965902710306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7520503965902710306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/show-de-aniversario-de-20-anos-de.html' title='Show de aniversário de 20 anos de Nevermind cheira a vergonha alheia'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-TvwHqXu88UU/TsUE8N_aVZI/AAAAAAAABPk/ymAlES4KTsY/s72-c/kristnovoselic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-6187992661861388622</id><published>2011-09-21T08:00:00.001-03:00</published><updated>2011-11-17T10:56:24.776-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='foals'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>"Vamos tocar para público que não quer nos ouvir", diz baterista do Foals</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/21/284731-vamos-tocar-para-publico-que-nao-quer-nos-ouvir-diz-baterista-do-foals"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wkacT4PmDEs/TsUD77q6GzI/AAAAAAAABPY/JtKssUrHDGU/s1600/foals.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-wkacT4PmDEs/TsUD77q6GzI/AAAAAAAABPY/JtKssUrHDGU/s400/foals.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Foals tem a difícil missão de ser a banda de abertura do show do Red Hot Chili Peppers esta noite na Arena Anhembi, em São Paulo. "Provavelmente tocaremos para a maioria do público que não vai querer nos ouvir", diz o baterista Jack Bevan, em entrevista ao Virgula Música. "Mas se algumas pessoas nos reconhecerem do outro show, será bom".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa não é a primeira vez que o Foals desembarca para tocar no Brasil; em 2008, a banda britânica foi uma das atrações do Festival Planeta Terra. Formado em Oxford, em 2005, por Bevan, Yannis Philippakis (vocais e guitarra), Jimmy Smith (guitarra), Edwin Congreave (teclados) e Walter Gervers (baixo), ﻿﻿o som do grupo é uma mistura de indie rock com dance punk e os shows da banda resultam em momentos de catarse coletiva dançante - provavelmente daí vem o fator determinante para que Flea e cia fossem atrás deles para ato de abertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Virgula Música, o baterista Jack Bevan contou sobre os próximos planos da banda, o que mudou entre o disco de estreia e o mais recente, Total Live Forever, e as expectativas para os novos shows no Brasil. Leia abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - Vocês estão voltando para o Brasil para ser a banda de abertura do Red Hot Chili Peppers. Qual a relação do Foals com eles? Como surgiu o convite?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade eu não sei muito sobre isso, foi coisa de nosso empresário. Mas eu conheço o som dos caras e são ótimos músicos. Ouvi muito o Californication tempos atrás. Sei que o Chili Peppers é uma banda muito popular aí e provavelmente tocaremos para a maioria do público que não vai querer nos ouvir, mas se algumas pessoas nos reconhecerem do outro show, será bom (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - ﻿É a segunda vez que vocês vêm ao nosso País. O que você lembra da primeira passagem por aqui?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que gostamos bastante do clima do festival e da reação do público. Era uma plateia bem receptiva e selvagem, e nós gostamos disso. Conseguimos uma folga para ficar alguns dias e passear de carro, então isso foi algo muito legal de se fazer. Geralmente não dá tempo de fazer muito turismo quando as datas são muito seguidas umas das outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - ﻿Neste novo disco e turnê, o Chili Peppers conta com a participação de um músico brasileiro. Vocês escutam música brasileira? O que você conhece de nossa música?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho um amigo que escuta bastante música brasileira e sempre aparece com uns discos, de vez em quando ouvimos junto. Infelizmente não consigo dizer quais bandas seriam, mas já ouvi muita coisa com uns grooves interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - ﻿﻿O álbum Total Life Forever tem músicas mais viajadas, em comparação ao disco anterior, Antidotes. O que ocasionou essa mudança?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, primeiramente, nós envelhecemos. Quando gravamos Antidotes, foi em 2007. Éramos mais jovens, depois ouvimos mais coisas diferentes e colocando em nossa música. Gravamos o segundo disco dois anos depois, e muita coisa aconteceu nesse período, com turnês, shows e coisas assim. Viajamos o mundo também, tocamos em lugares diferentes. Então enxergo como um amadurecimento natural o segundo disco ter uma sonoridade diferente do primeiro. O próximo disco provavelmente deve ser diferente também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - A performance da banda em 2008 no Festival Planeta Terra foi incrível, bem agressiva e acelerada. Com esta nova sonoridade, você acha que o show diminuiu de ritmo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco, mas não totalmente. Não deixamos de tocar as coisas do primeiro disco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música - ﻿A banda já tem planos para um novo álbum? Já estão tocando tem novas canções ao vivo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos algumas coisas em curso, mas ainda estamos concentrados na turnê. Não estamos planejando tocar nada novo em shows até que tudo esteja devidamente lapidado. Provavelmente devemos entrar em estúdio no ano que vem, assim que tivermos tempo para isso. Ainda é meio cedo para falar como o disco vai soar, mas com certeza deve ser uma extensão de nosso amadurecimento.&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SERVIÇO&lt;br /&gt;RED HOT CHILI PEPPERS E FOALS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;21 de setembro – quarta-feira&lt;br /&gt;Local: Arena Anhembi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horário dos shows:&lt;br /&gt;Foals – 19h30&lt;br /&gt;Red Hot Chili Peppers: 21h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site: www.livepass.com.br&lt;br /&gt;Call Center*: 4003-1527&lt;br /&gt;Horário de funcionamento:&lt;br /&gt;de segunda-feira a sábado – das 09h às 21h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços:&lt;br /&gt;R$ 500,00 Pista Premium&lt;br /&gt;R$ 200,00 Pista&lt;br /&gt;Estudante e aposentado pagam meia-entrada﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-6187992661861388622?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/6187992661861388622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=6187992661861388622&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6187992661861388622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6187992661861388622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/vamos-tocar-para-publico-que-nao-quer.html' title='&quot;Vamos tocar para público que não quer nos ouvir&quot;, diz baterista do Foals'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wkacT4PmDEs/TsUD77q6GzI/AAAAAAAABPY/JtKssUrHDGU/s72-c/foals.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-4294077289378046394</id><published>2011-09-12T08:00:00.001-03:00</published><updated>2011-11-17T10:51:11.967-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nx zero'/><title type='text'>NX Zero fala sobre dez anos de carreira e o que acha da onda Happy Rock</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/09/283985-nx-zero-fala-sobre-dez-anos-de-carreira-e-o-que-acha-da-onda-happy-rock"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oZOGsfq9Tcw/TsUC7g-2VHI/AAAAAAAABPM/eEqLYOxaFUQ/s1600/nxzero.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-oZOGsfq9Tcw/TsUC7g-2VHI/AAAAAAAABPM/eEqLYOxaFUQ/s400/nxzero.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O NX Zero está completando dez anos de carreira e para comemorar, lançou em agosto o DVD Multishow Registro: DVD Nx Zero 10 anos﻿, composto por seus maiores sucessos e mais duas canções inéditas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado em São Paulo, o show do DVD contou com as participações especiais de Emicida, Negra Li, Rincon Sapiência, Rappin' Hood, Tulio Dek, Eric Silver e o produtor e empresário Rick Bonadio.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Virgula Música, Di Ferrero (vocal), Gee Rocha (guitarra) Fi Ricardo (guitarra), Caco Grandino (baixo) e Dani Weksler (bateria)﻿ contaram mais sobre o lançamento do DVD, as roubadas que já enfrentaram durante a carreira, quais bandas fazem suas cabeças e o que pensam da onda dos coloridos do Happy Rock. Veja no bate-papo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Agora que vocês gravaram o DVD, qual é o próximo passo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; Vamos sair em turnê, fazer a turnê do DVD. O próximo passo vai ser um disco novo, mas isso ainda vai demorar um ano, um ano e meio. Por enquanto vamos mostrar o DVD ao Brasil. Fizemos um cenário especial para a gravação dele e queremos usar isso para os shows também, até para a galera que não pôde ir na gravação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E qual a expectativa para o show no Rock in Rio?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Cada vez que alguém pergunta isso do Rock in Rio a gente já fica ansioso. Se acontecesse isso uns 5 anos atrás, a gente cagava nas calças (risos), acho que agora veio em boa hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Nós não cagamos nas calças ainda porque não caiu a ficha (risos)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Não falamos sobre outra coisa. Já pensamos em um set list legal e como ensaiamos bem para gravar esse DVD, ele veio em uma hora boa. A ideia é dar uma resumida nesse set list para tocar no Rock in Rio e colocar mais algumas surpresas, coisas especiais para marcar o show, porque o festival pede algo especial. Ainda demos sorte de tocar no dia que a gente mais queria ver as outras bandas, como o Red Hot Chili Peppers. Vai ser animal cruzar com os caras lá e quem sabe dar um DVD nosso pra eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; Se eles merecem, né? Se for bom o show ... (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – O que vocês acharam do disco novo, I’m With You? Eles colocaram pra audição via streaming e já liberaram um clipe para o single The Adventures of Rain Dance Maggie.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Achei a música nova e o clipe irados. Quando você curte as várias fases e vibes da banda, você sempre acaba entendendo o que eles querem fazer. Pra mim foi demais, gostei muito da música, da letra, do clipe. O vídeo é bem a cara deles, Califórnia total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Eu tô triste que não tem o (John) Frusciante [guitarrista que saiu da banda em 2009], mas eu sou fã até o fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Infelizmente ele não estará aqui, mas acho que o guitarrista novo já conhece os caras há um bom tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; É, ele tocou nos discos solo do Frusciante também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Sim, ele vai conseguir pegar a vibe dos caras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Vocês já tem novas composições para um novo trabalho?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Nós acabamos de divulgar duas músicas novas nesse DVD. São Essa Eu Fiz Pra Esquecer e a Não é Normal, que é o novo single. Por enquanto vai ser isso, não pensamos em lançar nada novo, porque viemos em uma pegada meio maluca, com CD e DVD um atrás do outro. Então agora queremos mesmo é fazer os shows primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Já temos uns dez embriões de músicas. Uma coisa que nos motiva pra caramba é que o Gee sempre manda pra gente uma ideia gravada e pergunta ‘e aí, é legal? o que vocês acham?’ e a gente já começa a pirar, pensando o que dá pra fazer em cima com timbres e arranjos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – E por esses embriões, vocês já tem ideia do que pode ser o novo disco?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; É muito cedo para falar como vai soar o próximo trabalho. São só embriões, não sabemos o que vai sair disso. Mas pode ter certeza que vai ser uma mistura de tudo que a gente já fez, inclusive o Projeto Paralelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Falando no Projeto Paralelo, vocês pensam em fazer algo assim novamente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Se calhar, sim. Foi muito natural o jeito que ele saiu. Era pra ser um projeto paralelo fora do NX Zero, mas decidimos fazer todos juntos. Acho que agora com 10 anos de carreira teremos mais liberdade para fazer coisas diferentes, podemos tentar uma coisa ou outra. Não que não pudéssemos fazer antes, mas acho que ainda não tínhamos vivido tudo isso para ter vontade de tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; O Projeto Paralelo com certeza abriu portas e não quer dizer que foi só aquele disco e morreu ali. A gente sempre encontra os caras que gravaram com a gente. Depois dele, o Kamau chamou o Di para participar do disco dele. É uma parceria que ainda pode trazer mais coisas no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Essa experiência nós vamos levar para sempre. Uma pessoa gravar no seu disco é quase como um pacto de sangue, de amizade. Você marca na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; Entre os embriões já tem uma ideia com participação, então teremos mais coisa por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Ao longo desses dez anos, vocês com certeza já passaram por muita coisa boa e ruim. Qual foi a pior roubada que vocês já passaram na carreira?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Cara, várias. Uma das que eu lembro foi quando fizemos uma turnê com o Aditive e Sugar Kane, quando ainda éramos independentes. Eram três ou quatro bandas viajando juntas em um onibus fretado a praticamente lucro zero. Pagavam um cachê muito pequeno e o tal ônibus era muito, mas muito ruim. Estávamos na porta da casa de um amigo nosso, o Sonrisal, que na época tocava no Aditive e de repente deu o maior barulho de explosão e o ônibus tombou na hora. Era o pneu que tinha estourado. Ainda bem que aconteceu ali. Imagina se estivessemos na estrada e estourasse essa porra desse pneu? Já entrou árvore dentro do ônibus e nossas famílias não sabem dessas coisas (risos)... Mas não foi nada grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fi:&lt;/b&gt; Passamos por uma viagem de 12 horas e quando paramos, o motorista enfiou a frente do ônibus na marquise do hotel e arrancou a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Outra vez no Sul o motorista era um moleque novo, estávamos todos cansados depois de um show. Queríamos ir pra casa, tomar um banho. Ele deu ré e entrou um galho de árvore dentro do ônibus. Tivemos que arranjar outro pra continuar viajando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Já aconteceu da gente ir para outra cidade tocar e não ter contratante. Uma vez a gente foi para Itu e descobrimos que o contratante era um moleque de 14 anos, que fugiu. Ele ficou com medo porque apareceu juizado de menores, etc. Daí fomos na casa dos pais para falar com o moleque, essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fi:&lt;/b&gt; Nos festivais independentes tinha vez que o contratante chegava... se bem que chamar de contratante é sacanagem com quem faz o trampo direito! O cara juntava um monte de banda que queria tocar com a gente, aí tinham trocentas bandas de moleques tocando desde meio-dia, todos felizes que iam tocar em um festival com o NX Zero e o Fresno, tinham que vender ingressos. Quando chegava pra tocar não tinha evento, tava a casa vazia e o organizador fugiu com a grana dos ingressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve também outro bem marcante que era uma feira de aventura, de esportes radicais e estávamos na maior expectativa porque o lugar era enorme e a previsão era de receber muita gente, umas 30 mil pessoas. Tinha uma grande estrutura, parque de diversões... Tinha que pegar uma van para ir do camarim até o palco, imagina. Mas choveu no dia e tava vazio, a gente tocou pra cem pessoas. Com isso o contratante cancelou parte do evento, já tinha pago nosso cachê, mas não a empresa que cuidava do som. Eles não tinham recebido e queriam desmontar tudo, ficaram lá esperando por oito horas pelo organizador que não apareceu e viram que a gente tava lá esperando pra tocar. Daí eles esperaram a gente subir no palco e fazer nosso show praquelas cem pessoas desmontaram tudo e foram embora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Qual a maior loucura que um fã já fez por vocês?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Ah, já teve fã que se jogou na frente da van...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Isso NÃO é legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; É, não achamos isso legal, é muito perigoso. Tem gente que faz tattoo da banda. é legal, mas a gente fala pra galera pensar bem antes de fazer. Tem gente que faz o rosto que eu acho mais complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; É difícil rosto ficar bonito em tatuagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Não que sejam ruins os nossos, mas qualquer rosto é difícil de ficar bom o resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Ainda mais que se você engorda, o desenho da tatuagem engorda com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Mas de loucura mesmo eu soube que teve uma galera que ficou quase um mês na fila pro show de gravação do DVD, só revezando com os amigos pra entrar. Isso é loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; Se dormisse um dia na fila já seria bizarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; É, cara, dormir na fila uma noite já seria muito louco, imagina ficar na fila quase um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Quais bandas vocês tem ouvido atualmente?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; O Incubus novo a gente tá ouvindo bastante, o novo do Ben Harper achei massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; O novo do Foo Fighters.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Limp Bizkit novo, o Golden Cobra, é incrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Tem uma galera nacional também, como o Emicida, Kamau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Ouvi uma banda que se chama Medula esses dias e achei muito boa. Vanguart também gosto bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Uma nacional que eu já tinha ouvido falar e não conhecia e achei bem legal se chama Supercombo. A banda é muito boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Daí a gente cai nas clássicas também, como Red Hot. Eu também escuto Hillsong...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Tem o Led Zeppelin, que pra mim, sempre volta a tocar no carro, não tem jeito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; AC/DC. A gente tá numa fase de Rolling Stones também. Acho que é por causa do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fi:&lt;/b&gt; Aerosmith.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; U2, depois do show... Nirvana, que a gente fez uma versão pra um tributo em homenagem aos 20 anos do Nevermind.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – O DVD tem participação do Rick Bonadio, que também produziu vários discos do NX Zero. Qual a relação dele com a banda?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; O Rick é nosso parceiro, o cara que acreditou na gente no começo. Hoje em dia a relação é mais legal ainda, porque ele já tem a confiança na gente pra fazer coisas diferentes como o Projeto Paralelo. Ele gravou todos os pianos dos nossos discos, então nada melhor do que ele próprio para tocar estas partes no show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; O legal do Rick é que ele é um cara que muda o rumo da banda. Ele conseguiu encurtar o caminho para onde queriamos chegar, pela experiência de trampo que tem. Ele puxa o melhor de casa um. Foi legal que nós fizemos o Projeto Paralelo com ele, porque ele sempre curtiu hip-hop, mas nunca tinha participado de um disco assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fi: &lt;/b&gt;Pra nós é legal dar esse presente pra ele também. Era estranho ele nunca ter feito um projeto assim com o tanto de referências que ele tem. Ele produzir e fazer as programações foi uma realização pessoal dele e proporcionarmos isso pra ele foi uma parceria legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – O que vocês acham dessa onda do Happy Rock? Tem muita gente que critica, e hoje parece que eles sofrem o bullying que os emos sofriam anos atrás, quando vocês estouraram. O que vocês acham disso?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fi:&lt;/b&gt; Isso é meio normal, na época que os grunges apareceram eles eram criticados pelos metaleiros. A mídia só quer fazer mais uma prateleira pra enquadrar as coisas. Esse lance é mais como um teste para saber se você vai conseguir passar por isso e seguir em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di: &lt;/b&gt;Nunca teve uma explosão de verdade do emo. A mídia acabou com um negócio muito legal que existia, fez parecer uma coisa negativa. Era legal porque todas as bandas tocavam juntas, faziam shows em parceria, emprestavam os intrumentos e na hora que começou a chamar atenção da grande mídia, começou a ficar negativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Já vieram perguntar pra gente o que achamos da roupa do Restart... Eu não quero saber da roupa deles, se eles tocam pelados ou não. Quero saber é do som!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; Já ouvi o disco do Restart. Acho que tem músicas boas pra caramba, enxergando como um compositor. Os caras só tem hits. Dentro da proposta de som deles, da idade deles, eles estão indo super bem. Já até falei pra eles: “o som de vocês não é nada colorido”. Colorido pra mim são bandas que eu vejo no VH1 às vezes, tipo o All Time Low e outras que fazem aquele lance digital dance com rock, que eu acho que soa mais pra isso. O Pe Lanza me deu o disco, ouvi e achei cheio de hits. Só que é aquilo: muita gente deixa de ouvir porque pensa “não vou ouvir esses coloridos não” igual faziam com a gente: “não vou ouvir esses emos não”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; O pessoal vive pegando no pé por essas coisas. Todo mundo vive falando de campanha contra preconceito, de bullying, mas na real chega a ser hipocrisia porque a própria mídia transforma uma coisa positiva em negativa. Quando vem gringo para o Brasil, a mídia vai lá atrás e faz o que for para chegar perto dos caras. Quando é para valorizar alguma coisa nova aqui no Brasil, colocam um aspecto negativo e caricato. Com o emocore foi assim, com o colorido foi assim, e vai ser assim com outras coisas. Quando ouvi o Restart pela primeira vez confesso que eu não gostei. Não curti a canção, não achei que estava bem produzida. Mas a segunda vez que eu ouvi Te Esperar, achei bem produzida, reparei na maturidade dos caras em relação ao que ouvi antes. Eles estão fazendo uma coisa legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di:&lt;/b&gt; Não importa se gosta ou não, o legal é que eles estão levando uma molecada para os shows. Quando você passa por isso como aconteceu com a gente, aprende muita coisa também. É legal passar por isso de cabeça erguida. Tem muitos hoje vão ao nosso show e dizem que não gostavam da gente. Hoje tem muitos de diferentes estilos, gente que vai porque gostou do Projeto Paralelo, que vai pelas que tocam nos rádios ou pelas músicas pesadas como Só Rezo. Então é aquela coisa: você tem que passar por cima disso de cabeça erguida que passa. Tem que continuar sem ligar pra essas coisas. Moda é moda, música é outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; A gente agradece a galera ter esquecido a gente porque teve muitos que passaram a respeitar e ouvir o nosso som, que é o mais importante. Daí se ouviu e não gostou, tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caco:&lt;/b&gt; Esse lance de preconceito pra nós não existe porque já tocamos com Vitor e Léo, Armandinho, Pitty, Planta e Raiz. Isso é uma coisa que fortalece demais a musica nacional. Não tem porque ficar encanando com barreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Virgula Música – Pra terminar: o que ainda falta pro NX Zero conquistar? Pode ser um sonho de consumo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Um estúdio casa na árvore, submarino, varanda no ônibus (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gee:&lt;/b&gt; Acho que se a gente ficar mais 40 anos juntos pra mim já vale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fi:&lt;/b&gt; Perguntaram isso pra gente já e pensamos em ter energia pra estar juntos pra mais 50 anos, enquanto ainda tiver gente querendo nos ouvir.  E se um dia nao tiver, a gente vai tocar pra nós mesmos... no estúdio foguete (risos). Acho que outra coisa seria fazer uma tour internacional. Ia ser um bagulho legal de se fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dani:&lt;/b&gt; Hablar outras linguas, comer outras chicas (risos)!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-4294077289378046394?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/4294077289378046394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=4294077289378046394&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/4294077289378046394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/4294077289378046394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/nx-zero-fala-sobre-dez-anos-de-carreira.html' title='NX Zero fala sobre dez anos de carreira e o que acha da onda Happy Rock'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-oZOGsfq9Tcw/TsUC7g-2VHI/AAAAAAAABPM/eEqLYOxaFUQ/s72-c/nxzero.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-7779056455291683875</id><published>2011-09-09T08:00:00.001-03:00</published><updated>2012-01-17T16:00:41.140-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tiê'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Cantora Tiê brinca de cobaia em campanha publicitária</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/08/283902-cantora-tie-brinca-de-cobaia-em-campanha-publicitaria"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DrAntitHlFs/Tm2MHdaDNfI/AAAAAAAABPE/mbwV7FktptQ/s1600/ti%25C3%25AAtatuagem.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="286" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-DrAntitHlFs/Tm2MHdaDNfI/AAAAAAAABPE/mbwV7FktptQ/s400/ti%25C3%25AAtatuagem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A cantora paulistana Tiê não tem muito tempo de carreira (o primeiro disco Sweet Jardim foi lançado em 2009), mas já arrebanhou um séquito considerável de fãs. Sua interpretação sem vocais exagerados, combinada com postura de palco que demonstra um misto de timidez e espontaneidade, cativam facilmente o público - seja nos momentos melancólicos do seu álbum de estreia ou nas canções que beiram a vivacidade folk e country de seu segundo disco, A Coruja e o Coração (2011).﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebendo esse magnetismo que Tiê exerce, a Lacta resolveu convidá-la para participar da campanha 'Entregue-se'. A marca planejou uma série de ações que colocam a cantora em uma posição semelhante a uma 'cobaia de laboratório' com belas regalias, expondo-a a uma série de experiências que ela depois relata em seu blog dentro do site da Lacta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa brincadeira, Tiê já fez uma tatuagem, viajou sem saber o destino e compôs uma música com a participação de seus seguidores no Twitter. A letra de Entregue-se foi escrita coletivamente pela internet a partir de uma promoção envolvendo a hashtag #eumeentrego: foram mais de 4 mil sugestões de internautas, mas apenas 25 foram escolhidas para fazer parte da canção.﻿ Todos os autores das frases vencedoras ganharam ingressos para o show dela no Rock in Rio, CDs e DVDs.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Virgula Música, Tiê contou sobre como foi compor a música em parceria com internautas, sua participação nas experiências propostas pela campanha e os próximos passos da carreira. Acompanhe a entrevista abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Você está com um blog dentro do site da Lacta para relatar suas impressões sobre o que a marca te propõe a fazer. Como surgiu essa proposta?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles criaram essa campanha que se chama 'Entregue-se' com umas ações em shoppings e outros lugares. A minha parte envolve desde a criação de uma música até umas experiências pelas quais eu tenho que passar. E eles acharam que o meu perfil fazia sentido para o público que queriam atingir, pela minha idade – nova mas não tão nova, com filha e ao mesmo tempo trabalhando – e eles achavam que eu valia pra esse tipo de ação. E rolou uma entrevista minha pra revista Criativa que no final eu falava que meu mantra era "entregue-se" e quando leram isso pensaram "tem que ser a Tiê mesmo" e me contataram!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Como funciona isso? Você fica sabendo o que vai fazer somente no mesmo dia da atividade?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente, tem ações que eu fico sabendo de última hora! Teve essa última, chamada Primeiro Destino na qual eu viajei e não sabia para onde iria, era escolher o primeiro vôo da tela de embarque do aeroporto e ir. E é divertido, a Lacta tá me proporcionando coisas que eu não faria sozinha, então estou aceitando isso como um desafio. Eu tô animada, tenho me divertido muito! Mesmo a música foi uma ação superlegal porque fazer uma música com 25 tweets não é fácil e eu fiquei com uma pequena dificuldade para fazer, porque as frases não eram excelentes e muitas eram parecidas... Mas tinham outras bem legais e costurei tudo e fiz a música. Então foi uma experiência boa, eu gosto desses desafios mesmo... Acho que vale!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/KwbYyf7kzik" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Até o momento, qual foi a melhor experiência? E a mais chatinha?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa, com essa da viagem para Buenos Aires eu fiquei bastante ansiosa porque não sabia para onde iria! Esta eles me avisaram com um dia de antecedência porque eu tinha que arrumar malas, mas aí deixei pra fazer tudo em cima da hora. Foi difícil porque eu tinha de montar a mala sem saber se estaria frio ou calor, tive até insônia na noite anterior à viagem. Mas deu tudo certo, adoro Buenos Aires. Como foi tudo assim meio impulsivo, cheguei lá, peguei um mapa e fui fazendo um roteiro enquanto caminhava. Acho que até agora a ação menos desafiadora deve ter sido a do shopping, que eu fiquei vendada e tive que passar por umas sensações como massagens, cheiros, provar uns chocolates... Na verdade não é que foi chatinha, só achei a mais fácil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Você teve que fazer uma tatuagem também. Você que escolheu o desenho, certo? Eles não te pediram pra tatuar o logo da Lacta?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não (risos)! Eu falei que se fosse o logo eu teria que cobrar mais caro (risos)! Como esta não foi a primeira tatuagem que fiz, então não vi problema em fazer, até porque eu poderia escolher o desenho. Escolhi algo que foi importante pra mim, que é o passarinho da capa do meu primeiro disco. Foi uma maneira de me marcar ainda mais com esse álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Em relação aos seus discos, no segundo você desenvolveu mais a faceta de intérprete. Você pretende gravar mais músicas de outros compositores no próximo disco?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não descarto essa possibilidade. Quando eu estava fazendo o segundo disco, não vi problema em colocar três ou quatro músicas de outros compositores que são meus amigos e admiro porque são bons. Quando coloquei a versão de Você Não Vale Nada Mas Eu gosto de Você foi mais como uma brincadeira, nasceu quase como uma paródia, mas todos que ouviram gostaram e acabei incluindo no disco. Mas para o próximo ainda não sei qual caminho vou tomar, estou pensando mais nos shows atualmente. Eu tenho só comecinhos de músicas, ideias que não devo terminar enquanto ainda estiver em turnê. Gosto de parar um pouco pra fazer as coisas, não gosto de compor no meio dessa correria de agenda de shows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/RmRysHzdY4c" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Então é meio cedo para saber como vai soar o novo disco? Você pensa em fazer algo intimista como o primeiro ou vai ser com banda como no segundo, numa pegada mais 'alegre'?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho nada pronto ainda, mas acho que o terceiro disco deve misturar um pouco dos dois. Deve ter coisa com banda completa como no A Coruja e o Coração por conta dos arranjos, assim como pode ter músicas mais simples como no Sweet Jardim. Mas é difícil falar sobre o que vou fazer, porque meus trabalhos são autobiográficos e acho que ainda estou vivendo sobre o que vou escrever para o próximo disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;No último disco você gravou uma música ("Perto e Distante") com participação do Jorge Drexler. Agora vai tocar no Rock in Rio no Palco Sunset com ele. Como vai ser isso?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, na verdade quando ele participou do disco infelizmente a gente nem se encontrou pessoalmente! Outras pessoas sugeriram o contato, foi o pessoal da gravadora, e as assessorias intermediaram. Foi tudo eletrônico. Mas achei que era uma boa coisa e que encaixava bem na música, então não tive nenhum problema quanto a isso, pelo contrário. Agora por conta da apresentação no Rock in Rio que vamos nos encontrar de verdade pela primeira vez e acho que vai ser muito legal, tem tudo para ser um ótimo show.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-7779056455291683875?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/7779056455291683875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=7779056455291683875&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7779056455291683875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/7779056455291683875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/cantora-tie-brinca-de-cobaia-em.html' title='Cantora Tiê brinca de cobaia em campanha publicitária'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DrAntitHlFs/Tm2MHdaDNfI/AAAAAAAABPE/mbwV7FktptQ/s72-c/ti%25C3%25AAtatuagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-6316547690734169619</id><published>2011-09-06T08:00:00.005-03:00</published><updated>2011-09-12T00:57:19.504-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='zé ricardo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rock in rio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Palco Sunset promove salada musical no Rock in Rio</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/06/283744-palco-sunset-promove-salada-musical-no-rock-in-rio"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Tje28dNkK5c/Tm2DFGQCVAI/AAAAAAAABOM/KgVKAWnmS6Y/s1600/moveis%2Bpalco%2Bsunset.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="293" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-Tje28dNkK5c/Tm2DFGQCVAI/AAAAAAAABOM/KgVKAWnmS6Y/s400/moveis%2Bpalco%2Bsunset.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apostando em encontros inusitados entre artistas de diferentes estilos, o Palco Sunset pretende roubar a cena na edição brasileira deste ano do Rock in Rio. São 24 shows preparados especialmente para o festival, misturando sons como rock, pop, punk, heavy metal, samba, MPB, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez no Brasil, o Palco Sunset já teve três edições (duas em Lisboa e uma em Madri) e oferece aos artistas liberdade para experimentar: podem interpretar o repertório uns dos outros, convidar mais nomes para subir ao palco e soltar a criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta primeira edição nacional, o Sunset aposta em shows de Mike Patton (vocalista do Faith No More) com a Sinfônica de Heliópolis, Cidade Negra com Martinho da Vila e o rapper Emicida, a cantora Tiê com Jorge Drexler, Erasmo Carlos com Arnaldo Antunes, Ed Motta e Rui Veloso com Andreas Kisser (guitarrista do Sepultura), Milton Nascimento com Esperanza Spalding, Matanza com BNegão e Mutantes com Tom Zé. Confira a programação completa na galeria acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Vírgula Música entrevistou o cérebro por trás da curadoria do Palco Sunset: o músico Zé Ricardo. Ele nos contou como surgiu a ideia de fundir tantos artistas díspares em cima de um palco e como funciona o processo de seleção de bandas. Confira abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;É a primeira vez que o Rock Palco Sunset chega ao Rock in Rio no Brasil. Como está a expectativa para esta edição?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos naquela reta final e dá aquele frio na barriga. O festival está vindo pela primeira vez com o Palco Sunset no Brasil, mas já fiz ele em 2008 em Lisboa e em 2010 em Lisboa e Madri. É um prazer enorme, acredito que me enriquece muito como cantor e músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Como surgiu a ideia de juntar artistas tão diferentes no mesmo palco?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criei isso em 2003, quando pensamos que aqui no Brasil seria legal os artistas se encontrarem para fazer uma jam session aberta para o público. Surgiu com um projeto menor, chamado Open Air, que fizemos no Rio de Janeiro e em São Paulo em 2003 e 2004. Em 2005 tivemos uma edição em Portugal. Isso chamou atenção do Roberto Medina [empresário e publicitário idealizador do Rock in Rio] e ele me convidou para fazer isso no Rock in Rio em 2008. Me convidaram porque queriam transformar o Sunset em um palco tão importante quanto o Palco Mundo. Então apresentei um conceito novo, promovendo somente encontros de artistas do mundo. Isso fez muito sucesso nas edições de Madri e Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Como que você monta a programação do Palco Sunset?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou viajando nessas loucuras. Primeiro eu vejo as necessidades do palco, a diversidade que o Sunset precisa ter. A partir daí eu escalo os headliners que se encaixam para completar essa diversidade. Chego para um artista e pergunto 'com quem você gostaria de fazer?' e ele me dá uma sugestão. Às vezes eu pergunto 'o que você acha de fulano?' e de acordo com a resposta vamos atrás. Vai muito da conversa. Com o Mike Patton, eu passei cerca de seis meses tentando apresentar o projeto de Heliópolis, porque foi difícil o acesso a ele para apresentar a proposta. É um palco que não pode ser fechado somente através de assessoria ou empresários, o artista precisa se envolver. Tanto que, quando consegui conversar com ele, nós fechamos a participação na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Na sua opinião, quais shows você acha que serão destaque no Palco Sunset este ano?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano aposto que o Mike Patton com a orquestra de Heliópolis vai ser incrível. Milton Nascimento com a Esperanza Spalding acredito que vai ser histórico. O Jorge Drexler com a Tiê também vai ser bem emocionante, Arnaldo Antunes com Erasmo carlos vai ser muito especial... São muitos 'filhos', é difícil escolher só um!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Qual o show que você queria colocar no Palco Sunset mas ainda não conseguiu?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria convidar o [guitarrista mexicano] Santana para o palco. Não sei ainda com quem, mas queria trazê-lo para 2013!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Você tem um trabalho autoral como músico e acabou de lançar um novo álbum este ano, Vários em Um, que também é marcado por várias participações, como Armando Marçal, o maestro Laércio de Freitas e o cantor português Tim, da banda de rock Xutos &amp; Pontapés. Como está o trabalho de divulgação dele?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não tem nem um mês de vida, acabou de sair. Mal chegou nas lojas mas já está começando a ser bem recebido. Assim que acabar o Rock in Rio eu volto a fazer shows. Tenho um no dia 11 de novembro em Portugal e outro provavelmente dia 15 de novembro na Espanha. Depois volto para cá para fazer shows no Brasil. O Rock in Rio é a prioridade máxima agora, mas graças a ele meu trabalho como músico também está tendo uma boa visibilidade.﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-6316547690734169619?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/6316547690734169619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=6316547690734169619&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6316547690734169619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6316547690734169619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/palco-sunset-promove-salada-musical-no.html' title='Palco Sunset promove salada musical no Rock in Rio'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Tje28dNkK5c/Tm2DFGQCVAI/AAAAAAAABOM/KgVKAWnmS6Y/s72-c/moveis%2Bpalco%2Bsunset.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-8855668529680105026</id><published>2011-09-03T08:00:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T01:28:39.955-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='luiza possi'/><title type='text'>Luiza Possi fala sobre o novo DVD 'Seguir Cantando'</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/09/01/283452-luiza-possi-fala-sobre-o-novo-dvd-seguir-cantando"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5p-RtAXBn7I/Tm2J6V9rVjI/AAAAAAAABOs/tsIrxkyUZ-A/s1600/luiza%2Bpossi.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="354" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-5p-RtAXBn7I/Tm2J6V9rVjI/AAAAAAAABOs/tsIrxkyUZ-A/s400/luiza%2Bpossi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Luiza Possi está completando 10 anos de carreira e não demonstra nenhum sinal de cansaço da labuta. Pelo contrário: como uma autêntica workaholic, a cantora sempre arranja espaço em sua rotina para um novo projeto. Tanto é que Luiza lança neste sábado (dia 3), o DVD e CD ao vivo Seguir Cantando, no Citibank Hall em São Paulo﻿. Confira os detalhes do show no final da página.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado em parceria com o Canal Brasil, o DVD conta com as participações especiais de Ivete Sangalo - nas faixas Circo Pega Fogo e Azul - e da mãe, Zizi Possi, cantando Cacos de Amor, marcando a estratégia de Luiza para romper barreira de preconceito contra gêneros e estilos e abraçar a música como um todo. Além disso, Seguir Cantando serve para reafirmar o caráter da cantora também como compositora: o registro incluiu oito de suas crias.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao Virgula Música, Luiza conta como divide seu tempo entre sua carreira como cantora, os preparativos do DVD e a participação na TV aberta como jurada do programa Ídolos, da Rede Record. ﻿Veja a entrevista abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Esse já é o segundo DVD e CD ao vivo da sua carreira. Porque você resolveu lançá-lo agora? O que mudou em relação ao anterior, depois de A Vida É Mesmo Agora (2007)?﻿﻿&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas mudanças, muitas músicas novas, eu tenho um repertório novo. A relação com o público foi se desenvolvendo e crescendo, teve uma mudança de postura. Hoje, quando vejo meu primeiro DVD, eu ainda tenho muito orgulho dele, mas acho que precisava de alguma coisa que refletisse mais meu momento atual. Fora o fato de que no primeiro DVD acabou não entrando nenhuma música própria e neste novo a maioria das músicas são minhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Falando em trabalho próprio: você começou a compor cedo, na infância. A maneira como você escreve canções também mudou?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou para virar um 'método de composição'. Para compor você precisa mais de tempo, não é um trabalho como outro qualquer, no qual você se propõe a fazer uma coisa das 3 às 4. Eu ensaio com a minha banda em estúdio, mas gravo e estudo sozinha em casa. Me programo para durante a semana ter algum momento para estudar.﻿ É uma coisa que precisa de paz, de calma e pontos de vista em cima de histórias. Não importa qual a história, mas sim qual o ponto de vista que você tem dela e a maneira poética de contar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Como é a sua rotina? Você consegue dosar tempo para todos os seus projetos?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha rotina é uma loucura! Estou sempre trabalhando, fazendo show, respondendo coisas nas redes sociais, criando o que eu tenho que incluir no site, no Facebook... Eu que penso toda a coisa da internet e posiciono a equipe que faz as coisas pra mim. Tenho muitos amigos publicitários que me dão uma visão numérica, real e comercial do que acontece, de Google, YouTube e pesquisas desse mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿Faço uns 10 a 12 shows por mês, em média. Mas é puxado porque tem a viagem para o evento, o dia anterior, o dia depois, então fica tudo em função disso. Tenho também o Lado B, que é um subcanal dentro do meu canal no YouTube, no qual eu apresento versões de outros artistas... É uma coisa que me obriga muito a estudar, porque me faz aprender as letras das músicas novas, ficar em contato com os instrumentos, e é uma coisa bacana por esse lado também. Este ano ainda teve o Ídolos, com a três rotinas de gravações: a do programa, a do DVD e do reality show que fizemos para o DVD. Eu não paro um minuto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Depois de terminar de divulgar o DVD, quais são os planos?﻿&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A promoção desse DVD vai durar muito porque ele acabou de sair. É um projeto com o Canal Brasil, então ele vai ficar na grade de programação por um tempo e tem um repertório muito grande: foram gravadas 25 músicas e dá para trabalhar muito tempo em cima dele. Mas isso não quer dizer que vou ficar parada nisso; meu show de estreia neste sábado vai ter o Paulinho Novaes, que é um dos compositores que também está no DVD, mas vai ter música nova. Eu tenho isso de uma rotatividade muito grande de músicas que eu vou descobrindo e não consigo deixar de colocar no palco. O próprio projeto Lado B também tem isso e com certeza vai ser tocado de maneira paralela ao longo disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Falando no Lado B, como você está tocando este projeto?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Lado B estou pensando em um formato legal. É só uma diversão caseira na qual eu me permito tocar violão e piano sem compromisso. Também devo chamar uns amigos que não são necessariamente músicos profissionais para se aventurar, é uma coisa mais desencanada. Essa semana gravei um especial com três músicas do John Mayer com o Bruno Copini, que é o baixista da minha banda, como meu convidado porque ele também canta muito. Sempre tivemos uma parceria extra e desta vez tem ele tocando violão e eu piano em algumas músicas. Agora eu quero fazer algo dos anos 80: quero gravar Simply Red, Roxette e outras bandas que eu escuto em casa e que não fazem parte do meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O que você tem ouvido ultimamente e o que nunca sai das suas preferências?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou ouvindo bastante Sean Lennon, estou achando muito bom. Mas tive influência de muita coisa como Take 6, Barbara Streisand, Stevie Wonder, Ivete Sangalo e minha mãe. Sempre ouvi muito Maria Bethânia, Carly Simon e James Taylor, que eu gosto bastante. E também muito Lenine.&lt;br /&gt;﻿﻿&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Você já tocou músicas de Jorge Drexler, que é uruguaio, e de Kevin Johansen, que é argentino. Você escuta muita música latina? Como você enxerga essa integração entre o Brasil e os outros países da América do Sul?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, também escuto bastante muita música latina. Gosto muito do Pedro Aznar, Rosário Flores, Andrés Calamaro, persigo bastante essa galera. Acho que quanto menos fronteiras tiver, melhor. Infelizmente o Brasil absorve muito e mais rapidamente a cultura americana, mas eu acho que os nossos vizinhos mais próximos são muito ricos, a cultura latino-americana é muito rica. E eu sempre tentei trazer isso para o meu trabalho, puxar isso para o Brasil e ser uma das representantes disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Você faz o Ídolos junto com o Rick Bonadio, que também já produziu seu trabalho. Como é a relação de vocês? Você não se sente intimidada pela presença dele, visto que ele já foi seu 'mentor'?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que nada! O Rick me 'salva' de tudo, eu amo o Rick. A gente se dá muito bem, somos muito amigos. É muito bom estar convivendo com ele. A melhor coisa do programa é estar perto dele de novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Seus discos são lançados pelo selo LGK Music, que foi fundado por você e seu pai, Líber Gadelha. Qual sua participação no selo? Você participa da seleção de bandas ou artistas para lançamento de discos?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha participação no selo é que eu sou filha do meu pai (risos). A gente começou porque quando eu saí da gravadora, outras queriam me contratar e eu ia conversar  junto com ele, pois eu queria ele produzindo. Daí as gravadoras vieram e falavam "quero te contratar mas não como cantora de MPB". Queriam me empurrar outras coisas, mas falei "então um beijo, tchau". Com isso, pensamos: "quer saber, vamos abrir o nosso selo?", daí surgiu a LGK. Eu ainda não participo da seleção das bandas, mas eu e meu pai trocamos muitas ideias e acabamos ensinando e aprendendo juntos. Atualmente faço só o meu trabalho lá, mas um dia quero poder tomar conta do selo sim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-8855668529680105026?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/8855668529680105026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=8855668529680105026&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/8855668529680105026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/8855668529680105026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/luiza-possi-fala-sobre-o-novo-dvd.html' title='Luiza Possi fala sobre o novo DVD &apos;Seguir Cantando&apos;'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5p-RtAXBn7I/Tm2J6V9rVjI/AAAAAAAABOs/tsIrxkyUZ-A/s72-c/luiza%2Bpossi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-5340266283832400258</id><published>2011-08-18T08:00:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T01:18:30.924-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='michael jackson'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='molejo'/><title type='text'>Grupo Molejo volta com homenagem excêntrica à Michael Jackson</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/08/17/282293-grupo-molejo-volta-com-homenagem-excentrica-a-michael-jackson"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mqWGBPPRpZg/Tm2HjVEefhI/AAAAAAAABOc/ZgMSgChzeAU/s1600/molejo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="314" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-mqWGBPPRpZg/Tm2HjVEefhI/AAAAAAAABOc/ZgMSgChzeAU/s400/molejo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Abram alas que o Molejo está de volta. Famoso na década de 90, o grupo de pagode universitário (segundo definição própria), retornou timidamente à ativa no ano passado, com o disco propriamente intitulado Voltei. Porém, nos últimos dias, o Molejo está conquistando o mesmo furor que alcançou com canções como Brincadeira de Criança, Dança da Vassoura, Caçamba e Paparico: o grupo disponibilizou em seu site oficial a música No Passo do Billie Jean, uma excêntrica homenagem à Michael Jackson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente formado por Anderson Leonardo (cavaco, percussão e vocal), Marquinhos Pato (vocal), Robson Calazans (percussão), Lúcio Nascimento (percussão) e Jimmy Batera (bateria), o Molejo está sendo disseminado na internet como um poderoso meme, com diversos vídeos de No Passo do Billie Jean sendo espalhados no YouTube e redes sociais. A música faz jus ao estilo irreverente e característico do grupo, com direito a incursões sambísticas no clássico do Rei do Pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por coincidência, a letra versa sobre uma suposta bebedeira registrada em vídeo e que foi parar na internet. "Parece que deu amnésia na cabeça / Não lembro nada dessa noite que passou / Só me recordo vagamente que eu cai na farra / Entre um gole e outro a mente apagou /﻿Tô desligado mais geral ligado em mim / Fizeram um vídeo e lançaram no youtube / Tremenda sacanagem tão me chamando de celebridade".&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;O Portal Virgula resolveu investigar a história e perguntou a Anderson se a canção é baseada em uma história verdadeira. Mas o vocalista preferiu tirar o corpo fora: "acredito que tenha acontecido com alguém ou com os autores da música", disse, por e-mail. Apesar de afirmar na música que "canta e dança muito mais que o Michael Jackson", o vocalista vira o disco e faz questão de falar com respeito sobre o Rei do Pop. "Ele é tudo, não existe nada igual. É um mito que vai ficar para a história, passando de geração para geração".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Anderson, o Molejo deve tomar partido da internet para lançar mais músicas. Mas o vocalista não revela qual será a próxima empreitada do grupo. "Aguardem, é surpresa!", diz. Entretanto, o vocalista entregou que um novo disco deve sair antes do Natal. Qual será o petardo da vez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira abaixo No Passo do Billie Jean:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/jnKb7gTbw_Y" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-5340266283832400258?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/5340266283832400258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=5340266283832400258&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5340266283832400258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5340266283832400258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/08/grupo-molejo-volta-com-homenagem.html' title='Grupo Molejo volta com homenagem excêntrica à Michael Jackson'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mqWGBPPRpZg/Tm2HjVEefhI/AAAAAAAABOc/ZgMSgChzeAU/s72-c/molejo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-5116226401970394134</id><published>2011-08-01T08:00:00.003-03:00</published><updated>2012-01-17T16:01:27.692-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jon spencer blues explosion'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Jon Spencer Blues Explosion no Bourbon Street</title><content type='html'>*Resenha originalmente publicada no &lt;a href="http://urbanaque.com.br/2011/08/01/jon-spencer-blues-explosion-no-bourbon-street/"&gt;Urbanaque&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OYx17D_ImYA/Tm15b4nMifI/AAAAAAAABN0/808SCBQj9Ok/s1600/DSC07775.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-OYx17D_ImYA/Tm15b4nMifI/AAAAAAAABN0/808SCBQj9Ok/s400/DSC07775.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O show de Jon Spencer Blues Explosion na última quinta-feira (28/07) em São Paulo tinha tudo para ser uma reunião de saudosistas da década de 90: o público era formado basicamente por roqueiros na casa dos trinta e poucos anos que acompanhavam os clipes do grupo pelo extinto programa Lado B, da MTV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/q_NIj9lqF4c" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emissora estava devidamente representada no local do show por dois logotipos luminosos fixados nas paredes e, como se não bastasse, volta e meia era anunciado no microfone que o evento era um oferecimento da MTV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, não era difícil ver na platéia os ex-VJs Gastão Moreira e Fabio Massari circulando e conversando com amigos. Estes fatores poderiam criar um clima ‘baile da saudade’ que se torna cada vez mais típico em apresentações de bandas gringas em solo brasileiro. O país virou uma mina de ouro para grupos recém-reformados para apresentações quase cadavéricas e calcadas em hits para fãs que buscam recuperar o tempo perdido. Mas este não foi o caso de Jon Spencer e cia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/bGqLCDvJbcw" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda subiu ao palco por volta das 23h30, e a apresentação contrastou totalmente com o clima almofadinha do Bourbon Street – a casa está acostumada a receber shows de artistas ‘comportados’ de jazz ou blues. Mas a atração da noite provou que a característica ‘blues’ é mais marcante somente no nome, fazendo um show de rock ‘n’ roll frenético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a receita do início da carreira dos Ramones – show relâmpago em um ritmo incessante para deixar os fãs atordoados –, o Jon Spencer Blues Explosion fez uma apresentação tão urgente que às vezes era difícil saber ao certo qual música estava sendo tocada. Ao final de uma canção, outra era emendada quase que instantaneamente. No final das contas, o que se pôde ver e ouvir foi uma sucessão de medleys, como se a banda tivesse imposto o desafio de tocar o maior número de músicas possível. Em certa altura do show, lembro de olhar para o relógio e verificar que havia se passado apenas 30 minutos desde o início da apresentação, mas parecia que Jon Spencer e seus comparsas já tinham tocado pelo menos 15 números.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/RU2Wgb7xjzE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era impressionante a massa sonora que duas guitarras e uma bateria faziam no palco, combinadas em alguns momentos com gaitas, e um theremin colocado estrategicamente no canto direito do palco. O performático vocalista abusava de seus trejeitos – que oscilam em torno de uma mistura de Elvis, Mick Jagger e Iggy Pop empunhando uma guitarra – e o baterista Russel Simins tocava como se sua vida dependesse da intensidade de suas batidas com as baquetas. Até mesmo o guitarrista Judah Bauer, conhecido por ter uma performance mais reservada, também não ficou parado ao tocar solos que fundem garage rock com blues, funk tradicional e punk rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de passar por porradas como “Dang!”, “Fuck Shit Up”, “Blues X Man” e “Money Rock N Roll”, a banda saiu de palco deixando um som irritante de theremin para sacanear a audição do público. Um tempo depois, a banda voltou para um bis matador, emendando “Son of Sam”, “Wail”, “She Said” e “Bellbottoms”. Ao final da apresentação, só restava à plateia pegar uma cerveja no bar antes de voltar para casa com um sorriso no rosto e um zumbido no ouvido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-5116226401970394134?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/5116226401970394134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=5116226401970394134&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5116226401970394134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5116226401970394134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/09/jon-spencer-blues-explosion-no-bourbon.html' title='Jon Spencer Blues Explosion no Bourbon Street'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-OYx17D_ImYA/Tm15b4nMifI/AAAAAAAABN0/808SCBQj9Ok/s72-c/DSC07775.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-5600950033053571802</id><published>2011-07-16T08:00:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T01:24:09.770-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gastão moreira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Gastão Moreira sobre o rock atual: "espero que seja uma fase de mau gosto passageiro"</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/07/15/279823-gastao-moreira-sobre-o-rock-atual-espero-que-seja-uma-fase-de-mau-gosto-passageiro"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Z2_z0nYxH0I/Tm2JALiqfVI/AAAAAAAABOk/aytANZ9Z4SM/s1600/gast%25C3%25A3o%2Bmoreira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="256" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-Z2_z0nYxH0I/Tm2JALiqfVI/AAAAAAAABOk/aytANZ9Z4SM/s400/gast%25C3%25A3o%2Bmoreira.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Gastão Moreira é mais conhecido pelo seu trabalho como VJ da MTV Brasil de 1992 a 2000, quando apresentou programas como Gás Total e Fúria e catequizou várias cabeças para o rock n roll. Como guitarrista do Rip Monsters, lançou dois CDs independentes. Depois da MTV, comandou o programa Musikaos, na TV Cultura, por quatro anos.﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, Gastão mudou-se para Florianópolis (SC) e assumiu o baixo na banda Kratera, com quem lançou mais dois CDs﻿ e capitaneou a programação rock do Gasômetro, na rádio Atlântida. Em 2006, depois de um extenso trabalho de pesquisa que durou quatro anso, lançou o DVD Botinada - A Origem do Punk no Brasil, documentário que conta os primórdios do movimento no País. Aparentemente sumido da cena roqueira, Gastão retornou a São Paulo﻿ no ano passado. Por e-mail, o jornalista contou ao Vírgula Música o que anda tramando e o que acha da música atual. Confira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Primeiramente, quais seus projetos atuais e planos? O que você anda fazendo? Está com banda?&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha banda Kratera acabou quando eu voltei para São Paulo, pois todos moram em Floripa. Lançamos três álbuns e tocamos bastante ao vivo, cumprimos nossa missão de apavorar bandas fofinhas (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz o Gasômetro por cinco anos na rádio Atlântida e tive uma casa de show underground em Floripa chamada Célula. Lancei o Botinada em 2006, documentário que narra a chegada do movimento punk ao brasil que consumiu quatro anos para ser feito. Hoje faço um programa chamado Lado H no Glitz (canal 95 da Net), antiga Fashion TV. O programa vai ao ar na segunda às dez da noite e fala sobre temas pertinentes ao homem contemporâneo. No ano passado fiz mais de cem pautas e nenhuma foi sobre música. Saí da minha zona de conforto (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Você tem acompanhado a cena independente brasileira? Quais bandas você destacaria nesse balaio?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tem várias bandas de qualidade espalhadas pelo Brasil. Gosto dos mais audaciosos, como Cidadão Instigado, Emicida, Cachorro Grande e Macaco Bong. Mas em geral, estamos passando por um momento de marasmo, falta de inspiração e bandinhas ordinárias que se acham. Está na hora de alguém dar uma bica em tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;E quanto ao mainstream? O que você acha que vale a pena ouvir entre os artistas que fazem sucesso atualmente? Você também acha que esse povo do Happy Rock vai morrer de vergonha do passado daqui a uns anos?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Happy rock??? Dio mio!!! Passei oito anos em Floripa desconectado do mainstream por pura falta de interesse. A distância entre o que eu gosto e o que faz sucesso aumentou. Vejo fenômenos inconsistentes causando furor e bandas juvenis com um pé no sertanejo universitário. Espero que seja uma fase de mau gosto passageiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Pergunta difícil: qual a melhor banda/artista brasileiro na música, seja dentro ou fora do segmento do rock?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pergunta subjetiva; fico entre Chico Buarque, Jorge Ben e Secos &amp; Molhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A internet veio para facilitar a vida dos pesquisadores de sons e dificultar  a das gravadoras. Por outro lado, praticamente a cada mês um site anuncia equivocadamente o "novo Nirvana" por aí. O que você acha disso?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa busca pelo próximo fenômeno sempre existiu, mas intensificou-se neste século. Vejo como fruto da impermanência e desapego com a música nos dias atuais. A internet reduziu os quinze minutos de fama a alguns segundos. Poucas dessas 'salvações' sobrevivem ao segundo disco; é difícil encontrar uma banda que sustente uma carreira mais longa, com vários álbuns lançados. O imediatismo consumista está matando a boa música. Apesar disto, pintaram boas bandas neste século, como TV on the Radio, Arctic Monkeys, Black Mountain, The Kills, Woven Hand, Asteroid nº4 e os projetos do Jack White (ex-White Stripes e atual Raconteurs e Dead Weather).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Qual o melhor show que você já viu? E o "sonho de consumo em forma de show"?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O show que me levou às lágrimas foi do The Who, em 1989, no Wembley Arena. Tocaram o [disco] Tommy inteiro, fizeram uma pausa de meia hora e voltaram para mais duas horas de alegria. Mas um sonho impossível de consumo seria assistir o Roxy Music em 1972.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-5600950033053571802?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/5600950033053571802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=5600950033053571802&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5600950033053571802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5600950033053571802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/07/gastao-moreira-sobre-o-rock-atual.html' title='Gastão Moreira sobre o rock atual: &quot;espero que seja uma fase de mau gosto passageiro&quot;'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Z2_z0nYxH0I/Tm2JALiqfVI/AAAAAAAABOk/aytANZ9Z4SM/s72-c/gast%25C3%25A3o%2Bmoreira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-3906594722800394911</id><published>2011-07-15T08:00:00.008-03:00</published><updated>2012-01-17T16:02:25.298-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='shadowside'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='the name'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='holger'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='some community'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='garotas suecas'/><title type='text'>Exportando rock: bandas brasileiras contam sobre experiências no exterior</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/07/15/279768-exportando-rock-bandas-brasileiras-contam-sobre-experiencias-no-exterior"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pyF47BXv9nc/Tm2D8PH6lgI/AAAAAAAABOU/gVZQi494fD0/s1600/garotas%2Bsuecas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="265" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-pyF47BXv9nc/Tm2D8PH6lgI/AAAAAAAABOU/gVZQi494fD0/s400/garotas%2Bsuecas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Toda banda sonha em viver de música, estendendo turnês para fora do país e girar o mundo, sendo guiadas pelas próprias guitarras. Anteriormente, esse era um objetivo quase utópico que poucas bandas brasileiras conquistaram - os exemplos mais conhecidos são Sepultura, Angra, Ratos do Porão, e mais recentemente, o CSS e o Bonde do Rolê. Porém, com a popularização da internet e o estreitamento das relações da cena independente, marcar shows em outro país não é mais um bicho de sete cabeças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser um festival interativo, o South by Southwest (SXSW), que acontece em Austin, no Texas﻿, simboliza uma grande oportunidade para as bandas brasileiras nos Estados Unidos.﻿ O evento é um dos maiores festivais de música dos EUA. Em quatro dias de concertos, cerca de 2 mil shows acontecem em mais de 90 locais ao redor do centro da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Surgiu a oportunidade para tocar lá pela primeira vez em 2009 pois teria um showcase de bandas brasileiras e fomos chamados", conta Marcelo Pata, vocalista e multi-instrumentista da banda paulista Holger. "Nunca achávamos que isso era possível, mas não existe muito segredo para tocar fora do Brasil".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcando shows por conta própria e contando com o apoio de contatos feitos com outras bandas, o grupo tocou em duas edições do SXSW (2009 e 2011), dois Pop Montreal International Festival, no Canadá (2009 e 2010) e um Canadian Music Week em Toronto (em 2011). "Estamos indo no segundo semestre para nossa terceira e maior turnê, com duração de um mês. Tocaremos no Pop Montreal de novo e no CMJ [College Music Journal, em Nova York] pela primeira vez", comemora o músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/GBSOQKjVKao" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra banda que se encaixou no SXSW foi o Some Community. "Sempre quisemos participar do festival e nos inscrevemos sem pretensão de conseguir. Felizmente rolou o convite, daí nos reunimos e pensamos em investir em uma turnê lá fora", conta Fernando Fernandes, guitarrista do grupo. O Some Community saiu do Brasil para fazer sua primeira turnê com 12 datas no exterior em março, passando por Estados Unidos e Canadá. "Tocamos em Nova York, Washington, Filadelfia, Boston, Toronto, Detroit, Chicago e em Austin, no SXSW".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logicamente, apresentar trabalho autoral em inglês facilita a identificação por parte do público estrangeiro. "Tivemos a idéia de fazer um excursão para o exterior há um bom tempo, e o fato de cantar em inglês ajuda nas decisões de turnês e divulgações fora do Brasil", opina o baixista Molinari, do The Name. EM 2009, a banda sorocabana também recebeu convite para tocar no SXSW e alinhou uma apresentação no Canadian Music Week e no V.O.V. Festival, no Arkansas. O grupo pôde arcar com os custos da empreitada﻿ por meio da extinta Lei de Intercâmbio Cultural, do Ministério da Cultura brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representante do metal, a Shadowside já perdeu a conta do número de shows que realizou fora do Brasil. "Tenho a conta do número de países: foram 20 até hoje, sendo Estados Unidos e 19 na Europa", contabiliza a vocalista Dani Nolden, que apesar do número expressivo de apresentações, garante que a banda não teve pressa para trilhar o caminho internacional. "Não queríamos fazer shows fora do País sem que estivéssemos preparados para isso, então tocamos bastante no Brasil antes de aceitar os convites".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse processo de preparação, a Shadowside abriu shows para grandes expoentes do segmento metal em apresentações no Brasil, como Nightwish, Primal Fear e Shaman, até vencer o concurso de bandas do Indianapolis Metal Fest, em 2007. "Na segunda vez que participamos do festival, éramos uma das bandas principais, não mais a abertura", conta Dani. Com isso, a Shadowside despertou as atenções também da Europa, tocando na Espanha, Romênia e Bósnia-Herzegovina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/c0u-5Yavu9U" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E a língua pátria? Tem chance?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para tocar fora do Brasil é obrigatório cantar em inglês? Não necessariamente: o sexteto paulista Garotas Suecas garantiu em setembro de 2010 uma turnê com 28 datas por cidades americanas como Nova York, Los Angeles, São Francisco e Chicago﻿ tocando um repertório exclusivamente em português, com a sonoridade calcada em influências de jovem guarda, rock psicodélico, funk e soul. "O contato com o público estrangeiro fez reafirmar nossa 'brasilidade', afirma o guitarrista Tomaz Paoliello﻿. "Todos adoram o português e ouvir música brasileira. Os brasileiros que ficam sabendo das nossas turnês no exterior cobram muito mais que cantemos em inglês do que os americanos", aponta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escalada da banda nos EUA começou com o guitarrista Sérgio Sayeg, que estava estudando em Nova York e conseguiu marcar quatro shows e a gravação de um programa de TV. Nessa primeira viagem, o grupo conheceu uma booking agent, que marcou as turnês seguintes. "Tocamos também na Austrália, na Espanha e em Portugal. No total já devemos ter feito mais de 60 shows fora do País", estima Paoliello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dinâmica de passar tanto tempo viajando requer seriedade e dedicação de todos os membros envolvidos. "Para as bandas que estão afim de fazer o mesmo, o lance é saber que vai ser uma ralação. Quando viajamos fazemos shows em sequência, toda a noite. Na última viagem aos EUA passamos cinco semanas e trinta shows quase todos em cidades diferentes. Viagem durante o dia e show à noite. Não tem vida fácil", avisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mvSB7qNp17Q" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande procura por turnês fora do Brasil não expressa somente a realização de um sonho adolescente das bandas de atingir nível internacional; também revela certas deficiências no circuito nacional. Andy, guitarrista e vocalista do The Name, acredita que a cena tem crescido bastante, mas ainda carece de um pouco mais de profissionalismo, tanto na execução do trabalho musical quanto na contratação de artistas. "Os profissionais se sentem fazendo algum tipo de favor por tocar em uma determinada casa ou contratar um determinado artista. Acho que pouca gente entendeu que o mercado musical é 'business' e não apenas um monte de gente circulando atrás de esmola para tocar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos problemas, o circuito brasileiro de shows parece estar se estabilizando. "Enxergamos como um circuito que ainda é pequeno mas está crescendo a grandes passos", opina Pata. "Há ainda muito a se aprender. Tem muita gente sacando o quão ingênuo é nosso mercado e se aproveitando disso. É preciso saber usar as próprias pernas e cabeças para andar", conclui o vocalista.&lt;br /&gt;﻿&lt;br /&gt;Para Tomaz, o comprometimento dos envolvidos na cena independente é essencial. "Acho que o amadurecimento da cena independente passa pelas bandas, pelo público e pelos profissionais envolvidos. O 'ativismo' do público ao ir aos shows e comprar o disco, frequentar blogs de música, e correr atrás da música que quer ouvir é essencial para a cena rolar", opina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Roubadas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK, é muito legal mostrar seu trabalho lá fora para uma plateia diferente, mas... tocar em um país estranho também é sujeito a roubadas, como aconteceu com o Some Community. "Tivemos um show que não aconteceu na Filadélfia", conta Fernando. A banda marcou a data ainda no Brasil, mas ao chegar no local, constataram que o bar não tinha estrutura para fazer o show. "Poderíamos ter feito em um esquema improvisado, mas era arriscado. No final, foi bom porque aproveitamos para descansar em casa de amigos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As roubadas acontecem no Brasil e fora. É totalmente normal", afirma Tomaz. "Tem shows nos quais o som não está bom, acontece alguma coisa com equipamento. Nosso primeiro caso de quebra de van foi agora na Espanha, por exemplo. No Brasil, isso ocorreu apenas essa semana, quando íamos para um show em Bauru. Acontece lá e aqui".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno, baterista do The Name alerta: "Dentre diversas coisas, tome primeiro cuidado ao alugar carros, que em geral têm diversas taxas adicionais nos valores de aluguel que a maioria de nós não sabe. Levamos um susto imenso quando fomos pagar o carro que alugamos e foi aquela correria para poder angariar mais limite nos cartões."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JiO-lq_8r4M" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Shadowside, a situação foi tão complicada que quase pôs em risco a popularidade da banda com seus fãs em West Virginia, nos EUA. "Tínhamos um show marcado, porém fomos recebidos cedo na casa de show por um suposto técnico de som, dizendo que o dono não estava lá e que não haveria show, que não havia equipamento e mais várias outras desculpas", conta Dani. "Ele se recusou a pagar e acomodar a banda. Depois de muita discussão, simplesmente fomos embora para a próxima cidade e deixamos que nosso empresário na época cuidasse de tomar as medidas legais. Depois descobrimos que nossos fãs estavam furiosos, porque o show aconteceu apenas com as atrações de abertura e que ele nos acusou de não aparecer para tocar!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a vocalista, as bandas sempre devem tomar cuidado com as pessoas com as quais elas se associam, sejam empresários, agentes e principalmente organizadores de eventos. "Se alguém te prometeu alguma coisa, faça com que eles cumpram antes de você sair de casa para tocar. Teríamos tocado aquele show mesmo sem que o promotor honrasse seu compromisso, apenas em respeito aos fãs, mas esse tipo de coisa não pode acontecer; pode acabar com a carreira de uma banda e causar prejuízos morais e materiais", conclui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-3906594722800394911?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/3906594722800394911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=3906594722800394911&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/3906594722800394911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/3906594722800394911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/07/exportando-rock-bandas-brasileiras.html' title='Exportando rock: bandas brasileiras contam sobre experiências no exterior'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pyF47BXv9nc/Tm2D8PH6lgI/AAAAAAAABOU/gVZQi494fD0/s72-c/garotas%2Bsuecas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-6210321625533202459</id><published>2011-07-12T08:00:00.002-03:00</published><updated>2011-09-12T01:33:40.854-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sepultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='entrevista'/><title type='text'>Sepultura: "Respeitamos nosso passado, mas não estamos presos nele"</title><content type='html'>*Matéria originalmente publicada no &lt;a href="http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2011/07/12/279516-semana-do-rock-respeitamos-nosso-passado-mas-nao-estamos-presos-nele-diz-sepultura"&gt;Portal Vírgula&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QHaMVpjb6hc/Tm2AeeaQCYI/AAAAAAAABOE/6slRgeZ3CAw/s1600/sepultura.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="266" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-QHaMVpjb6hc/Tm2AeeaQCYI/AAAAAAAABOE/6slRgeZ3CAw/s400/sepultura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"Através destes olhos nós chocamos o mundo / sem medo algum, com cabeça forte / opressão e hostilidade / mas existe uma diferença: nós estamos livres". Os versos da faixa Spectrum dão uma boa idéia do que é o novo Sepultura. O título do 12° álbum da banda, Kairos, significa na mitologia grega um momento de oportunidade e mudança, revelando uma relação crucial com a situação atual do grupo. "Nós respeitamos o nosso passado, mas não estamos presos nele", explica o guitarrista Andreas Kisser. "Vivemos o momento com muita intensidade e é isso que o Kairos representa: o que é o Sepultura hoje."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco reflete em suas letras tudo o que o Sepultura tem passado nos últimos anos: turnês, conflitos, separações, apoio e reações adversas de fãs e críticos. "Este é um trabalho que é inspirado nos 26 anos de carreira e mudanças dentro e fora da banda. Temos músicas para as nossas famílias, falamos da relação com a imprensa, empresários, gravadoras, fãs e amigos. É um disco muito pessoal e íntimo", conta Kisser, que assina as letras do álbum em conjunto com o vocalista Derrick Green, que assumiu o posto após a saída nada amigável de Max Cavalera, em 1996. Seu irmão Iggor saiu dez anos depois, deixando a bateria a cargo de Jean Dolabella. Completa a banda o baixista Paulo Jr. – único integrante presente desde fundação do Sepultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tentando dissipar a sombra da formação que conquistou reconhecimento mundial com álbuns como Chaos A.D. e Roots, o Sepultura revela Kairos como um marco de provação. Apresentando um som mais direto e pesado como no início thrash da banda, o registro exclui os experimentalismos e orquestrações dos trabalhos conceituais anteriores, Dante XXI (baseado no livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri), de 2006, e A-Lex, de 2009, que buscou inspiração no livro Laranja Mecânica, de Anthony Burgess. O único toque de experimentalismo do novo álbum ficou na última faixa, Structure Violence (Azzes), que conta com a parceria do grupo percussivo francês Les Tambours du Bronx.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kairos foi produzido por Roy Z, que já trabalhou com gigantes do metal como Judas Priest, Rob Halford, Bruce Dickinson e Helloween. "Conhecemos o Roy de longa data. Ele é um excelente músico e produtor e foi esta mistura que fez com que ele fosse o escolhido para este trabalho", afirma Kisser. "Ele não é um produtor que fica somente dentro do estúdio, é também um músico muito ativo. Ele foi a escolha perfeita, tem grande know-how técnico e sensibilidade musical."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo disco também difere em seu processo de criação: as sessões de gravação foram transmitidas ao vivo pela internet. "Foi muito interessante, foi a primeira vez que fizemos isto e eu achei que foi muito positivo. Trouxemos os fãs para dentro do estúdio e percebemos que muita gente não tem a mínima noção do que é preciso para se fazer um disco; o tempo que leva, os detalhes e tudo mais. Foi um processo educativo pra muita gente", opina o guitarrista, que admite que se sentiu um pouco desconfortável com o assédio das câmeras no começo das transmissões. "Foi um pouco estranho, mas depois nos acostumamos e pudemos curtir a situação. É provável que na próxima façamos de novo", prevê. O making of do álbum será lançado em breve em DVD, com o material difundido na internet e extras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nova gravadora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sangue novo do Sepultura também deve-se à nova gravadora Nuclear Blast Records, considerada um das principais selos independentes do rock pesado. "A Nuclear Blast entende o heavy metal. O pessoal que trabalha lá é, antes de tudo, fã do estilo. Eles conhecem o mercado das bandas e sobrevivem até hoje, apesar da internet e downloads. Estão na ativa porque sabem o que fazem. Eu não trocaria uma gravadora assim por nenhuma major label", garante o guitarrista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por conta do vazamento prematuro do álbum na internet, o grupo adiantou o lançamento do disco em uma semana - inicialmente previsto para agosto, Kairos foi antecipado para o dia 24 de junho. Apesar disso, a opinião da banda sobre compartilhamento de músicas na internet não é 'quadrada'. "Acho que a tecnologia está aí para ficar, não tem volta. Ainda estamos em um processo de transição, tudo aconteceu muito rápido. O monopólio das gravadoras não é mais o mesmo, tem mais oportunidade para artistas independentes mostrarem o seu trabalho. Acho mais democrático﻿", opina Kisser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril deste ano, a banda tocou na Virada Cultural, em São Paulo, em um show único com a Orquestra Experimental de Repertório (corpo artístico do Teatro Municipal de São Paulo), na Estação da Luz. Para os fãs que querem conferir Kairos ao vivo, Andreas dá uma prévia da agenda do Sepultura. "Temos o Rock in Rio no dia 25 de setembro e logo depois teremos umas datas com o Machine Head pelo Brasil e América do Sul."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-6210321625533202459?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/6210321625533202459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=6210321625533202459&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6210321625533202459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/6210321625533202459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/07/sepultura-respeitamos-nosso-passado-mas.html' title='Sepultura: &quot;Respeitamos nosso passado, mas não estamos presos nele&quot;'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QHaMVpjb6hc/Tm2AeeaQCYI/AAAAAAAABOE/6slRgeZ3CAw/s72-c/sepultura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-1016681684788114330</id><published>2011-04-27T16:55:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T01:31:03.948-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='foo fighters'/><title type='text'>Foo Fighters redescobre o bacon com Wasting Light</title><content type='html'>*Resenha originalmente publicada no &lt;a href="http://urbanaque.com.br/2011/04/27/foo-fighters-redescobre-o-bacon-com-wasting-light/"&gt;Urbanaque&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JjfGT85ff1A/Tm2K_EtdbyI/AAAAAAAABO0/6t3qVdMsDP4/s1600/Foo-Fighters-Wasting-Light.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-JjfGT85ff1A/Tm2K_EtdbyI/AAAAAAAABO0/6t3qVdMsDP4/s400/Foo-Fighters-Wasting-Light.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para o sétimo disco do &lt;b&gt;Foo Fighters&lt;/b&gt;, Dave Grohl decidiu revisitar as próprias origens: convocou seu ex-parceiro de &lt;b&gt;Nirvana&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Krist Novoselic&lt;/b&gt;, para uma participação e recrutou o produtor de &lt;b&gt;Nevermind&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Butch Vig&lt;/b&gt;, para registrar a nova empreitada de maneira totalmente analógica (utilizando o bom e velho gravador de rolo) na garagem da própria casa. Como se não bastasse, o líder do Foo Fighters também chamou um de seus ídolos, &lt;b&gt;Bob Mould&lt;/b&gt; – do lendário &lt;b&gt;Hüsker Dü&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Sugar&lt;/b&gt; – para fazer alguns backing vocals.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo álbum recicla uma receita que agrada muitos fãs carentes da fase inicial da banda: composições pesadas, mas com uma brilhante sensibilidade pop. Analisando por um exemplo bem simples, digamos que o primeiro disco do Foo Fighters foi um belo cheese picanha: nada muito superproduzido ou difícil de fazer, somente pauleira com melodias grudentas. &lt;b&gt;The Colour and the Shape&lt;/b&gt; foi um divisor de águas na carreira do grupo, apresentando um som pesado e mainstream – quase como se Dave tivesse descoberto um manjar dos deuses ao colocar bacon no cheese picanha. Mas a partir daí, o gourmet Grohl quis experimentar e perdeu a linha, misturando vários molhos exóticos (os exagerados &lt;b&gt;In Your Honor&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Echoes, Silence, Patience &amp; Grace&lt;/b&gt;) no hambúrguer. De tanto ter indigestão com as últimas misturebas, Grohl resolveu voltar à infalível fórmula do cheese picanha com bacon. Ou seja: guitarras pesadas com refrões melódicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distante dos excessos dos últimos registros que continham mais faixas irrelevantes do que dignas de nota, &lt;b&gt;Wasting Light&lt;/b&gt; pode ser facilmente apontado como o melhor trabalho melódico do Foo Fighters desde o radiofônico &lt;b&gt;There is Nothing Left to Lose&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse retorno à velha forma também é reforçado pela volta do guitarrista &lt;b&gt;Pat Smear&lt;/b&gt;, que abandonou o grupo logo após o lançamento do segundo álbum. Smear gravou suas partes com uma guitarra barítono (basicamente um instrumento de corda com afinação mais grave que o normal), realçando o peso na nova formação do grupo, com três guitarristas – Grohl, Smear e &lt;b&gt;Chris Shiflett&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Bridge Burning"&lt;/b&gt;, a faixa de abertura, lembra o ritmo frenético de &lt;b&gt;"Monkey Wrench"&lt;/b&gt;, porém mais gritada. &lt;b&gt;"Rope"&lt;/b&gt; é o perfeito single: guitarras pesadas (mas que não assustam os mais puristas) complementadas por um refrão melódico. &lt;b&gt;"Dear Rosemary"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"Arlandria"&lt;/b&gt; são belos exemplos de como a equação "melodia + peso" resultam em composições ganchudas. Essas canções têm princípios tão assimiláveis que poderiam ao mesmo tempo fazer parte do repertório de artistas tão distintos quanto &lt;b&gt;Wilco&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Ramones&lt;/b&gt; ou até mesmo o saudoso &lt;b&gt;Roxette&lt;/b&gt;. Essa busca pela música pop perfeita dentro do contexto roqueiro expõe uma possível influência beatle – não é à toa que o Foo Fighters emulou a banda de Liverpool ao tocar no Late Show With David Letterman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"White Limo"&lt;/b&gt; é talvez a música mais pesada que a banda já gravou. Seu vocal gritado remete à &lt;b&gt;"Weenie Beenie"&lt;/b&gt; e também chega a lembrar algo das explosões vocais histéricas que &lt;b&gt;Nick Olivieri&lt;/b&gt; fazia no &lt;b&gt;Queens of the Stone Age&lt;/b&gt;. A faixa é uma pedrada perfeita para fazer com que os fãs voltem a pogar como se tivessem 15 anos novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pretensiosismo dos últimos discos aparece apenas no arranjo de cordas em alguns momentos de &lt;b&gt;"I Should Have Known"&lt;/b&gt;, mas não é nada que possa estragar a canção, que é a mais bem-trabalhada do disco. A banda perde um pouco o ritmo enérgico nas últimas faixas, mas elas logo são salvas por refrões fortes – como no caso de &lt;b&gt;"These Days"&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;"Back &amp; Forth"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"Walk"&lt;/b&gt;, que encerra o álbum. Nesta última, Grohl se mostra um pouco desolado: "Estou aprendendo a andar novamente / acredito que já esperei o bastante / por onde eu começo? Estou aprendendo a falar novamente / Você consegue ver que eu já esperei o bastante ? / Por onde eu começo?". Mas essa consternação é bem diferente da melancolia que permeava a trajetória do &lt;b&gt;Nirvana&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente de &lt;b&gt;Kurt Cobain&lt;/b&gt;, Grohl não é exatamente um letrista autobiográfico e visceral: grande parte das letras de &lt;b&gt;Wasting Light&lt;/b&gt; chega a ser genérica, resumindo-se a encaixes simples na métrica das melodias. Se por um lado isso depõe contra a intensidade das músicas, por outro demonstra a vocação de Grohl para criar rocks de arena facilmente assimiláveis. Dave provavelmente sempre teve esse talento, mas no início da banda essa aptidão era ofuscada pelo contexto grunge no qual o Foo Fighters foi incluído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, &lt;b&gt;Wasting Light&lt;/b&gt; apresenta um Foo Fighters revigorado, não por condimentos musicais esparsos e combinações excêntricas de paladar como nos últimos trabalhos, mas pelo infinito de possibilidades que somente guitarras, baixo e bateria podem render nas mãos desses caras. Depois de tanto caviar em outras despensas, é bom ver que o sabor do bacon ainda pode render muito na cozinha de Dave Grohl e companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nota: 4 urbs&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-1016681684788114330?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/1016681684788114330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=1016681684788114330&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1016681684788114330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1016681684788114330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/04/foo-fighters-redescobre-o-bacon-com.html' title='Foo Fighters redescobre o bacon com Wasting Light'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JjfGT85ff1A/Tm2K_EtdbyI/AAAAAAAABO0/6t3qVdMsDP4/s72-c/Foo-Fighters-Wasting-Light.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-939533280205220717</id><published>2011-04-18T17:26:00.003-03:00</published><updated>2012-01-17T16:03:33.392-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tiê'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Tiê vai da melancolia ao country em novo show</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-28J2jbdUzGc/TaydOxA6DqI/AAAAAAAABNo/XihiogyD5-U/s1600/IMG_4061.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-28J2jbdUzGc/TaydOxA6DqI/AAAAAAAABNo/XihiogyD5-U/s400/IMG_4061.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar do pouco tempo de carreira – o primeiro disco &lt;b&gt;&lt;i&gt;Sweet Jardim&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; foi lançado em 2009 -, a cantora &lt;b&gt;Tiê&lt;/b&gt; já arrebanhou um séquito considerável de fãs que vai além do underground paulistano. Com o Auditório Ibirapuera lotado na sexta-feira (dia 8), o repertório do show de lançamento de seu novo disco, &lt;b&gt;&lt;i&gt;O Coração e a Coruja&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, foi da melancolia à vivacidade country.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Sweet Jardim era calcado quase que inteiramente em arranjos minimalistas de violão e piano de Tiê com detalhes do produtor e multi-instrumentista Plínio Profeta, o novo álbum apresenta uma nova direção, com a introdução de elementos como bateria, guitarras, baixo, violoncelos, clarinetes, acordeon e participações de Tulipa Ruiz, Thiago Pethit, Hélio Flanders (Vanguart), Jorge Drexler, Jessé Sadoc e Marcelo Jeneci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No show de estreia, Tiê foi acompanhada por banda composta por seu irmão Gianni Dias (baixo e vocais), Naná Rizinni (bateria), André Henrique (violão), Ana Eliza e Luciana Rosa (violoncelos e clarinete), Karina Zeviani (backing vocal, que já tocou com Thievery Corporation e Nouvelle Vague), além da presença de Plínio Profeta nas guitarras. O guitarrista, que também fez a direção musical do espetáculo, manteve os olhares voltados para os outros músicos, dando deixas sutis nas passagens entre as partes das canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando o show com &lt;b&gt;"Na Varanda Da Liz"&lt;/b&gt;, faixa composta por João Cavalcanti (do grupo Casuarina), a cantora demonstrou timidez no início, talvez fruto de nervosismo ao apresentar as novas músicas ao público. Mas a partir da versão mais cadenciada de &lt;b&gt;"Só Sei Dançar Com Você"&lt;/b&gt; de Tulipa Ruiz, Tiê foi se soltando aos poucos, fazendo comentários espontâneos entre as canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/yxy4YTSg1I0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que o novo trabalho seja permeado de participações especiais, Thiago Pethit foi o único convidado a subir no palco (além de Karina Zeviani dividindo os vocais em &lt;b&gt;"Já É Tarde"&lt;/b&gt;), para fazer um dueto em &lt;b&gt;"Mapa Mundi"&lt;/b&gt;. Mesmo que as músicas novas apresentem arranjos mais alegres em comparação ao álbum anterior, o show teve momentos melancólicos, como em &lt;b&gt;"Te Mereço"&lt;/b&gt; (que pode ser considerada uma música-irmã de &lt;b&gt;"Te Valorizo"&lt;/b&gt;) e &lt;b&gt;"Perto e Distante"&lt;/b&gt;, com Gianni Dias fazendo as vezes de "Jorge Drexler do Paraguai", segundo a própria Tiê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante &lt;b&gt;"Passarinho"&lt;/b&gt;, já conhecida do álbum anterior, os músicos fizeram um intervalo e deram espaço para que Tiê e Plínio executassem a canção usando apenas violão e notas sutis na guitarra, da mesma forma crua que eram realizados os shows da primeira turnê. O momento intimista foi adornado com uma surpresa: a parte traseira do palco do auditório se abriu, dando uma visão noturna do Parque Ibirapuera. O momento mais emocionante do show foi devidamente recebido pela platéia com palmas calorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_W98d8WgimQ/TaycJMuAiOI/AAAAAAAABNY/uP3JxnOu4Og/s1600/IMG_4074%2B%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-_W98d8WgimQ/TaycJMuAiOI/AAAAAAAABNY/uP3JxnOu4Og/s400/IMG_4074%2B%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a parte serena da performance, Tiê costurou uma sequência inclinada ao country, tocando &lt;b&gt;"Pra Alegrar O Meu Dia"&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;"Já É Tarde"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"Hide And Seek"&lt;/b&gt;, marcando a porção mais vigorosa do show. O público demonstrou a mesma empolgação quando surgiu a improvável &lt;b&gt;"Você Não Vale Nada"&lt;/b&gt; de Dorgival Dantas – sim, aquela música insuportável que o Calcinha Preta fez virar trilha de novela da Globo -, em uma versão com violões quase flamencos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação "interpretação sem vocais exagerados + carisma quase ingênuo" da artista paulistana cativa o público, independentemente da canção que está sendo tocada. &lt;b&gt;"Chá Verde"&lt;/b&gt; sinalizou o final da apresentação, que ainda teve &lt;b&gt;"Assinado Eu"&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;"Na Varanda Da Liz"&lt;/b&gt;, tocada novamente para fechar o bis em um clima "pra cima".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/RmRysHzdY4c" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-939533280205220717?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/939533280205220717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=939533280205220717&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/939533280205220717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/939533280205220717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/04/tie-vai-da-melancolia-ao-country-em.html' title='Tiê vai da melancolia ao country em novo show'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-28J2jbdUzGc/TaydOxA6DqI/AAAAAAAABNo/XihiogyD5-U/s72-c/IMG_4061.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-4330762876684078356</id><published>2011-03-30T12:28:00.004-03:00</published><updated>2011-09-12T01:32:42.598-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Beady Eye'/><title type='text'>Beady Eye: coletânea de déjà-vus sonoros</title><content type='html'>*Resenha originalmente publicada no &lt;a href="http://urbanaque.com.br/2011/03/30/beady-eye-coletanea-de-deja-vus-sonoros/"&gt;Urbanaque&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pt1dh5oLDb4/Tm2LYGEiTZI/AAAAAAAABO8/7qyXeRlrrUE/s1600/beadyeye.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-pt1dh5oLDb4/Tm2LYGEiTZI/AAAAAAAABO8/7qyXeRlrrUE/s400/beadyeye.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo o fã mais xiita deve ter consciência que o &lt;b&gt;Oasis&lt;/b&gt; nunca fez um trabalho que pudesse ser isento de qualquer comparação com outras bandas. Em seus álbuns, o quinteto inglês sempre promoveu uma amálgama de sons que emulavam os grupos preferidos de seus integrantes. Se era assim com uma das bandas mais influentes do britpop dos anos 90, com o Beady Eye – uma ramificação do Oasis, contando com os guitarristas Gem Archer e Andy Bell, o baterista Chris Sharrock e o vocalista Liam Gallagher – não poderia ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu primeiro disco, &lt;b&gt;Different Gear, Still Speeding&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;, a banda abusa dos déjà-vus sonoros. Em "The Roller", por exemplo, a cadência dos versos puxados por piano e violão que acompanham a voz de Liam, carregada de eco de retorno, aponta uma semelhança gritante com “Instant Karma!” de &lt;b&gt;John Lennon&lt;/b&gt;. “Wind Up Dream” tem guitarras com slide que pagam tributo ao que os Rolling Stones fazem desde “Gimme Shelter”, com direito até uma participação discreta de uma gaita aqui e ali. O teclado hipnótico “Kill for a Dream” remete descaradamente ao mesmo timbre utilizado pelo Pink Floyd em “Chapter 24”, e como se não bastasse, “Beatles And Stones” também chega a lembrar algo de “My Generation” do The Who.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desconsiderando estas, hã, ‘homenagens’, o retrato que sobressai na primeira parte do disco é o de um grupo com energia renovada, apresentando rocks competentes calcados no mesmo leque de influências da banda anterior. A sequência inicial de Different Gear é matadora: “Four Letter Word” começa o álbum de maneira pesada, mostrando quase o mesmo frescor que o Oasis tinha em Definitely Maybe. Esta e a já mencionada “Beatles And Stones” são de longe as faixas mais roqueiras que Liam Gallagher já gravou.”Millionaire” segue um ritmo sem pressa, permeada por riffs com slide. E o primeiro single “Bring the Light” mostra algo que o ausente Noel Gallagher nunca explorou no Oasis: um rock sacolejante calcado em um piano frenético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que justamente depois dessa sequência o ritmo do disco vai caindo. “For Anyone” tem uma letra bobinha, parece uma canção do Sixpence None The Richer. Seria perfeita com uma voz feminina açucarada, mas com a interpretação de Liam transparece uma ironia quase cínica. A partir disso, o álbum revela faixas com durações exageradas que acabam dispersando a atenção. “Wigwam”, “Three Ring Circus” e “The Morning Son” não passam de composições medianas esticadas além do limite do suportável, puros fillers (músicas que estão ali apenas para preencher a obra). O disco só volta a melhorar durante a balada beatlemaníaca “The Beat Goes On”, mas o tedioso estrago já foi feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a banda se mostra enérgica nas faixas esporrentas, em contrapartida deixa transparecer a falta que Noel Gallagher faz nas composições mais lentas. O forte de Noel sempre foi compor belas baladas, e quando o Beady Eye tenta escrever composições mais melódicas, acaba testando a paciência do ouvinte. Se em uma entrevista Liam Gallagher afirmou, no alto de sua petulância, que “o Beady Eye tem o melhor vocalista, o melhor guitarrista, o melhor baixista e o melhor baterista”, fica evidente que o grupo ainda precisa achar o melhor compositor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: 2 Urbs.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-4330762876684078356?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/4330762876684078356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=4330762876684078356&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/4330762876684078356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/4330762876684078356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/03/beady-eye-coletanea-de-deja-vus-sonoros.html' title='Beady Eye: coletânea de déjà-vus sonoros'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pt1dh5oLDb4/Tm2LYGEiTZI/AAAAAAAABO8/7qyXeRlrrUE/s72-c/beadyeye.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-1757566696254358160</id><published>2011-02-16T15:06:00.002-02:00</published><updated>2012-01-17T16:03:55.837-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PJ Harvey'/><title type='text'>PJ Harvey mostra faceta politizada em Let England Shake</title><content type='html'>*Resenha originalmente publicada no &lt;a href="http://urbanaque.com.br/2011/02/15/pj-harvey-mostra-faceta-politizada-em-let-england-shake/"&gt;Urbanaque&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/64C6Ih4QlrE" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu novo álbum, PJ Harvey segue a mesma linha desnorteadora de seus últimos registros, marcada por não sequenciar a essência de um trabalho ao outro. Depois de &lt;b&gt;Stories From the City, Stories From the Sea&lt;/b&gt; (2002), a cantora parece ter buscado sons cada vez mais introspectivos. &lt;b&gt;Uh Huh Her&lt;/b&gt; (2004), por exemplo, apresentava poucas canções radiofônicas e já não seguia as características de seu antecessor agraciado por público e crítica. Esse direcionamento (ou a falta de) culminou em &lt;b&gt;White Chalk&lt;/b&gt; (2009), seu trabalho mais inusitado até então, quando a imagem de &lt;i&gt;femme fatale&lt;/i&gt; do rock alternativo deu lugar a uma musa recatada, com ares vitorianos fantasmagóricos apresentando arranjos melancólicos com pianos e harpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seu oitavo álbum, Harvey mais uma vez surpreende com uma obra distinta, a começar pelos seus recursos. Metade das canções de &lt;b&gt;Let England Shake&lt;/b&gt; foi composta em uma auto-harpa (um instrumento de corda parecido com uma cítara) e Polly Jean buscou cantar em tons mais altos, deixando para trás as comparações vocais com Patti Smith que surgiram na época de seus primeiros discos. Além disso, a cantora  passou dois anos maturando as letras , que resultou em temas mais políticos e menos direcionadas a experiências autobiográficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte do conteúdo é baseado na história da Inglaterra, abordando em pelo menos três canções a Campanha de Galípoli, guerra que dizimou a maioria dos exércitos da Austrália e Nova Zelândia. O trabalho foi gravado quase que inteiramente ao vivo em uma igreja do século XIX de Dorset, sudoeste da Inglaterra, e talvez por isso seja permeado por uma atmosfera carregada de reverberações e timbres incomuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa-título foi originalmente baseada na música "Istambul (Not Constantinople)", do &lt;b&gt;Four Lads&lt;/b&gt; – um quarteto de cantores dos anos 50. A interpretação de PJ adiciona pitadas de caos à canção original, com as estrofes apontando a tônica do disco: letras fortes que dissertam sobre aspectos da guerra, mas equilibradas pelas melodias e instrumentos. Para se ter uma ideia, "Written On The Forehead" contém versos sobre uma paisagem destroçada pelas tropas, mas a harmonia da guitarra chega a flertar com nuances leves do reggae. A gravação ainda contém um sampler discreto de "Blood &amp; Fire" do produtor e cantor jamaicano &lt;b&gt;Niney The Observer&lt;/b&gt; e seus timbres são os mais caprichados do álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Last Living Rose", "The Words That Maketh Murder" são as canções que podem ser assimiladas na primeira audição, por serem mais simples e diretas. Logo no início de "Rose" Polly Jean exclama "malditos europeus", marcando o verso com uma guitarra abafada que periga culminar em um arranjo mais roqueiro, mas que dá lugar à participação de um saxofone. Já "Words That Maketh Murder" mantém uma melodia que acaba grudando na cabeça, justificando a escolha como primeiro single do álbum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com frases como "nossa terra é arada por tanques e pés marchando", "e o que é o fruto de nossa terra? Seu fruto são crianças deformadas", "The Glorious Land" pega pesado, para depois entoar ironicamente o refrão "Oh America, Oh Inglaterra", mostrando que a bronca de Harvey não fica restrita à sua terra natal. Segundo a própria cantora, "o disco lida com muitas coisas que estão acontecendo no mundo agora – conflitos, mudanças no poder, na sociedade e nas relações entre os países".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns momentos do disco são mais tortuosos, como "England, uma canção de não-amor ao país, e a soturna "Hanging In The Wire", que não acrescenta muito ao conjunto. "All And Everyone" já inicia com uma guitarra arrastada, carregada de eco e acompanhada por um órgão sinistro, dando um tom fúnebre. Por outro lado, "In The Dark Places" e "Bitter Branches" chegam a lembrar a simplicidade de &lt;b&gt;Uh Huh Her&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com &lt;b&gt;Let England Shake&lt;/b&gt;, PJ Harvey demonstra que é possível realizar uma obra politizada sem abusar de cabecismos apelativos e mensagens de paz repetitivas. E não importa quantas vezes ainda possa mudar, ela não precisa recorrer ao tradicional esquema de guitarra, baixo e bateria para compor músicas impactantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTA: 4 Urbs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-1757566696254358160?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/1757566696254358160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=1757566696254358160&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1757566696254358160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/1757566696254358160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/02/pj-harvey-mostra-faceta-politizada-em.html' title='PJ Harvey mostra faceta politizada em Let England Shake'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/64C6Ih4QlrE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4695419933192302775.post-5776248834239782249</id><published>2011-02-08T01:24:00.006-02:00</published><updated>2012-01-17T16:04:06.705-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='show'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mark lanegan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='greg dulli'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gutter twins'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>Iniciando os trabalhos</title><content type='html'>Por pura e simples preguiça resolvi não fazer um texto introdutório para o blog desta vez. Resolvi apelar para um registro de uma noite que vai ficar para sempre gravada na minha lembrança como uma das coisas mais fodas que já realizei na minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="530" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/1j6JIgdLWkI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Sim, o "CARALHO!" ali é meu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4695419933192302775-5776248834239782249?l=ociocretino.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ociocretino.blogspot.com/feeds/5776248834239782249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4695419933192302775&amp;postID=5776248834239782249&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5776248834239782249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4695419933192302775/posts/default/5776248834239782249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ociocretino.blogspot.com/2011/02/iniciando-os-trabalhos.html' title='Iniciando os trabalhos'/><author><name>Alexandre Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00708337932855673317</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_XYku_ymLySI/Sont76nPIvI/AAAAAAAABEk/-88Omlo5pDk/S220/5068_107379054632_647109632_1946262_6699767_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/1j6JIgdLWkI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
